Nesse podcast Eurico traz reflexões e referências importantes para pensarmos e estruturarmos com urgência uma economia alternativa para garantir segurança e abundância para quem vive no campo.
Usando pensadores e autores que vão desde a antropologia, passam pelos estudiosos do colapso e vão até a economia, Eurico argumenta que os empreendimentos e atividades rurais tem que ser lucrativos na economia vigente, mas também capazes de trazer resiliência, segurança e abundância para nossas famílias no caso do acirramento do colapso econômico e energético que já está se desenrolando.
O teste com o uso do Bitcoin Cash (BCH), Eurico avisa, não é por esperar que vá resolver tudo ou que seja uma alternativa completa para o sistema econômico fiduciário atual que está em colapso. O do BCH é mais no sentido de garantir o direito de privacidade em nossas transações, nossa capacidade de desobediência civil e de construir alternativas comerciais com uma moeda descentralizada.
Para participar dos testes e estudos do Eurico com o Bitcoin Cash (e criação de uma economia paralela), você pode doar qualquer quantia usando esse endereço:
Bitcoincash:qzj3zy7htr42tp69js89yg2x577u9cvtey3x7a3rwp
Para comprar o curso Gestão e Planejamento Rural Impacto Positivo com 50% de desconto (de R$3100 por R$1550) usando Bitcoin Cash, use o endereço abaixo e salve a ID da transação para usar compro comprovante da sua inscrição:
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Nesse podcast Eurico traz reflexões e referências importantes para pensarmos e estruturarmos com urgência uma economia alternativa para garantir segurança e abundância para quem vive no campo.
Usando pensadores e autores que vão desde a antropologia, passam pelos estudiosos do colapso e vão até a economia, Eurico argumenta que os empreendimentos e atividades rurais tem que ser lucrativos na economia vigente, mas também capazes de trazer resiliência, segurança e abundância para nossas famílias no caso do acirramento do colapso econômico e energético que já está se desenrolando.
O teste com o uso do Bitcoin Cash (BCH), Eurico avisa, não é por esperar que vá resolver tudo ou que seja uma alternativa completa para o sistema econômico fiduciário atual que está em colapso. O do BCH é mais no sentido de garantir o direito de privacidade em nossas transações, nossa capacidade de desobediência civil e de construir alternativas comerciais com uma moeda descentralizada.
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Uma conversa com o Jeremy do Bitcoin Cash podcast sobre as possíveis utilidades dessa moeda digital que dispensa intermediários, garante privacidade e a soberania sobre dinheiro que usamos. Jeremy explicou a origem do Bitcoin e os eventos que levaram até a divisão entre Bitcoin e Bitcoin Cash. Estou estudando o uso de moedas alternativas como forma de assegurar a privacidade, o valor da moeda e a capacidade de dissidência (usando uma moeda descentralizada e sem intermediários que nem governos, nem bancos podem bloquear).
As moedas alternativas são essenciais no campo para apoiar uma cultura que valoriza a diversidade. Mas se essas moedas estiverem sempre atreladas ao banco central ou puderem ser censuradas ou subjugadas, elas perdem sua função de embasar uma cultura de pessoas autônomas. Essa é mais uma área que as pessoas à esquerda tem deixado passar batido das pautas.
Porque a maioria das pessoas defendendo e buscando formas de transação econômica sem intermediários (de pessoa para pessoa) são da direita, a esquerda deixa de estudar, praticar e criar alternativas que mantenham o direito de privacidade e a capacidade de dissidência. Um exemplo? Logo depois que o Bitcoin foi criado, perguntaram ao Yanis Varoufakis, uma das maiores lideranças da esquerda atualmente, o que ele achava. Ele disse que era uma grande solução para um problema que ainda não existia.
Um ano depois o Bitcoin salvava o Julian Assange e a Weakleaks da censura e falência quando todos os países juntos se recusaram a deixá-los usar o sistema bancário.
Estou testando o uso do Bitcoin Cash não como panaceia ou alternativa completa para sistema econômico fiduciário atual, mas como uma forma de garantir o direito de privacidade nas minhas transações, a minha capacidade de desobediência civil e de construir alternativas comerciais com uma moeda descentralizada.
Para apoiar meus testes com o Bitcoin Cash com doações, você pode usar esse endereço: bitcoincash:qzj3zy7htr42tp69js89yg2x577u9cvtey3x7a3rwp
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As moedas alternativas são essenciais no campo para apoiar uma cultura que valoriza a diversidade. Mas se essas moedas estiverem sempre atreladas ao banco central ou puderem ser censuradas ou subjugadas, elas perdem sua função de embasar uma cultura de pessoas autônomas. Essa é mais uma área que as pessoas à esquerda tem deixado passar batido das pautas.
Porque a maioria das pessoas defendendo e buscando formas de transação econômica sem intermediários (de pessoa para pessoa) são da direita, a esquerda deixa de estudar, praticar e criar alternativas que mantenham o direito de privacidade e a capacidade de dissidência. Um exemplo? Logo depois que o Bitcoin foi criado, perguntaram ao Yanis Varoufakis, uma das maiores lideranças da esquerda atualmente, o que ele achava. Ele disse que era uma grande solução para um problema que ainda não existia.
Um ano depois o Bitcoin salvava o Julian Assange e a Weakleaks da censura e falência quando todos os países juntos se recusaram a deixá-los usar o sistema bancário.
Estou testando o uso do Bitcoin Cash não como panaceia ou alternativa completa para sistema econômico fiduciário atual, mas como uma forma de garantir o direito de privacidade nas minhas transações, a minha capacidade de desobediência civil e de construir alternativas comerciais com uma moeda descentralizada.
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Nesse episódio do Podcast Impacto Positivo o agrônomo Gabriel Fernandes compartilha sua experiência atendendo agricultores familiares ainda dependentes do modelo industrial na região do litoral sul de SC. Gabriel também compartilha como tem trabalhado para construir autonomia por meio dos princípios e práticas agroecológicos. Um retrato em alta resolução das dificuldades da agricultura familiar e um testemunho forte de como é possível construir uma vida digna com a agroecologia. O Gabriel trabalha com consultorias para recuperação agroecológica do solo, análise de solo com a Cromatografia de Pfeiffer e desenho de sistemas de produção. Para contratar os serviços do Gabriel, é só entrar em contato pelo Instagram - @agentegera ou YouTube @Ecoraizes
Nesse episódio do Podcast Impacto Positivo o agrônomo Gabriel Fernandes compartilha sua experiência atendendo agricultores familiares ainda dependentes do modelo industrial na região do litoral sul de SC. Gabriel também compartilha como tem trabalhado para construir autonomia por meio dos princípios e práticas agroecológicos. Um retrato em alta resolução das dificuldades da agricultura familiar e um testemunho forte de como é possível construir uma vida digna com a agroecologia. O Gabriel trabalha com consultorias para recuperação agroecológica do solo, análise de solo com a Cromatografia de Pfeiffer e desenho de sistemas de produção. Para contratar os serviços do Gabriel, é só entrar em contato pelo Instagram - @agentegera ou YouTube @Ecoraizes
Para essa semana eu trago uma aula sobre gestão e planejamento de empreendimentos rurais. Os alunos que participam da Comunidade Impacto Positivo e do programa de acompanhamento individual Sucessão, fica o convite para enviarem dúvidas e comentários que exploraremos em uma próxima aula.
Este vídeo é a gravação da aula "Gestão e Planejamento Rurais". Com a pergunta “para qual futuro você está se planejando” a aula visa preparar famílias para a era do declínio energético desenhando empreendimentos rurais que trazem lucratividade, qualidade de vida e melhora da saúde ecológica da propriedade.
A aula foi gravada em um curso sobre a construção de domos geodésicos, promovido pelo Jorge Maron, da Ameríndia, que aconteceu em Florianópolis/SC em janeiro de 2026.
Para essa semana eu trago uma aula sobre gestão e planejamento de empreendimentos rurais. Os alunos que participam da Comunidade Impacto Positivo e do programa de acompanhamento individual Sucessão, fica o convite para enviarem dúvidas e comentários que exploraremos em uma próxima aula.
Este vídeo é a gravação da aula "Gestão e Planejamento Rurais". Com a pergunta “para qual futuro você está se planejando” a aula visa preparar famílias para a era do declínio energético desenhando empreendimentos rurais que trazem lucratividade, qualidade de vida e melhora da saúde ecológica da propriedade.
A aula foi gravada em um curso sobre a construção de domos geodésicos, promovido pelo Jorge Maron, da Ameríndia, que aconteceu em Florianópolis/SC em janeiro de 2026.
Nesse podcast Jorge Timmermann compartilha sua visão de que é o exemplo de uma vida vivida de forma coerente com o campo, com nossos valores e a ecologia que pode, de fato, trazer as mudanças necessárias. Paradoxalmente, essas mudanças em massa precisam acontecer um quintal por vez.
Jorge e sua companheira Suzana estão entre os educadores da permacultura com a maior taxa de sucesso ajudando as pessoas a se fixarem com vidas dignas, prazerosas e significativas no campo.
Nesse podcast Jorge Timmermann compartilha sua visão de que é o exemplo de uma vida vivida de forma coerente com o campo, com nossos valores e a ecologia que pode, de fato, trazer as mudanças necessárias. Paradoxalmente, essas mudanças em massa precisam acontecer um quintal por vez.
Jorge e sua companheira Suzana estão entre os educadores da permacultura com a maior taxa de sucesso ajudando as pessoas a se fixarem com vidas dignas, prazerosas e significativas no campo.
Acabamos de passar pelo solstício de verão, o dia do ano com mais horas de sol e a noite mais curta. No solstício de verão a maioria dos sistemas de produção está chegando ao seu pico, e a abundância trazida pelo sol do verão será colhida no outono.
Enquanto isso, o Hemisfério Norte passou pelo solstício de inverno. Muitos historiadores e pesquisadores inclusive dizem que a religião católica teria escolhido celebrar o Natal nessa época do ano para se apropriar das celebrações pagãs do solstício, celebrando nesta data o renascer do ciclos naturais uma vez que a noite mais longa já passou e o sol voltará a brilhar mais, trazendo luz, calor e a possibilidade de cultivo.
Neste vídeo, Eurico Vianna reflete sobre como, de acordo com os padrões naturais, no Hemisfério Sul estaríamos, na verdade, no meio do ano. Observando os fluxos energéticos naturais, percebemos o quanto estamos desconectados da natureza, e neste vídeo Eurico discorre sobre quais são os prejuízos dessa desconexão para quem vive no campo.
Para ter acesso a mais textos e reflexões como essa, inscreva-se em nossa mala direta através do link da Confraria Agrária https://euricovianna.com.br/confraria...
Acabamos de passar pelo solstício de verão, o dia do ano com mais horas de sol e a noite mais curta. No solstício de verão a maioria dos sistemas de produção está chegando ao seu pico, e a abundância trazida pelo sol do verão será colhida no outono.
Enquanto isso, o Hemisfério Norte passou pelo solstício de inverno. Muitos historiadores e pesquisadores inclusive dizem que a religião católica teria escolhido celebrar o Natal nessa época do ano para se apropriar das celebrações pagãs do solstício, celebrando nesta data o renascer do ciclos naturais uma vez que a noite mais longa já passou e o sol voltará a brilhar mais, trazendo luz, calor e a possibilidade de cultivo.
Neste vídeo, Eurico Vianna reflete sobre como, de acordo com os padrões naturais, no Hemisfério Sul estaríamos, na verdade, no meio do ano. Observando os fluxos energéticos naturais, percebemos o quanto estamos desconectados da natureza, e neste vídeo Eurico discorre sobre quais são os prejuízos dessa desconexão para quem vive no campo.
Para ter acesso a mais textos e reflexões como essa, inscreva-se em nossa mala direta através do link da Confraria Agrária https://euricovianna.com.br/confraria...
Quais são as qualidades e habilidades da cultura agrária que precisamos resgatar e nutrir e quais são as crenças e teimosias das quais precisamos nos livrar? Quer seja pelo foco reducionista no lucro, que predomina no modelo industrial de larga escala, ou pela vulnerabilidade e dependência que a agricultura familiar desenvolveu em relação ao modelo químico de produção em função do marketing alienante das corporações nas últimas décadas, é muito pouco provável que as inovações ecológicas, sociais e comerciais necessárias no campo da produção e distribuição de alimentos aconteçam de forma significativa entre as pessoas que já vivem no campo. Foi nesse sentido que o produtor rural e consultor estadunidense, Gabe Brown e da doutora em zootecnia e psicóloga Temple Grandin, compartilharam recentemente que as futuras lideranças na produção primária com ética ecológica não terão nascido e se criado no campo” (trecho do livro Meu Caderno de (ida para o) Campo).
Quais são as qualidades e habilidades da cultura agrária que precisamos resgatar e nutrir e quais são as crenças e teimosias das quais precisamos nos livrar? Quer seja pelo foco reducionista no lucro, que predomina no modelo industrial de larga escala, ou pela vulnerabilidade e dependência que a agricultura familiar desenvolveu em relação ao modelo químico de produção em função do marketing alienante das corporações nas últimas décadas, é muito pouco provável que as inovações ecológicas, sociais e comerciais necessárias no campo da produção e distribuição de alimentos aconteçam de forma significativa entre as pessoas que já vivem no campo. Foi nesse sentido que o produtor rural e consultor estadunidense, Gabe Brown e da doutora em zootecnia e psicóloga Temple Grandin, compartilharam recentemente que as futuras lideranças na produção primária com ética ecológica não terão nascido e se criado no campo” (trecho do livro Meu Caderno de (ida para o) Campo).
Nesse podcast Joel Salatin compartilha como desenvolveu a Polyfaces desde o começo baseado em princípios ecológicos e a necessidade de criar um empreendimento rural capaz de manter sua família vivendo bem no campo. Ele compartilha a saga da família desde seus pais até o momento atual com seu filho Daniel garantindo a sucessão familiar. Além disso, Salatin compartilha alguns de seus mentores, a importância do estudo para os produtores rurais e como tem inspirado os pequenos produtores rurais a encontrar brechas no sistema legal e burocracias para construir lucratividade com beneficiamento e venda direta de seus produtos dentro da propriedade. Ele acredita que o problema não é a falta de subsídios, mas o excesso de burocracias e exigências sanitárias que tem custos proibitivos para os pequenos e, portanto, favorecem o modelo industrial. Salatin termina explicando A Proclamação da Emancipação do Sistema Alimentar, um movimento que ele tem liderado para trazer de volta a liberdade de transação para os pequenos produtores rurais.
Nesse podcast Joel Salatin compartilha como desenvolveu a Polyfaces desde o começo baseado em princípios ecológicos e a necessidade de criar um empreendimento rural capaz de manter sua família vivendo bem no campo. Ele compartilha a saga da família desde seus pais até o momento atual com seu filho Daniel garantindo a sucessão familiar. Além disso, Salatin compartilha alguns de seus mentores, a importância do estudo para os produtores rurais e como tem inspirado os pequenos produtores rurais a encontrar brechas no sistema legal e burocracias para construir lucratividade com beneficiamento e venda direta de seus produtos dentro da propriedade. Ele acredita que o problema não é a falta de subsídios, mas o excesso de burocracias e exigências sanitárias que tem custos proibitivos para os pequenos e, portanto, favorecem o modelo industrial. Salatin termina explicando A Proclamação da Emancipação do Sistema Alimentar, um movimento que ele tem liderado para trazer de volta a liberdade de transação para os pequenos produtores rurais.
A mudança de paradigma de performance por animal para lucratividade por área é um salto gigantesco para a maioria dos produtores rurais. Quando se preconiza que essa lucratividade também deve trazer mais tempo livre e saúde para as pessoas e melhorar a propriedade sem nenhum uso de insumos químicos quase todos duvidam, mas isso não só é possível como vem sendo feito por produtores atendidos pelo Jaime Elizondo em vários continentes, climas e biomas.
O Pastejo Total, como preconiza Elizondo, exige altas densidades para promover o pastejo não seletivo seguido do descanso apropriado para a pastagem (considerando as espécies de sucessão longa). Elizondo também preconiza animais geneticamente adaptados, com boa condição inerente, equilíbrio hormonal (dimorfismo acentuado) e fertilidade medida na prática.
Foi uma conversa muito interessante e educativa com o Jaime compartilhando como o pastejo não seletivo melhora a propriedade rapidamente em função do metabolismo das plantas, do funcionamento da microbiota do solo e a maneira como o húmus é majoritariamente criado por essa simbiose e não pela adição de palhada (matéria orgânica em decomposição biológica) na parte de cima do solo.
Como muitos consultores tem faltado com ética ao comparar as abordagens que preconizam o pastejo seletivo com as que promovem o não seletivo, essa conversa é muito relevante para aqueles produtores que buscam viabilidade com uma pecuária ecológica e capaz de melhorar a biocapacidade das suas propriedades.
Site para contato com o Jaime Elizondo: https://www.rwranching.com/
A mudança de paradigma de performance por animal para lucratividade por área é um salto gigantesco para a maioria dos produtores rurais. Quando se preconiza que essa lucratividade também deve trazer mais tempo livre e saúde para as pessoas e melhorar a propriedade sem nenhum uso de insumos químicos quase todos duvidam, mas isso não só é possível como vem sendo feito por produtores atendidos pelo Jaime Elizondo em vários continentes, climas e biomas.
O Pastejo Total, como preconiza Elizondo, exige altas densidades para promover o pastejo não seletivo seguido do descanso apropriado para a pastagem (considerando as espécies de sucessão longa). Elizondo também preconiza animais geneticamente adaptados, com boa condição inerente, equilíbrio hormonal (dimorfismo acentuado) e fertilidade medida na prática.
Foi uma conversa muito interessante e educativa com o Jaime compartilhando como o pastejo não seletivo melhora a propriedade rapidamente em função do metabolismo das plantas, do funcionamento da microbiota do solo e a maneira como o húmus é majoritariamente criado por essa simbiose e não pela adição de palhada (matéria orgânica em decomposição biológica) na parte de cima do solo.
Como muitos consultores tem faltado com ética ao comparar as abordagens que preconizam o pastejo seletivo com as que promovem o não seletivo, essa conversa é muito relevante para aqueles produtores que buscam viabilidade com uma pecuária ecológica e capaz de melhorar a biocapacidade das suas propriedades.
Site para contato com o Jaime Elizondo: https://www.rwranching.com/
Duas lideranças internacionais da agricultura, Gabe Brown e Temple Grandin, concordam que os novos rurais tem mais chances de empreender com sucesso no campo do que as pessoas nascidas e criadas nele. Nessa Confraria Agrária eu falo sobre as principais características compartilhadas entre as pessoas que tem sucesso com empreendimentos rurais e leio um trecho do livro Meu Caderno de (ida para o) Campo no qual também discuto os principais riscos e desafios dos empreendimentos rurais com ética ecológica frente ao declínio energético. Se você quer desenvolver seu contexto holístico, o meu curso Gestão e Planejamento Impacto positivo pode acelerar isso, pra saber mais clique no link: https://euricovianna.com.br/gestao-e-planejamento-de-propriedades-rurais/
Duas lideranças internacionais da agricultura, Gabe Brown e Temple Grandin, concordam que os novos rurais tem mais chances de empreender com sucesso no campo do que as pessoas nascidas e criadas nele. Nessa Confraria Agrária eu falo sobre as principais características compartilhadas entre as pessoas que tem sucesso com empreendimentos rurais e leio um trecho do livro Meu Caderno de (ida para o) Campo no qual também discuto os principais riscos e desafios dos empreendimentos rurais com ética ecológica frente ao declínio energético. Se você quer desenvolver seu contexto holístico, o meu curso Gestão e Planejamento Impacto positivo pode acelerar isso, pra saber mais clique no link: https://euricovianna.com.br/gestao-e-planejamento-de-propriedades-rurais/
O propósito bem definido e uma visão de futuro nítida funcionam como um imã trazendo os sonhos do amanhã para a realidade do dia a dia. Um propósito bem definido deve descrever tanto o 'por quê' fazemos o que fazemos, quanto o 'como' queremos viver nas camadas social, ecológica e econômica enquanto trabalhamos em nossas missões de vida. Nesse encontro da Confraria Agrária eu trago exemplos do uso do Gerenciamento Holístico no desenvolvimento do propósito para nossas vidas em nossas propriedades. Uma aula com muitas reflexões sobre como construir sucesso integral no campo. Se você quer desenvolver seu contexto holístico, o meu curso Gestão e Planejamento Impacto positivo pode acelerar isso, pra saber mais clique no link: https://euricovianna.com.br/gestao-e-planejamento-de-propriedades-rurais/
O propósito bem definido e uma visão de futuro nítida funcionam como um imã trazendo os sonhos do amanhã para a realidade do dia a dia. Um propósito bem definido deve descrever tanto o 'por quê' fazemos o que fazemos, quanto o 'como' queremos viver nas camadas social, ecológica e econômica enquanto trabalhamos em nossas missões de vida. Nesse encontro da Confraria Agrária eu trago exemplos do uso do Gerenciamento Holístico no desenvolvimento do propósito para nossas vidas em nossas propriedades. Uma aula com muitas reflexões sobre como construir sucesso integral no campo. Se você quer desenvolver seu contexto holístico, o meu curso Gestão e Planejamento Impacto positivo pode acelerar isso, pra saber mais clique no link: https://euricovianna.com.br/gestao-e-planejamento-de-propriedades-rurais/
Será que estamos sobrepastoreando e degradando nossas propriedades com uma taxa de lotação menor do que deveríamos ter? É o que o pecuarista e autor Johann Zietsman vem defendendo citando John Acocks. Com humildade gigantesca, Zietsman diz que não criou o Pastejo Ultradenso, mas que 'apenas' teve a sorte de ter tido bons mentores e aprendido a ler a natureza de forma correta. Nesse podcast, ele compartilha como sempre soube que dedicaria sua vida a pecuária. Ele fala do contato com Allan Savory, criador do Gerenciamento Holístico, do tempo que estudou com o professor Jan Bonsma e do contato que teve com o criador da raça Beefmaster, Tom Lasater, e como essas referências foram importantes para que ele pudesse desenvolver o Pastejo Ultradenso. Durante o podcast conversamos sobre as diferenças de visão entre produtores e consultores que veem o campo pela lente da 'performance por animal' e os que entendem a necessidade de fazer a gestão com 'a maior lucratividade ecológica por área'. Os produtores e consultores que veem a pecuária pela lente da 'performance por animal' frequentemente são levadas a usar mais insumos e tem animais que precisam de mais suporte alimentar para serem férteis. Os que veem a 'máxima lucratividade ecológica por área' tendem a buscar animais adaptados, precoces, com boa condição corporal inerente e a cortar insumos químicos de suas operações. Zietsman também compartilha que acredita que temos o dever moral de usar os animais para melhorar a saúde das propriedades onde vivemos e produzimos. Uma conversa com muitas lições para aqueles que querem protagonizar uma vida no campo longe das garras das grandes indústria e deixando um legado de autonomia e saúde para as próximas gerações. * Esse podcast com o Zietsman é o segundo de uma série de vídeos/podcasts abordando o Manejo Ultra Denso de Pastagens. O primeiro vídeo/pocast “Rotatínuo, Gerenciamento Holístico e Ultradenso: vale a pena comparar?” foi uma aula explicando as premissas em comparação a essas outras abordagens. Deixe suas dúvidas e comentários para serem respondidos ou abordados durante a série.
Será que estamos sobrepastoreando e degradando nossas propriedades com uma taxa de lotação menor do que deveríamos ter? É o que o pecuarista e autor Johann Zietsman vem defendendo citando John Acocks. Com humildade gigantesca, Zietsman diz que não criou o Pastejo Ultradenso, mas que 'apenas' teve a sorte de ter tido bons mentores e aprendido a ler a natureza de forma correta. Nesse podcast, ele compartilha como sempre soube que dedicaria sua vida a pecuária. Ele fala do contato com Allan Savory, criador do Gerenciamento Holístico, do tempo que estudou com o professor Jan Bonsma e do contato que teve com o criador da raça Beefmaster, Tom Lasater, e como essas referências foram importantes para que ele pudesse desenvolver o Pastejo Ultradenso. Durante o podcast conversamos sobre as diferenças de visão entre produtores e consultores que veem o campo pela lente da 'performance por animal' e os que entendem a necessidade de fazer a gestão com 'a maior lucratividade ecológica por área'. Os produtores e consultores que veem a pecuária pela lente da 'performance por animal' frequentemente são levadas a usar mais insumos e tem animais que precisam de mais suporte alimentar para serem férteis. Os que veem a 'máxima lucratividade ecológica por área' tendem a buscar animais adaptados, precoces, com boa condição corporal inerente e a cortar insumos químicos de suas operações. Zietsman também compartilha que acredita que temos o dever moral de usar os animais para melhorar a saúde das propriedades onde vivemos e produzimos. Uma conversa com muitas lições para aqueles que querem protagonizar uma vida no campo longe das garras das grandes indústria e deixando um legado de autonomia e saúde para as próximas gerações. * Esse podcast com o Zietsman é o segundo de uma série de vídeos/podcasts abordando o Manejo Ultra Denso de Pastagens. O primeiro vídeo/pocast “Rotatínuo, Gerenciamento Holístico e Ultradenso: vale a pena comparar?” foi uma aula explicando as premissas em comparação a essas outras abordagens. Deixe suas dúvidas e comentários para serem respondidos ou abordados durante a série.
No último ano, em função da audiência que o projeto com os ovinos tem ganhado, alunos, amigos e colegas vem me perguntando sobre qual a melhor abordagem de pastejo e se eu recomendo o Rotatínuo como uma boa opção. Depois de estudar sobre a abordagem e ver como ela vem sendo divulgada nas redes fazendo comparações que tiram de contexto outras abordagens, achei melhor fazer uma espécie de "revisão bibliográfica". Nos vídeos e palestras, o manejo Rotatínuo fica bem definido e promovido, mas o Gerenciamento Holístico e o Ultra Denso ficam descaracterizados, não sei se por falta de leitura ou entendimento. O Rotatínuo visa otimizar a performance animal. O Gerenciamento Holístico não é uma abordagem de pastejo, é uma estrutura de gestão. E o Ultra denso, não é uma ferramenta de fatiar pastagens para melhor colher pasto, é um paradigma de gestão de propriedades que visa máxima lucratividade ecológica por área usando uma genética adaptada para o pastejo não seletivo. Embora seja possível comparar abordagens que partem de premissas completamente diferentes, entendo que essas premissas precisam ficar muito claras para que cada produtor possa avaliar o que faz sentido para o seu contexto. Todas essas abordagens tem pontos positivos, mas para que as comparações sejam válidas, além das premissas esclarecidas, se faz necessário avaliar métricas e indicadores de propriedades que tiveram sucesso em cada uma dessas abordagens. Esse sucesso precisa ser avaliado levando em conta os resultados nas dimensões social (qualidade de vida), ecológica (melhora dos 4 processos ecossistêmicos e taxa de lotação da propriedade) e econômica (lucratividade máxima por área manejada) de cada propriedade. O escopo desse vídeo não permite fazer o tipo de comparação necessária, mas por outro lado, apresenta melhor o que é o Gerenciamento Holístico e o Ultra Denso para que os produtores possam pensar o que melhor cabe para o contexto deles.
No último ano, em função da audiência que o projeto com os ovinos tem ganhado, alunos, amigos e colegas vem me perguntando sobre qual a melhor abordagem de pastejo e se eu recomendo o Rotatínuo como uma boa opção. Depois de estudar sobre a abordagem e ver como ela vem sendo divulgada nas redes fazendo comparações que tiram de contexto outras abordagens, achei melhor fazer uma espécie de "revisão bibliográfica". Nos vídeos e palestras, o manejo Rotatínuo fica bem definido e promovido, mas o Gerenciamento Holístico e o Ultra Denso ficam descaracterizados, não sei se por falta de leitura ou entendimento. O Rotatínuo visa otimizar a performance animal. O Gerenciamento Holístico não é uma abordagem de pastejo, é uma estrutura de gestão. E o Ultra denso, não é uma ferramenta de fatiar pastagens para melhor colher pasto, é um paradigma de gestão de propriedades que visa máxima lucratividade ecológica por área usando uma genética adaptada para o pastejo não seletivo. Embora seja possível comparar abordagens que partem de premissas completamente diferentes, entendo que essas premissas precisam ficar muito claras para que cada produtor possa avaliar o que faz sentido para o seu contexto. Todas essas abordagens tem pontos positivos, mas para que as comparações sejam válidas, além das premissas esclarecidas, se faz necessário avaliar métricas e indicadores de propriedades que tiveram sucesso em cada uma dessas abordagens. Esse sucesso precisa ser avaliado levando em conta os resultados nas dimensões social (qualidade de vida), ecológica (melhora dos 4 processos ecossistêmicos e taxa de lotação da propriedade) e econômica (lucratividade máxima por área manejada) de cada propriedade. O escopo desse vídeo não permite fazer o tipo de comparação necessária, mas por outro lado, apresenta melhor o que é o Gerenciamento Holístico e o Ultra Denso para que os produtores possam pensar o que melhor cabe para o contexto deles.
O produtor rural Joel Salatin tem uma frase que gosto muito: "Quem conhecer quem produz seu alimento, visite a estante de livros dessa pessoa!". Eu sinto muita falta das conversas sobre as leituras que informam nossa visão de mundo e vida no campo, por isso nessa reunião da Confraria Agrária eu trago algumas das referências que tenho estudado e usado nas minhas consultorias, planejamento de propriedades e projeto com os ovinos. Integrar animais em nossas propriedades, mas do que uma opção, tem se tornado uma necessidade! Seja pela piora acentuada e constante dos alimentos de origem animal ofertados nos sistemas alimentares industriais e centralizados ou mesmo pela autonomia sobre o adubo, a pecuária tem se tornado um imperativo para as pessoas que tem ética ecológica e sabem que precisam maximizar a eficiência energética de seus sistemas de produção. O desafio para muitas pessoas é como integrar animais à propriedade e sistemas de produção de forma relamente ecológica e sem depender de insumos que vem das corporações petroquímicas, farmacêuticas e mineradoras. Essa integração ecológica, raramente é apoiada pela zootecnia, agronomia e veterinária vigentes e por isso se torna essencial uma boa rede de apoio, visitar produtores que tiveram sucesso nessa empreitada e muito estudo. Deixo aqui algumas indicações para esse estudo. A Confraria Agrária vai ao ar toda quarta as 10h da manhã. Para participar da reunião e ser avisado dos episódios, e só se inscrever na mala direta: https://euricovianna.com.br/confraria-agraria/
O produtor rural Joel Salatin tem uma frase que gosto muito: "Quem conhecer quem produz seu alimento, visite a estante de livros dessa pessoa!". Eu sinto muita falta das conversas sobre as leituras que informam nossa visão de mundo e vida no campo, por isso nessa reunião da Confraria Agrária eu trago algumas das referências que tenho estudado e usado nas minhas consultorias, planejamento de propriedades e projeto com os ovinos. Integrar animais em nossas propriedades, mas do que uma opção, tem se tornado uma necessidade! Seja pela piora acentuada e constante dos alimentos de origem animal ofertados nos sistemas alimentares industriais e centralizados ou mesmo pela autonomia sobre o adubo, a pecuária tem se tornado um imperativo para as pessoas que tem ética ecológica e sabem que precisam maximizar a eficiência energética de seus sistemas de produção. O desafio para muitas pessoas é como integrar animais à propriedade e sistemas de produção de forma relamente ecológica e sem depender de insumos que vem das corporações petroquímicas, farmacêuticas e mineradoras. Essa integração ecológica, raramente é apoiada pela zootecnia, agronomia e veterinária vigentes e por isso se torna essencial uma boa rede de apoio, visitar produtores que tiveram sucesso nessa empreitada e muito estudo. Deixo aqui algumas indicações para esse estudo. A Confraria Agrária vai ao ar toda quarta as 10h da manhã. Para participar da reunião e ser avisado dos episódios, e só se inscrever na mala direta: https://euricovianna.com.br/confraria-agraria/
No desenho ecológico cada função importante deve ser amparada por pelo menos 3 elementos. Podemos então pensar o desenho dos eventos para que eles sejam elementos que cumprem várias funções.
Os eventos nas propriedades familiares e ecológicas não dever sem um objetivo por si só. Eventos podem e devem ser usados para aumentar o faturamento, ampliar a base de clientes e promover vendas diretas. Mas também devem ser pensados como forma de fortalecer o tecido social e criar apólices de seguro para o apoio mútuo, as trocas e a dádiva nos momentos de crise.
Também baseado nos princípios do Gerenciamento Holístico, eu compartilho nessa Confraria Agrária, porquê, como e quando podemos promover eventos de forma a fortalecer as dimensões social, cultural, ecológica e econômicas das nossas vidas na propriedade rural.
As reuniões da Confraria Agrária acontecem nas quartas feiras as 10 manhã ao vivo pelo Zoom com as pessoas da rede se formou em torno do meu trabalho. A Confraria Agrária vai ao ar toda quarta as 10h da manhã. Para participar da reunião e ser avisado dos episódios, e só se inscrever na mala direta: https://t.me/+WA66616EfIw2ZDYx
No desenho ecológico cada função importante deve ser amparada por pelo menos 3 elementos. Podemos então pensar o desenho dos eventos para que eles sejam elementos que cumprem várias funções.
Os eventos nas propriedades familiares e ecológicas não dever sem um objetivo por si só. Eventos podem e devem ser usados para aumentar o faturamento, ampliar a base de clientes e promover vendas diretas. Mas também devem ser pensados como forma de fortalecer o tecido social e criar apólices de seguro para o apoio mútuo, as trocas e a dádiva nos momentos de crise.
Também baseado nos princípios do Gerenciamento Holístico, eu compartilho nessa Confraria Agrária, porquê, como e quando podemos promover eventos de forma a fortalecer as dimensões social, cultural, ecológica e econômicas das nossas vidas na propriedade rural.
As reuniões da Confraria Agrária acontecem nas quartas feiras as 10 manhã ao vivo pelo Zoom com as pessoas da rede se formou em torno do meu trabalho. A Confraria Agrária vai ao ar toda quarta as 10h da manhã. Para participar da reunião e ser avisado dos episódios, e só se inscrever na mala direta: https://t.me/+WA66616EfIw2ZDYx
Uma conversa sobre porque alguns lugares estão sendo engolidos pelo e outros estão sendo esvaziados ou gentrificados. Vou desde a contextualização do declínio energético como causa do aumento da violência, passo por soluções de planejamento da propriedade e vou até soluções coletivas e 'invisíveis' que envolvem ações e estratégias essenciais para aumentarmos a segurança de nossas propriedades rurais. A Confraria Agrária vai ao ar toda quarta as 10h da manhã. Para participar da reunião e ser avisado dos episódios, e só se inscrever na mala direta: https://euricovianna.com.br/confraria-agraria/ Se você quer agendar uma reunião diagnóstica pra avaliar a participação no meu programa de acompanhamento personalizado, responda o formulário: https://forms.gle/iAFwfcV6g5WhW83B7 Se você quer desenvolver seu contexto holístico, o meu curso Gestão e Planejamento Impacto positivo pode acelerar isso, pra saber mais clique no link: https://euricovianna.com.br/gestao-e-planejamento-de-propriedades-rurais/
Uma conversa sobre porque alguns lugares estão sendo engolidos pelo e outros estão sendo esvaziados ou gentrificados. Vou desde a contextualização do declínio energético como causa do aumento da violência, passo por soluções de planejamento da propriedade e vou até soluções coletivas e 'invisíveis' que envolvem ações e estratégias essenciais para aumentarmos a segurança de nossas propriedades rurais. A Confraria Agrária vai ao ar toda quarta as 10h da manhã. Para participar da reunião e ser avisado dos episódios, e só se inscrever na mala direta: https://euricovianna.com.br/confraria-agraria/ Se você quer agendar uma reunião diagnóstica pra avaliar a participação no meu programa de acompanhamento personalizado, responda o formulário: https://forms.gle/iAFwfcV6g5WhW83B7 Se você quer desenvolver seu contexto holístico, o meu curso Gestão e Planejamento Impacto positivo pode acelerar isso, pra saber mais clique no link: https://euricovianna.com.br/gestao-e-planejamento-de-propriedades-rurais/
Abrindo a Confraria Agrária, eu trago como o Gerenciamento Holístico pode ser usado para resolver o maior desafio dos negócios rurais. Para além do óbvio, pelo menos para mim, de não alienar um ser humano complexo, multifacetado, e tão merecedor quanto eu de uma vida digna com trabalho gratificante e bem reconhecido, eu exploro como alguns empreendedores rurais tem tido sucesso com as parcerias que aumentam a capacidade de realizar trabalhos, enquanto a maioria tem tido muita dificuldade. A Confraria Agrária é gravada ao vivo todas as quartas as 10 da manhã. Para participar enviando perguntas é só se inscrever por meio do link: https://euricovianna.com.br/confraria-agraria/ Se você quer agendar uma reunião diagnóstica pra avaliar a participação no meu programa de acompanhamento personalizado, responda o formulário: https://forms.gle/iAFwfcV6g5WhW83B7 Se você quer desenvolver seu contexto holístico, o meu curso Gestão e Planejamento Impacto positivo pode acelerar isso, pra saber mais clique no link: https://euricovianna.com.br/gestao-e-planejamento-de-propriedades-rurais/
Abrindo a Confraria Agrária, eu trago como o Gerenciamento Holístico pode ser usado para resolver o maior desafio dos negócios rurais. Para além do óbvio, pelo menos para mim, de não alienar um ser humano complexo, multifacetado, e tão merecedor quanto eu de uma vida digna com trabalho gratificante e bem reconhecido, eu exploro como alguns empreendedores rurais tem tido sucesso com as parcerias que aumentam a capacidade de realizar trabalhos, enquanto a maioria tem tido muita dificuldade. A Confraria Agrária é gravada ao vivo todas as quartas as 10 da manhã. Para participar enviando perguntas é só se inscrever por meio do link: https://euricovianna.com.br/confraria-agraria/ Se você quer agendar uma reunião diagnóstica pra avaliar a participação no meu programa de acompanhamento personalizado, responda o formulário: https://forms.gle/iAFwfcV6g5WhW83B7 Se você quer desenvolver seu contexto holístico, o meu curso Gestão e Planejamento Impacto positivo pode acelerar isso, pra saber mais clique no link: https://euricovianna.com.br/gestao-e-planejamento-de-propriedades-rurais/
Você já foi chamado de louco por querer viver no campo criando intimidade com a natureza?! Já teve seus amigos e parentes te fazendo questionar o viver que faz seus olhos brilharem, o coração se aquecer e a mente acender? O João Campos, ou o 'dotô' como é conhecido na sua região, passou por tudo isso. Mesmo com uma carreira segura como advogado em um grande centro urbano, ele largou tudo para viver no campo. Foi sozinho para a fazenda na frente e hoje a família vive em uma cidade bem pequena ao lado da fazenda até que a transição se complete. A mudança foi relativamente recente, a queijaria ainda não paga todas as contas da família, mas já é lucrativa como negócio e ganhou o primeiro prêmio em um festival de queijos na França! João passou a dizer que "loucura é quando a pessoa consegue unir a vocação, com a sensibilidade e inteligência". A Licurizal rapidamente está se tornando referência na região porque o exemplo da viabilidade vinda da ética ecológica arrasta. O gado é de dupla aptidão, criado exclusivamente a pasto, ordenhado só uma vez por dia e com folga no domingo. O Dotô pega no pesado com o vaqueiro Leo, único funcionário e defende, como Schumacher, que "o negócio é ser pequeno!". Com esse mote ele fundou uma associação de micro e pequenas queijarias na Bahia "Queijo Baiano"; a única associação com representatividade coerente: precisa ser produtor para participar e votar. Com vistas em tornar a pecuária ecológica e as micro queijarias, viáveis, a associação tem articulado soluções legislativas específicas para a produção familiar de pequeno porte nos municípios em que atua. Para entrar em contato com o Dotô João e encomendar os queijos maravilhosos com "sotaque" da caatinga baiana, visitem o Instagram @queijariaefazendalicurizal
Você já foi chamado de louco por querer viver no campo criando intimidade com a natureza?! Já teve seus amigos e parentes te fazendo questionar o viver que faz seus olhos brilharem, o coração se aquecer e a mente acender? O João Campos, ou o 'dotô' como é conhecido na sua região, passou por tudo isso. Mesmo com uma carreira segura como advogado em um grande centro urbano, ele largou tudo para viver no campo. Foi sozinho para a fazenda na frente e hoje a família vive em uma cidade bem pequena ao lado da fazenda até que a transição se complete. A mudança foi relativamente recente, a queijaria ainda não paga todas as contas da família, mas já é lucrativa como negócio e ganhou o primeiro prêmio em um festival de queijos na França! João passou a dizer que "loucura é quando a pessoa consegue unir a vocação, com a sensibilidade e inteligência". A Licurizal rapidamente está se tornando referência na região porque o exemplo da viabilidade vinda da ética ecológica arrasta. O gado é de dupla aptidão, criado exclusivamente a pasto, ordenhado só uma vez por dia e com folga no domingo. O Dotô pega no pesado com o vaqueiro Leo, único funcionário e defende, como Schumacher, que "o negócio é ser pequeno!". Com esse mote ele fundou uma associação de micro e pequenas queijarias na Bahia "Queijo Baiano"; a única associação com representatividade coerente: precisa ser produtor para participar e votar. Com vistas em tornar a pecuária ecológica e as micro queijarias, viáveis, a associação tem articulado soluções legislativas específicas para a produção familiar de pequeno porte nos municípios em que atua. Para entrar em contato com o Dotô João e encomendar os queijos maravilhosos com "sotaque" da caatinga baiana, visitem o Instagram @queijariaefazendalicurizal
Este trecho faz parte da oitava Tertúlia Literária, uma série de encontros de consultoria em grupo, online e exclusivas aos apoiadores do meu livro: "Meu Caderno de (ida para o) Campo", com lançamento previsto para o Segundo Semestre deste ano.
Estou escrevendo este livro com o objetivo de apoiar as pessoas decididas a fazer a transição ecológica, munindo-as de inspiração mas também ferramentas na busca por uma vida integral.
Nesses encontros e no grupo de WhatsApp exclusivo aos apoiadores, eles trazem suas perguntas, anseios e dúvidas na transição de quem já tem terra, de quem está na busca do lugar ou de quem tem apenas um sonho. As trocas têm sido riquíssimas e você pode fazer parte da próxima.
Para garantir sua vaga e pedir seu livro, acesse o link.
Vem comigo plantar mais gente no campo!
Muito obrigado a todas as pessoas pela companhia nessa jornada.
Este trecho faz parte da oitava Tertúlia Literária, uma série de encontros de consultoria em grupo, online e exclusivas aos apoiadores do meu livro: "Meu Caderno de (ida para o) Campo", com lançamento previsto para o Segundo Semestre deste ano.
Estou escrevendo este livro com o objetivo de apoiar as pessoas decididas a fazer a transição ecológica, munindo-as de inspiração mas também ferramentas na busca por uma vida integral.
Nesses encontros e no grupo de WhatsApp exclusivo aos apoiadores, eles trazem suas perguntas, anseios e dúvidas na transição de quem já tem terra, de quem está na busca do lugar ou de quem tem apenas um sonho. As trocas têm sido riquíssimas e você pode fazer parte da próxima.
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Vem comigo plantar mais gente no campo!
Muito obrigado a todas as pessoas pela companhia nessa jornada.
Na Tertúlia Literária 8, trouxe essa memória de meu avô, Seu Maninho, que foi meu maior exemplo, meu farol de ética moral e consciência ecológica. A coerência de que falo e da qual busco para minha própria vida do cuidado com o solo, com os animais e com as pessoas.
Esse é um trecho de uma das reuniões exclusivas com os patronos do meu livro: "O meu caderno de ida para o campo". Que ao comprarem antecipadamente, além de viabilizarem a revisão, ilustração e impressão, todos os apoiadores ganham acesso às essas reuniões qque além de leituras de partes do livro, funcionam como consultoria em grupo para a transição deles.
Para garantir sua vaga e pedir seu livro, acesse o link.
Vem comigo plantar mais gente no campo!
Muito obrigado a todas as pessoas pela companhia nessa jornada.
Na Tertúlia Literária 8, trouxe essa memória de meu avô, Seu Maninho, que foi meu maior exemplo, meu farol de ética moral e consciência ecológica. A coerência de que falo e da qual busco para minha própria vida do cuidado com o solo, com os animais e com as pessoas.
Esse é um trecho de uma das reuniões exclusivas com os patronos do meu livro: "O meu caderno de ida para o campo". Que ao comprarem antecipadamente, além de viabilizarem a revisão, ilustração e impressão, todos os apoiadores ganham acesso às essas reuniões qque além de leituras de partes do livro, funcionam como consultoria em grupo para a transição deles.
Para garantir sua vaga e pedir seu livro, acesse o link.
Vem comigo plantar mais gente no campo!
Muito obrigado a todas as pessoas pela companhia nessa jornada.
Este foi um trecho faz parte da sétima Tertúlia Literária, uma série de encontros de consultoria em grupo, online e exclusivas aos apoiadores do meu livro: "Meu Caderno de (ida para o) Campo", com lançamento previsto para o Segundo Semestre deste ano.
Estou escrevendo este livro com o objetivo de apoiar as pessoas decididas a fazer a transição ecológica, munindo-as de inspiração mas também ferramentas na busca por uma vida integral.
Nesses encontros e no grupo de WhatsApp exclusivo aos apoiadores, eles trazem suas perguntas, anseios e dúvidas na transição de quem já tem terra, de quem está na busca do lugar ou de quem tem apenas um sonho. As trocas têm sido riquíssimas e você pode fazer parte da próxima.
Para garantir sua vaga e pedir seu livro, acesse o link.
Vem comigo plantar mais gente no campo!
Muito obrigado a todas as pessoas pela companhia nessa jornada.
Este foi um trecho faz parte da sétima Tertúlia Literária, uma série de encontros de consultoria em grupo, online e exclusivas aos apoiadores do meu livro: "Meu Caderno de (ida para o) Campo", com lançamento previsto para o Segundo Semestre deste ano.
Estou escrevendo este livro com o objetivo de apoiar as pessoas decididas a fazer a transição ecológica, munindo-as de inspiração mas também ferramentas na busca por uma vida integral.
Nesses encontros e no grupo de WhatsApp exclusivo aos apoiadores, eles trazem suas perguntas, anseios e dúvidas na transição de quem já tem terra, de quem está na busca do lugar ou de quem tem apenas um sonho. As trocas têm sido riquíssimas e você pode fazer parte da próxima.
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Vem comigo plantar mais gente no campo!
Muito obrigado a todas as pessoas pela companhia nessa jornada.
Já pensou quanta diversidade de sementes ainda temos na América Latina? É preciso viajar os rincões mais escondidos onde a cultura das pessoas segue valorizando a autonomia mais que as comodidades. Para 'salvar' as sementes, precisamos primeiro viver a realidade e intimidade de participar diretamente no cultivo de pelo parte de nossos alimentos. É salvando viveres autônomos que passaremos a ter 'bibliotecas' onde sementes são usadas, trocadas e atualizadas ao invés de 'bancos' que acumulam e travam o fluxo da Vida. Nos últimos meses o Thiago Luiz, guardião e dispersor de várias sementes tradicionais fez uma viagem pela América Latina trazendo muitas novidades. Nossa conversa deu muitas voltas e abordou desde a cosmovisão necessária para voltarmos a só usar sementes naturais, passando por questões espirituais até chegar na necessidade de relocalizarmos e renomearmos muitas dessas variedades que ele tem dispersado pelo Brasil (talvez até por meio de cursos presenciais para quem tiver interesse). A Chasqui Sementes, empresa que o Thiago montou com a esposa, está em pleno funcionamento com muitas variedades tradicionais disponíveis para quem quiser adotá-las e adaptá-las ao clima, solo e cultura do seu quinhão. Para contactar o Thiago e fazer pedidos, basta acessar o contato pelo Instagram @thiago.agrofloresta
Já pensou quanta diversidade de sementes ainda temos na América Latina? É preciso viajar os rincões mais escondidos onde a cultura das pessoas segue valorizando a autonomia mais que as comodidades. Para 'salvar' as sementes, precisamos primeiro viver a realidade e intimidade de participar diretamente no cultivo de pelo parte de nossos alimentos. É salvando viveres autônomos que passaremos a ter 'bibliotecas' onde sementes são usadas, trocadas e atualizadas ao invés de 'bancos' que acumulam e travam o fluxo da Vida. Nos últimos meses o Thiago Luiz, guardião e dispersor de várias sementes tradicionais fez uma viagem pela América Latina trazendo muitas novidades. Nossa conversa deu muitas voltas e abordou desde a cosmovisão necessária para voltarmos a só usar sementes naturais, passando por questões espirituais até chegar na necessidade de relocalizarmos e renomearmos muitas dessas variedades que ele tem dispersado pelo Brasil (talvez até por meio de cursos presenciais para quem tiver interesse). A Chasqui Sementes, empresa que o Thiago montou com a esposa, está em pleno funcionamento com muitas variedades tradicionais disponíveis para quem quiser adotá-las e adaptá-las ao clima, solo e cultura do seu quinhão. Para contactar o Thiago e fazer pedidos, basta acessar o contato pelo Instagram @thiago.agrofloresta
Na sétima Tertúlia Literária abordei a importância de buscarmos autonomia nas 5 áreas essenciais do viver: moradia, água, alimento, saúde e mobilidade. Tema que dedico um capítulo inteiro do meu livro de nome "Meu Caderno de (ida para o) Campo", que tem lançamento previsto para o segundo semestre deste ano. Meu propósito com ele é plantar mais pessoas no campo com ética ecológica, ajudando nessa jornada tanto com inspirações quanto com ferramentas.
As tertúlias é como apelidei os encontros online exclusivos aos apoiadores do livro. Aqui vai uma amostra dessas conversas, que têm sido riquíssimas, e você pode participar ao vivo dos próximos: é só pedir seu livro antecipadamente e, como forma de agradecimento, você recebe:
•seu exemplar antes do lançamento, com uma dedicatória especial;
•seu nome na sessão de apoiadores do livro;
•acesso ao grupo exclusivo;
•acesso as gravações das edições anteriores
•participação nas Tertúlias Literárias até o lançamento do livro.
Para garantir sua vaga e pedir seu livro, basta acessar o link.
Venha, traga suas perguntas e dúvidas sobre transição e vamos junto plantar mais gente no campo!
Na sétima Tertúlia Literária abordei a importância de buscarmos autonomia nas 5 áreas essenciais do viver: moradia, água, alimento, saúde e mobilidade. Tema que dedico um capítulo inteiro do meu livro de nome "Meu Caderno de (ida para o) Campo", que tem lançamento previsto para o segundo semestre deste ano. Meu propósito com ele é plantar mais pessoas no campo com ética ecológica, ajudando nessa jornada tanto com inspirações quanto com ferramentas.
As tertúlias é como apelidei os encontros online exclusivos aos apoiadores do livro. Aqui vai uma amostra dessas conversas, que têm sido riquíssimas, e você pode participar ao vivo dos próximos: é só pedir seu livro antecipadamente e, como forma de agradecimento, você recebe:
•seu exemplar antes do lançamento, com uma dedicatória especial;
•seu nome na sessão de apoiadores do livro;
•acesso ao grupo exclusivo;
•acesso as gravações das edições anteriores
•participação nas Tertúlias Literárias até o lançamento do livro.
Para garantir sua vaga e pedir seu livro, basta acessar o link.
Venha, traga suas perguntas e dúvidas sobre transição e vamos junto plantar mais gente no campo!
Este foi um trecho faz parte da sexta Tertúlia Literária, uma série de encontros de consultoria em grupo, online e exclusivas aos apoiadores do meu livro: "Meu Caderno de (ida para o) Campo", com lançamento previsto para o Segundo Semestre deste ano.
Estou escrevendo este livro com o objetivo de apoiar as pessoas decididas a fazer a transição ecológica, munindo-as de inspiração mas também ferramentas na busca por uma vida integral.
Nesses encontros e no grupo de WhatsApp exclusivo aos apoiadores, eles trazem suas perguntas, anseios e dúvidas na transição de quem já tem terra, de quem está na busca do lugar ou de quem tem apenas um sonho. As trocas têm sido riquíssimas e você pode fazer parte da próxima.
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Vem comigo plantar mais gente no campo! Muito obrigado a todas as pessoas pela companhia nessa jornada.
Este foi um trecho faz parte da sexta Tertúlia Literária, uma série de encontros de consultoria em grupo, online e exclusivas aos apoiadores do meu livro: "Meu Caderno de (ida para o) Campo", com lançamento previsto para o Segundo Semestre deste ano.
Estou escrevendo este livro com o objetivo de apoiar as pessoas decididas a fazer a transição ecológica, munindo-as de inspiração mas também ferramentas na busca por uma vida integral.
Nesses encontros e no grupo de WhatsApp exclusivo aos apoiadores, eles trazem suas perguntas, anseios e dúvidas na transição de quem já tem terra, de quem está na busca do lugar ou de quem tem apenas um sonho. As trocas têm sido riquíssimas e você pode fazer parte da próxima.
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Vem comigo plantar mais gente no campo! Muito obrigado a todas as pessoas pela companhia nessa jornada.
Na Sexta Tertúlia Literária trouxe trechos compilados de alguns autores que são referência para mim e para o livro no olhar sistêmico da ecologia profunda , como Bill Mollison, Wendell Berry e Aldo Leopold.
O meu livro: "Meu Caderno de (ida para o) Campo", tem lançamento previsto para o segundo semestre deste ano e meu propósito com ele é plantar mais pessoas no campo com ética ecológica, ajudando nessa jornada tanto com inspirações quanto com ferramentas.
Aqui vai uma amostra das conversas, que têm sido riquíssimas, e você pode participar ao vivo dos próximos encontros: é só pedir seu livro antecipadamente e como forma de agradecimento, você recebe:
•seu exemplar antes do lançamento, com uma dedicatória especial;
•seu nome na sessão de apoiadores do livro;
•acesso ao grupo exclusivo;
•acesso as gravações das edições anteriores
•participação nas Tertúlias Literárias até o lançamento do livro.
Para garantir sua vaga e pedir seu livro, basta acessar o link.
Venha, traga suas perguntas e dúvidas sobre transição e vamos junto plantar mais gente no campo!
Na Sexta Tertúlia Literária trouxe trechos compilados de alguns autores que são referência para mim e para o livro no olhar sistêmico da ecologia profunda , como Bill Mollison, Wendell Berry e Aldo Leopold.
O meu livro: "Meu Caderno de (ida para o) Campo", tem lançamento previsto para o segundo semestre deste ano e meu propósito com ele é plantar mais pessoas no campo com ética ecológica, ajudando nessa jornada tanto com inspirações quanto com ferramentas.
Aqui vai uma amostra das conversas, que têm sido riquíssimas, e você pode participar ao vivo dos próximos encontros: é só pedir seu livro antecipadamente e como forma de agradecimento, você recebe:
•seu exemplar antes do lançamento, com uma dedicatória especial;
•seu nome na sessão de apoiadores do livro;
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Este foi um trecho faz parte da quinta Tertúlia Literária 5, encontros de consultoria em grupo, online exclusivas aos apoiadores do meu livro: "Meu Caderno de (ida para o) Campo", com lançamento previsto para o Segundo Semestre deste ano. Estou escrevendo este livro com o objetivo de apoiar as pessoas decididas a fazer a transição ecológica, munindo-as de inspiração mas também ferramentas na busca por uma vida integral.
Você quer viver uma vida mais tranquila, mais ecológica e não sabe por onde começar? Você já está no campo ou buscando terra mas quer alinhar as vocações do lugar com as suas?
Então, eu tenho um convite: peça antecipadamente o seu exemplar do meu livro e participe dessas reuniões de consultoria em grupo, se conectando com pessoas com mesmo propósito e trazendo suas dúvidas e anseios.
Além de viabilizar o projeto do livro com a edição, revisão e ilustração, você se conecta com uma rede de pessoas e tem acesso tanto a gravação completa das edições anteriores como participa das próximas até o lançamento oficial do livro.
E, como forma de agradecimento, você recebe:
•Seu exemplar antes do lançamento, com uma dedicatória especial
•Seu nome na sessão de apoiadores do livro
•Acesso ao grupo exclusivo
Para garantir sua vaga e pedir seu livro, acesse o link.
É simples, basta preencher os dados que você já entra para o grupo exclusivo de apoiadores e participa da próxima! Vamos plantar mais gente no campo?
Muito obrigado a todas as pessoas pela companhia nessa jornada.
Este foi um trecho faz parte da quinta Tertúlia Literária 5, encontros de consultoria em grupo, online exclusivas aos apoiadores do meu livro: "Meu Caderno de (ida para o) Campo", com lançamento previsto para o Segundo Semestre deste ano. Estou escrevendo este livro com o objetivo de apoiar as pessoas decididas a fazer a transição ecológica, munindo-as de inspiração mas também ferramentas na busca por uma vida integral.
Você quer viver uma vida mais tranquila, mais ecológica e não sabe por onde começar? Você já está no campo ou buscando terra mas quer alinhar as vocações do lugar com as suas?
Então, eu tenho um convite: peça antecipadamente o seu exemplar do meu livro e participe dessas reuniões de consultoria em grupo, se conectando com pessoas com mesmo propósito e trazendo suas dúvidas e anseios.
Além de viabilizar o projeto do livro com a edição, revisão e ilustração, você se conecta com uma rede de pessoas e tem acesso tanto a gravação completa das edições anteriores como participa das próximas até o lançamento oficial do livro.
E, como forma de agradecimento, você recebe:
•Seu exemplar antes do lançamento, com uma dedicatória especial
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•Acesso ao grupo exclusivo
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É simples, basta preencher os dados que você já entra para o grupo exclusivo de apoiadores e participa da próxima! Vamos plantar mais gente no campo?
Muito obrigado a todas as pessoas pela companhia nessa jornada.
Na quinta Tertúlia Literária eu trouxe o trecho que aborda aspectos econômicos do contexto holístico- "Dinheiro, Riqueza e Dívida: o futuro dos empreendimentos rurais com ética ecológica".
Aqui vai uma amostra desses encontros exclusivos aos apoiadores do meu livro: "Meu Caderno de (ida para o) Campo". O livro tem lançamento previsto para o segundo semestre deste ano e meu propósito com ele é plantar mais pessoas no campo ajudando tanto com inspirações quanto com ferramentas.
Os papos tem sido riquíssimos e você pode participar da próxima. É só pedir seu livro antecipadamente e como forma de agradecimento, você recebe:
•Seu exemplar antes do lançamento, com uma dedicatória especial •seu nome na sessão de apoiadores do livro
•Acesso ao grupo exclusivo
•Acesso as gravações das edições anteriores
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Vem , traga suas perguntas e dúvidas sobre transição e vamos junto plantar mais gente no campo!
Na quinta Tertúlia Literária eu trouxe o trecho que aborda aspectos econômicos do contexto holístico- "Dinheiro, Riqueza e Dívida: o futuro dos empreendimentos rurais com ética ecológica".
Aqui vai uma amostra desses encontros exclusivos aos apoiadores do meu livro: "Meu Caderno de (ida para o) Campo". O livro tem lançamento previsto para o segundo semestre deste ano e meu propósito com ele é plantar mais pessoas no campo ajudando tanto com inspirações quanto com ferramentas.
Os papos tem sido riquíssimos e você pode participar da próxima. É só pedir seu livro antecipadamente e como forma de agradecimento, você recebe:
•Seu exemplar antes do lançamento, com uma dedicatória especial •seu nome na sessão de apoiadores do livro
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Vem , traga suas perguntas e dúvidas sobre transição e vamos junto plantar mais gente no campo!
Este foi um trecho da consultoria exclusiva em grupo na Tertúlia Literária 4. Nele, respondo perguntas feitas pelos apoiadores do projeto de publicação do "Meu Caderno de (ida para o) Campo", livro que estou escrevendo para apoiar as pessoas decididas a fazer a transição ecológica.
Se você tem o sonho de fazer a transição para uma vida mais ecológica e não sabe por onde começar, ou já está no campo mas quer alinhar as vocações do lugar com as suas, eu tenho um convite: peça antecipadamente o seu exemplar do meu livro e ganhe reuniões de consultoria, que são exclusivas aos patronos do livro.
Durante as Tertúlias Literárias vou compartilhar fontes essenciais para quem deseja viver bem no campo e responder às suas maiores dúvidas sobre essa mudança.
Como forma de agradecimento, você recebe:
•Seu exemplar antes do lançamento, com uma dedicatória especial •Seu nome na sessão de apoiadores do livro
•Acesso ao grupo exclusivo
Para garantir sua vaga e pedir seu livro, basta acessar o link.
É simples, basta preencher os dados que você já entra para o grupo exclusivo de apoiadores.
Além de viabilizar o projeto do livro com a edição, revisão e ilustração, você se conecta com uma rede de pessoas e tem acesso a uma consultoria coletiva que acontece semanalmente até o lançamento oficial do livro. Traga suas dúvidas e anseios e planeje a sua relocalização e seu empreendimento rural com ética social e ecológica, com mais segurança e fortalecimento, em rede. Muito obrigado a todas as pessoas pela companhia nessa jornada.
Este foi um trecho da consultoria exclusiva em grupo na Tertúlia Literária 4. Nele, respondo perguntas feitas pelos apoiadores do projeto de publicação do "Meu Caderno de (ida para o) Campo", livro que estou escrevendo para apoiar as pessoas decididas a fazer a transição ecológica.
Se você tem o sonho de fazer a transição para uma vida mais ecológica e não sabe por onde começar, ou já está no campo mas quer alinhar as vocações do lugar com as suas, eu tenho um convite: peça antecipadamente o seu exemplar do meu livro e ganhe reuniões de consultoria, que são exclusivas aos patronos do livro.
Durante as Tertúlias Literárias vou compartilhar fontes essenciais para quem deseja viver bem no campo e responder às suas maiores dúvidas sobre essa mudança.
Como forma de agradecimento, você recebe:
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•Acesso ao grupo exclusivo
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Além de viabilizar o projeto do livro com a edição, revisão e ilustração, você se conecta com uma rede de pessoas e tem acesso a uma consultoria coletiva que acontece semanalmente até o lançamento oficial do livro. Traga suas dúvidas e anseios e planeje a sua relocalização e seu empreendimento rural com ética social e ecológica, com mais segurança e fortalecimento, em rede. Muito obrigado a todas as pessoas pela companhia nessa jornada.
O trecho do livro Meu Caderno de (ida para o) Campo lido na quarta Tertúlia Literária foi sobre a importância do registro em um caderno, quer para seus projetos de vida, de transição para o campo, quer posteriormente como caderno de campo. Essas reuniões de leitura, discussão sobre autores e consultoria em grupo sobre a transição são exclusivas aos apoiadores do meu livro, que está em fase de pré-lançamento.
Se você tem o sonho de fazer a transição para uma vida mais ecológica e não sabe por onde começar ou já está no campo mas quer alinhar as vocações do lugar com as suas, eu tenho uma proposta especial : peça o seu exemplar do meu livro antecipadamente e ganhe reuniões de consultoria em grupo exclusivas aos patronos do livro, chamadas de Tertúlias Literárias.
Durante esses encontros, vou compartilhar fontes essenciais para quem deseja viver bem no campo e responder às suas maiores dúvidas sobre essa mudança.
Como forma de agradecimento, você recebe:
•Seu exemplar antes do lançamento, com uma dedicatória especial
•Seu nome na sessão de apoiadores do livro
•Acesso ao grupo exclusivo
Para garantir sua vaga e pedir seu livro, basta acessar o link.
É bem simples, basta preencher os dados, mensagem de dedicatória (você pode presentear com o livro) e fazer o pagamento que você já entra para o grupo exclusivo de apoiadores, se conecta com uma rede de pessoas, recebe o link dos encontros e ainda participa da pesquisa para a escrita do livro.
O trecho do livro Meu Caderno de (ida para o) Campo lido na quarta Tertúlia Literária foi sobre a importância do registro em um caderno, quer para seus projetos de vida, de transição para o campo, quer posteriormente como caderno de campo. Essas reuniões de leitura, discussão sobre autores e consultoria em grupo sobre a transição são exclusivas aos apoiadores do meu livro, que está em fase de pré-lançamento.
Se você tem o sonho de fazer a transição para uma vida mais ecológica e não sabe por onde começar ou já está no campo mas quer alinhar as vocações do lugar com as suas, eu tenho uma proposta especial : peça o seu exemplar do meu livro antecipadamente e ganhe reuniões de consultoria em grupo exclusivas aos patronos do livro, chamadas de Tertúlias Literárias.
Durante esses encontros, vou compartilhar fontes essenciais para quem deseja viver bem no campo e responder às suas maiores dúvidas sobre essa mudança.
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O carneiro (touro, bode, porco pai de chiqueiro, etc.) é metade da qualidade do rebanho. Pelo menos é isso que dizem os criadores e assim justificam o preço alto dos reprodutores vendidos para quem produz comercialmente. Mas como animais P.O. (de sangue 'puro') podem melhorar a qualidade do rebanho comercial se as premissas entre os dois são tão diferentes? Quem vende genética seleciona pelo tamanho para impressionar os compradores. Para chegar nesse tamanho usam 'suplementos' e rações com grãos transgênicos. Mas os pequenos produtores comerciais precisam de animais saudáveis com o mínimo de insumo possível para serem viáveis. E se fosse possível criar esses reprodutores cada vez melhores e mais adaptados para nossa realidade (digital de complexidade) sem ter que investir tanto? E se esses machos escolhidos dentro do próprio rebanho nos livrassem da "Síndrome do Grande Carneiro" como explica Bjorn Johannson, o sueco que desenvolveu uma abordagem que dispensa a compra de reprodutores caros todo ano? Mais ainda, o que aconteceria se passássemos a medir a saúde do rebanho como um organismo único ao invés de medalhes e números estatísticos de cada indivíduo? Se medíssemos lucratividade por área nas pequenas e médias propriedades ao invés de performance por animal? Seguindo nos estudos para a seleção genética de animais adaptados ao meu Contexto Holístico, gravei uma conversa com o Bjorn há poucos dias. Entre outras abordagens, ele usa o endocruzamento (cruza entre parentes) e todo muita gente se assusta com isso. Mas em linhas gerais, defeitos escondidos em genes recessivos aparecem rapidamente e podem ser eliminados, enquanto o endocruzamento vai trazendo avanços exponenciais nos traços desejados para cada produtor depois do segundo ano. As linhas gerais são: - descartar sistematicamente todas as fêmeas que exigem intervenção (seja para ajudar no parto, remediar, vermifugar, etc.); sempre para o abate e nunca para outros criadores. Mas lembrando que nem sempre temos recurso para eliminar todas de uma vez, podemos eliminar só as piores em cada ano e, sabendo desse critério, não selecionarmos matrizes e machos à partir dessas fêmeas com exigiram cuidados (deixamos agendado a venda ou abate posterior delas); - selecionar fêmeas que não demandam cuidados e amadurecem rápido a pasto em nosso território. São as que entram no cio primeiro, engravidam primeiro, não precisam de assistência no parto e cuidam bem dos cordeiros. Ela precisam parir por volta dos 12 meses de idade. Quando são novas dificilmente terão partos gemelares, mas eles começam a acontecer no segundo ano e partir daí, os machos selecionados para a monta conjunta precisam devem vir dessas mães; - selecionar os melhores machos de cada safra como candidatos para a monta do ano. O peso ao nascimento e na desmama são bons indicativos. Buscamos os mais fortes e pesados, mas não os absolutamente maiores. A monta é feita em dois ciclos. Por exemplo, no caso dos ovinos, 35 dias (o ciclo do cio das ovelhas é de 17 dias), mas melhores matrizes e machos do próximo ano, serão os que nascem primeiro; - as comparações entre os nascidos ficam mais fáceis porque eles nascem todos na mesma época; - os carneiros são descartados todo ano depois da monta. Podem ser vendido como reprodutores ou abatidos para consumo. O melhoramento do nosso rebanho para o nosso contexto e lucratividade está ao nosso alcance, mas é preciso estudo, gestão, planejamento e sensibilidade.
O carneiro (touro, bode, porco pai de chiqueiro, etc.) é metade da qualidade do rebanho. Pelo menos é isso que dizem os criadores e assim justificam o preço alto dos reprodutores vendidos para quem produz comercialmente. Mas como animais P.O. (de sangue 'puro') podem melhorar a qualidade do rebanho comercial se as premissas entre os dois são tão diferentes? Quem vende genética seleciona pelo tamanho para impressionar os compradores. Para chegar nesse tamanho usam 'suplementos' e rações com grãos transgênicos. Mas os pequenos produtores comerciais precisam de animais saudáveis com o mínimo de insumo possível para serem viáveis. E se fosse possível criar esses reprodutores cada vez melhores e mais adaptados para nossa realidade (digital de complexidade) sem ter que investir tanto? E se esses machos escolhidos dentro do próprio rebanho nos livrassem da "Síndrome do Grande Carneiro" como explica Bjorn Johannson, o sueco que desenvolveu uma abordagem que dispensa a compra de reprodutores caros todo ano? Mais ainda, o que aconteceria se passássemos a medir a saúde do rebanho como um organismo único ao invés de medalhes e números estatísticos de cada indivíduo? Se medíssemos lucratividade por área nas pequenas e médias propriedades ao invés de performance por animal? Seguindo nos estudos para a seleção genética de animais adaptados ao meu Contexto Holístico, gravei uma conversa com o Bjorn há poucos dias. Entre outras abordagens, ele usa o endocruzamento (cruza entre parentes) e todo muita gente se assusta com isso. Mas em linhas gerais, defeitos escondidos em genes recessivos aparecem rapidamente e podem ser eliminados, enquanto o endocruzamento vai trazendo avanços exponenciais nos traços desejados para cada produtor depois do segundo ano. As linhas gerais são: - descartar sistematicamente todas as fêmeas que exigem intervenção (seja para ajudar no parto, remediar, vermifugar, etc.); sempre para o abate e nunca para outros criadores. Mas lembrando que nem sempre temos recurso para eliminar todas de uma vez, podemos eliminar só as piores em cada ano e, sabendo desse critério, não selecionarmos matrizes e machos à partir dessas fêmeas com exigiram cuidados (deixamos agendado a venda ou abate posterior delas); - selecionar fêmeas que não demandam cuidados e amadurecem rápido a pasto em nosso território. São as que entram no cio primeiro, engravidam primeiro, não precisam de assistência no parto e cuidam bem dos cordeiros. Ela precisam parir por volta dos 12 meses de idade. Quando são novas dificilmente terão partos gemelares, mas eles começam a acontecer no segundo ano e partir daí, os machos selecionados para a monta conjunta precisam devem vir dessas mães; - selecionar os melhores machos de cada safra como candidatos para a monta do ano. O peso ao nascimento e na desmama são bons indicativos. Buscamos os mais fortes e pesados, mas não os absolutamente maiores. A monta é feita em dois ciclos. Por exemplo, no caso dos ovinos, 35 dias (o ciclo do cio das ovelhas é de 17 dias), mas melhores matrizes e machos do próximo ano, serão os que nascem primeiro; - as comparações entre os nascidos ficam mais fáceis porque eles nascem todos na mesma época; - os carneiros são descartados todo ano depois da monta. Podem ser vendido como reprodutores ou abatidos para consumo. O melhoramento do nosso rebanho para o nosso contexto e lucratividade está ao nosso alcance, mas é preciso estudo, gestão, planejamento e sensibilidade.
Esse foi um trechinho da consultoria exclusiva em grupo na Tertúlia Literária 03, respondendo perguntas feitas pelos apoiadores do projeto de publicação do "Meu Caderno de (ida para o) Campo", livro que estou escrevendo para apoiar as pessoas decididas a fazer a transição ecológica.
Participe! Acesse o link e compre o livro antecipadamente. Além de viabilizar o projeto do livro com a edição, revisão e ilustração, você se conecta com uma rede de pessoas e tem acesso a uma consultoria coletiva que acontece semanalmente até o lançamento oficial do livro. Traga suas dúvidas e anseios e planeje a sua relocalização e seu empreendimento rural com ética social e ecológica, com mais segurança e fortalecimento, em rede. Muito obrigado a todas as pessoas pela companhia nessa jornada.
Esse foi um trechinho da consultoria exclusiva em grupo na Tertúlia Literária 03, respondendo perguntas feitas pelos apoiadores do projeto de publicação do "Meu Caderno de (ida para o) Campo", livro que estou escrevendo para apoiar as pessoas decididas a fazer a transição ecológica.
Participe! Acesse o link e compre o livro antecipadamente. Além de viabilizar o projeto do livro com a edição, revisão e ilustração, você se conecta com uma rede de pessoas e tem acesso a uma consultoria coletiva que acontece semanalmente até o lançamento oficial do livro. Traga suas dúvidas e anseios e planeje a sua relocalização e seu empreendimento rural com ética social e ecológica, com mais segurança e fortalecimento, em rede. Muito obrigado a todas as pessoas pela companhia nessa jornada.
O trecho do livro Meu Caderno de (ida para o) Campo lido na terceira Tertúlia Literária foi escolhido o tema "a tensão entre autonomia e comodidades". Essas reuniões de leitura, discussão sobre autores e consultoria em grupo sobre a transição são exclusivas aos patronos do meu livro, que está em fase de pré-lançamento.
Se você ainda tem dúvidas e desafios para superar, eu tenho uma proposta especial para te ajudar: peça o seu exemplar antecipadamente e ganhe reuniões de consultoria exclusivas para os apoiadores.
Durante as Tertúlias Literárias vou compartilhar fontes essenciais para quem deseja viver bem no campo e responder às suas maiores dúvidas sobre essa mudança.
Como forma de agradecimento, você recebe:
•Seu exemplar antes do lançamento, com uma dedicatória especial
•Seu nome na sessão de apoiadores do livro
•Acesso ao grupo exclusivo Para garantir sua vaga e pedir seu livro, basta acessar o link.
Por favor, preencha os dados para a dedicatória (para quem será o livro), faça o pagamento e entre para o grupo exclusivo de apoiadores que estão participando da pesquisa para a escrita do livro.
O trecho do livro Meu Caderno de (ida para o) Campo lido na terceira Tertúlia Literária foi escolhido o tema "a tensão entre autonomia e comodidades". Essas reuniões de leitura, discussão sobre autores e consultoria em grupo sobre a transição são exclusivas aos patronos do meu livro, que está em fase de pré-lançamento.
Se você ainda tem dúvidas e desafios para superar, eu tenho uma proposta especial para te ajudar: peça o seu exemplar antecipadamente e ganhe reuniões de consultoria exclusivas para os apoiadores.
Durante as Tertúlias Literárias vou compartilhar fontes essenciais para quem deseja viver bem no campo e responder às suas maiores dúvidas sobre essa mudança.
Como forma de agradecimento, você recebe:
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Esse foi um trechinho da consultoria exclusiva em grupo na Tertúlia Literária 02, respondendo perguntas feitas pelos apoiadores do projeto de publicação do "Meu Caderno de (ida para o) Campo", livro que estou escrevendo para apoiar as pessoas decididas a fazer a transição ecológica. Esta tertúlia contou com a participação musical do Victor Mendes (que também compõe a equipe do projeto) apresentando duas canções (uma em parceria comigo e outra dele), que cantam a pertença ao território e celebram o bem viver no campo.
Você pode ser um apoiador também e participar, acesse esse link.
Não perde! A próxima tertúlia com leitura e consultoria vai acontecer nesta sexta-feira, 28 de fevereiro.
Muito obrigado a todas as pessoas pela companhia nessa jornada.
Esse foi um trechinho da consultoria exclusiva em grupo na Tertúlia Literária 02, respondendo perguntas feitas pelos apoiadores do projeto de publicação do "Meu Caderno de (ida para o) Campo", livro que estou escrevendo para apoiar as pessoas decididas a fazer a transição ecológica. Esta tertúlia contou com a participação musical do Victor Mendes (que também compõe a equipe do projeto) apresentando duas canções (uma em parceria comigo e outra dele), que cantam a pertença ao território e celebram o bem viver no campo.
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Não perde! A próxima tertúlia com leitura e consultoria vai acontecer nesta sexta-feira, 28 de fevereiro.
Muito obrigado a todas as pessoas pela companhia nessa jornada.
O trecho do livro Meu Caderno de (ida para o) Campo lido na segunda Tertúlia Literária foi escolhido o tema Gestão Holística. Essas reuniões de leitura, discussão sobre autores e consultoria em grupo sobre a transição são exclusivas aos patronos do meu livro, que está em fase de pré-lançamento.
Se você ainda tem dúvidas e desafios para superar, eu tenho uma proposta especial para te ajudar: peça o seu exemplar antecipadamente e ganhe reuniões de consultoria exclusivas para os apoiadores.
Durante as Tertúlias Literárias vou compartilhar fontes essenciais para quem deseja viver bem no campo e responder às suas maiores dúvidas sobre essa mudança.
Como forma de agradecimento, você recebe:
•Seu exemplar antes do lançamento, com uma dedicatória especial
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A próxima Tertúlia Literária será na sexta, dia 28/02/25 as 19h. Espero te ver por lá!
O trecho do livro Meu Caderno de (ida para o) Campo lido na segunda Tertúlia Literária foi escolhido o tema Gestão Holística. Essas reuniões de leitura, discussão sobre autores e consultoria em grupo sobre a transição são exclusivas aos patronos do meu livro, que está em fase de pré-lançamento.
Se você ainda tem dúvidas e desafios para superar, eu tenho uma proposta especial para te ajudar: peça o seu exemplar antecipadamente e ganhe reuniões de consultoria exclusivas para os apoiadores.
Durante as Tertúlias Literárias vou compartilhar fontes essenciais para quem deseja viver bem no campo e responder às suas maiores dúvidas sobre essa mudança.
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A próxima Tertúlia Literária será na sexta, dia 28/02/25 as 19h. Espero te ver por lá!
Esse foi um trechinho da consultoria exclusiva em grupo respondendo perguntas feitas pelos apoiadores do projeto de publicação do "Meu Caderno de (ida para o) Campo", um livro que traz histórias para inspirar e ferramentas para você realizar a sua relocalização.
Se você ainda tem dúvidas e desafios para superar, eu tenho uma proposta especial para te ajudar: peça o seu exemplar antecipadamente e ganhe 3 reuniões de consultoria exclusivas para os apoiadores.
Durante as Tertúlias Literárias vou compartilhar fontes essenciais para quem deseja viver bem no campo e responder às suas maiores dúvidas sobre essa mudança.
Como forma de agradecimento, você recebe: •Seu exemplar antes do lançamento, com uma dedicatória especial •seu nome na sessão de apoiadores do livro •Acesso ao grupo exclusivo
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A segunda Tertúlia Literária será na sexta, dia 21/02/25 as 19h. Espero te ver por lá!
Esse foi um trechinho da consultoria exclusiva em grupo respondendo perguntas feitas pelos apoiadores do projeto de publicação do "Meu Caderno de (ida para o) Campo", um livro que traz histórias para inspirar e ferramentas para você realizar a sua relocalização.
Se você ainda tem dúvidas e desafios para superar, eu tenho uma proposta especial para te ajudar: peça o seu exemplar antecipadamente e ganhe 3 reuniões de consultoria exclusivas para os apoiadores.
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A segunda Tertúlia Literária será na sexta, dia 21/02/25 as 19h. Espero te ver por lá!
Trecho do livro Meu Caderno de (ida para o) Campo lido na primeira Tertúlia Literária, as reuniões de leitura, discussão sobre autores e consultoria em grupo sobre a transição dos apoiadores do livro.
O livro traz histórias para inspirar e ferramentas para você realizar a sua relocalização. Se você ainda tem dúvidas e desafios para superar, eu tenho uma proposta especial para te ajudar: peça o seu exemplar antecipadamente e ganhe 3 reuniões de consultoria exclusivas para os apoiadores.
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Para garantir sua vaga e pedir seu livro, basta acessar o link nas minhas redes sociais ou na postagem do podcast no meu site. Por favor, preencha os dados para a dedicatória (para quem será o livro), faça o pagamento e entre para o grupo exclusivo de apoiadores que estão participando da pesquisa para a escrita do livro.
A segunda Tertúlia Literária será na sexta, dia 21/02/25 as 19h. Espero te ver por lá!
Trecho do livro Meu Caderno de (ida para o) Campo lido na primeira Tertúlia Literária, as reuniões de leitura, discussão sobre autores e consultoria em grupo sobre a transição dos apoiadores do livro.
O livro traz histórias para inspirar e ferramentas para você realizar a sua relocalização. Se você ainda tem dúvidas e desafios para superar, eu tenho uma proposta especial para te ajudar: peça o seu exemplar antecipadamente e ganhe 3 reuniões de consultoria exclusivas para os apoiadores.
Durante as Tertúlias Literárias vou compartilhar fontes essenciais para quem deseja viver bem no campo e responder às suas maiores dúvidas sobre essa mudança.
Como forma de agradecimento, você recebe: •Seu exemplar antes do lançamento, com uma dedicatória especial •seu nome na sessão de apoiadores do livro •Acesso ao grupo exclusivo
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A segunda Tertúlia Literária será na sexta, dia 21/02/25 as 19h. Espero te ver por lá!
As pessoas não compram 'o que' nós produzimos, elas compram o nosso 'porquê', nossa missão de produzir com ética ecológica amparando viveres dignos no campo. Nossos clientes mais fieis compram nossos produtos e serviços porque sabem estar comprando alimentos nutritivos e sem veneno, porque sabem que assim estão participando da cura do território e do tecido social rural. Em outras palavras, aquele grupo menor de clientes que compra vários de nossos produtos e serviços e pagam a maior parte das nossas contas, está na verdade pagando pelo sentimento de fazer parte de um projeto maior de pertença e cuidado com território, de construção de sistemas alimentares locais e éticos e de estar investindo da saúde de sua família. Nesse episódio da Jornada do Jardineiro conversamos sobre um assunto que espinhoso para muitos que produzem com ética ecológica; o marketing. Traumatizados pelo marketing corporativo e como ele ajuda grandes empresas a lucrar destruindo a natureza, muitos produtores rurais se negam a estudar sobre as estratégias de venda e com isso, passam a ter na venda direta um problema ao invés de uma solução. Falamos sobre um marketing limpo e estratégico para pequenos e médios produtores rurais que querem comercializar diretamente e como nossos negócios devem nascer de uma forma de empreender soluções dentro da nossa escala.
As pessoas não compram 'o que' nós produzimos, elas compram o nosso 'porquê', nossa missão de produzir com ética ecológica amparando viveres dignos no campo. Nossos clientes mais fieis compram nossos produtos e serviços porque sabem estar comprando alimentos nutritivos e sem veneno, porque sabem que assim estão participando da cura do território e do tecido social rural. Em outras palavras, aquele grupo menor de clientes que compra vários de nossos produtos e serviços e pagam a maior parte das nossas contas, está na verdade pagando pelo sentimento de fazer parte de um projeto maior de pertença e cuidado com território, de construção de sistemas alimentares locais e éticos e de estar investindo da saúde de sua família. Nesse episódio da Jornada do Jardineiro conversamos sobre um assunto que espinhoso para muitos que produzem com ética ecológica; o marketing. Traumatizados pelo marketing corporativo e como ele ajuda grandes empresas a lucrar destruindo a natureza, muitos produtores rurais se negam a estudar sobre as estratégias de venda e com isso, passam a ter na venda direta um problema ao invés de uma solução. Falamos sobre um marketing limpo e estratégico para pequenos e médios produtores rurais que querem comercializar diretamente e como nossos negócios devem nascer de uma forma de empreender soluções dentro da nossa escala.
Uma conversa ao mesmo tempo despretensiosa e profunda sobre como podemos criar uma cultura agrária saudável, com ética ecológica e que celebre o viver rural. Nesse podcast eu converso, e filosofo um tanto, com o amigo Lucas Sigefredo da Fazenda Ser-Tão. O papo vai desde os desafios econômicos da produção agroecológica, passa pelo turismo de base comunitária como estratégia que compõe a viabilidade das propriedades e vai até o papel da arte e da educação nos empreendimentos que buscam não só se viabilizar, mas encorajar um viver agrário saudável e ético. Além de tudo isso, conversamos também sobre a situação desafiadora que vivem as pessoas que buscam curar o tecido social e cultural de Brumadinho depois do crime ambiental sofrido pela pessoas da região. Essa parte da conversa foi muito além dos clichês de muitos que abordam o tema.
Uma conversa ao mesmo tempo despretensiosa e profunda sobre como podemos criar uma cultura agrária saudável, com ética ecológica e que celebre o viver rural. Nesse podcast eu converso, e filosofo um tanto, com o amigo Lucas Sigefredo da Fazenda Ser-Tão. O papo vai desde os desafios econômicos da produção agroecológica, passa pelo turismo de base comunitária como estratégia que compõe a viabilidade das propriedades e vai até o papel da arte e da educação nos empreendimentos que buscam não só se viabilizar, mas encorajar um viver agrário saudável e ético. Além de tudo isso, conversamos também sobre a situação desafiadora que vivem as pessoas que buscam curar o tecido social e cultural de Brumadinho depois do crime ambiental sofrido pela pessoas da região. Essa parte da conversa foi muito além dos clichês de muitos que abordam o tema.
O sustentável não é viável. Quando, depois da primeira conferência climática, os cientistas recomendaram que nossa economia se voltasse para o desenvolvimento ecológico, o lobby do império americano trocou o termo para “desenvolvimento sustentável”. De lá para cá o marketing verde vem alienando cada vez mais as pessoas do que realmente é ecológico.
Mas não precisamos esperar que mudanças vindas de cima garantam o cuidado com os ecossistemas. Podemos nós mesmos atrelar a lucratividade de nossos empreendimentos com a constante melhora da nossa saúde e qualidade de vida, assim como do aumento da biocapacidade da nossa propriedade.
Esse episódio é sobre a estrutura de gestão que garante esse cuidado e sucesso integral.
#jornadadojardineiro #gerenciamentoholístico #planejamentofinanceiro
O sustentável não é viável. Quando, depois da primeira conferência climática, os cientistas recomendaram que nossa economia se voltasse para o desenvolvimento ecológico, o lobby do império americano trocou o termo para “desenvolvimento sustentável”. De lá para cá o marketing verde vem alienando cada vez mais as pessoas do que realmente é ecológico.
Mas não precisamos esperar que mudanças vindas de cima garantam o cuidado com os ecossistemas. Podemos nós mesmos atrelar a lucratividade de nossos empreendimentos com a constante melhora da nossa saúde e qualidade de vida, assim como do aumento da biocapacidade da nossa propriedade.
Esse episódio é sobre a estrutura de gestão que garante esse cuidado e sucesso integral.
#jornadadojardineiro #gerenciamentoholístico #planejamentofinanceiro
De uma decepção profunda com o corporativo da indústria do agro e de um sonho de uma vida boa e saudável em família, o agrônomo Vinícius Soares, passou o produzir o primeiro queijo Canastra orgânico do Brasil.
Junto com seus pais e família em geral, o Vinícius toca a Faz O Bem Orgânicos, uma fazenda da pecuária leiteira que busca inovar com princípios de produção ecológica como o Gerenciamento Holístico e os sistemas silvopastoris. O propósito deles é: “DESAFIAR, TODOS OS DIAS, OS PROCESSOS CONVENCIONAIS DE PRODUÇÃO E CONSUMO DE ALIMENTOS”.
Nossa conversa vai desde a origem do queijo premiado que eles produzem, passa pela inovação do queijo Tardezinha, discute a necessidade da comercialização direta, se a certificação é mesmo vantajosa para o pequeno produtor e vai até algumas questões de gestão e marketing da Faz O Bem Orgânicos.
Um podcast maravilhoso para quem quer se inspirar e se tornar um artesão ou artesã do campo.
#queijocanastra #gerenciamentoholístico #pecuárialeiteira #pecuáriaregenerativa #oagromata #agronegócio
De uma decepção profunda com o corporativo da indústria do agro e de um sonho de uma vida boa e saudável em família, o agrônomo Vinícius Soares, passou o produzir o primeiro queijo Canastra orgânico do Brasil.
Junto com seus pais e família em geral, o Vinícius toca a Faz O Bem Orgânicos, uma fazenda da pecuária leiteira que busca inovar com princípios de produção ecológica como o Gerenciamento Holístico e os sistemas silvopastoris. O propósito deles é: “DESAFIAR, TODOS OS DIAS, OS PROCESSOS CONVENCIONAIS DE PRODUÇÃO E CONSUMO DE ALIMENTOS”.
Nossa conversa vai desde a origem do queijo premiado que eles produzem, passa pela inovação do queijo Tardezinha, discute a necessidade da comercialização direta, se a certificação é mesmo vantajosa para o pequeno produtor e vai até algumas questões de gestão e marketing da Faz O Bem Orgânicos.
Um podcast maravilhoso para quem quer se inspirar e se tornar um artesão ou artesã do campo.
#queijocanastra #gerenciamentoholístico #pecuárialeiteira #pecuáriaregenerativa #oagromata #agronegócio
Nesse episódio do Podcast Impacto Positivo eu converso com o veterinário, pecuarista e permacultor Antônio El Zayek. Além de ser um profissional muito competente, o Zayek também é um excelente comunicador ou, como dizemos no campo, um grande contador de causos. Conversamos desde a integração das ações na macro e micropolítica para protagonizar as mudanças que precisamos ver no mundo, falamos sobre a força que os exemplos coerentes trazem e chegamos até as possíveis configurações legais com as quais podemos empreender e nos viabilizar com as ecovilas. Um conversa descontraída sobre assuntos sérios e que destila muitos anos de experiência do Zayek com ecovilas e propriedades de ocupação múltipla.
Nesse episódio do Podcast Impacto Positivo eu converso com o veterinário, pecuarista e permacultor Antônio El Zayek. Além de ser um profissional muito competente, o Zayek também é um excelente comunicador ou, como dizemos no campo, um grande contador de causos. Conversamos desde a integração das ações na macro e micropolítica para protagonizar as mudanças que precisamos ver no mundo, falamos sobre a força que os exemplos coerentes trazem e chegamos até as possíveis configurações legais com as quais podemos empreender e nos viabilizar com as ecovilas. Um conversa descontraída sobre assuntos sérios e que destila muitos anos de experiência do Zayek com ecovilas e propriedades de ocupação múltipla.
Vale a pena a certificação orgânica para a pecuária? Por que não temos certificações como a Regenified, do Gabe Brown e associados, a do Rancho Niman, do esposo da Nicolete que escreveu Defending Beef: The Case for Sustainable Meat Production ou mesmo do Instituto Savory? Meus alunos e eu tivemos essa conversa há umas semanas atrás na Comunidade I.P. e expliquei que acredito que se o recurso, o tempo e a energia empregados no processo de certificação for empregado no estudo para melhorar a produção e na melhoria da comunicação para venda direta, a certificação se torna obsoleta. O Mister Peebles carinhosamente aceitou o convite para conversar sobre o tema e trouxe uma alternativa que se adequa muito melhor para as pequenas e médias propriedades, o Selo Arte. A conversa que segue foi em torno das vantagens e desvantagens dos processos de certificação e como o Selo Arte abriu uma alternativa para produtores artesãos escoarem seus produtos por todo o pais. A necessidade da comercialização também foi reforçada pelo Mister Peebles, mas mais interessante ainda foi a fórmula de valor que ele compartilhou: V=ECO3+BP=DN Quer entender como essa fórmula pode te ajudar a ser um melhor pecuarista ecológico? Só assistir ou ouvir o podcast ;) #seloarte #pecuáriaecológica
Vale a pena a certificação orgânica para a pecuária? Por que não temos certificações como a Regenified, do Gabe Brown e associados, a do Rancho Niman, do esposo da Nicolete que escreveu Defending Beef: The Case for Sustainable Meat Production ou mesmo do Instituto Savory? Meus alunos e eu tivemos essa conversa há umas semanas atrás na Comunidade I.P. e expliquei que acredito que se o recurso, o tempo e a energia empregados no processo de certificação for empregado no estudo para melhorar a produção e na melhoria da comunicação para venda direta, a certificação se torna obsoleta. O Mister Peebles carinhosamente aceitou o convite para conversar sobre o tema e trouxe uma alternativa que se adequa muito melhor para as pequenas e médias propriedades, o Selo Arte. A conversa que segue foi em torno das vantagens e desvantagens dos processos de certificação e como o Selo Arte abriu uma alternativa para produtores artesãos escoarem seus produtos por todo o pais. A necessidade da comercialização também foi reforçada pelo Mister Peebles, mas mais interessante ainda foi a fórmula de valor que ele compartilhou: V=ECO3+BP=DN Quer entender como essa fórmula pode te ajudar a ser um melhor pecuarista ecológico? Só assistir ou ouvir o podcast ;) #seloarte #pecuáriaecológica
"A chave para gerar renda não está nas coisas que você vende, mas em como você reinveste o dinheiro ganhado." (Allan Savory)
A cadeia de produção primária tem 3 estágios: conversão de recursos (luz solar e água em vegetação), conversão de produtos (vegetação em produtos) e conversão de produtos em dinheiro (comercialização).
Nosso desafio não está em aumentar a produtividade, mas em cortar custos e aumentar a margem de lucro para que possamos sustentar vidas dignas, autônomas e saudáveis no campo. São os gastos acumulados que ameaçam a viabilidade dos empreendimentos rurais, não a falta de produtividade (Hutchings). Por isso, devemos correr de consultores e serviços de extensão que falam o tempo todo em aumentar produtividade. Produtividade a que custo? De muito insumo químico? De longas horas solitárias de trabalho? Da saúde do solo? Da perda de biodiversidade? O que precisamos é de boas margens de lucro vindas de empreendimentos que melhoram a saúde ecológica do lugar e nos propiciam uma vida boa e digna!
A grande maioria das pessoas que tem ética e conhecimento ecológicos, para além do desafio de cortar custos, vem o desafio da comercialização. Para pequenos e médios produtores rurais, a comercialização por meio da venda direta também é um dos maiores desafios, mas ela traz a chance de uma 4a conversão: de produtos de alta qualidade em reputação.
O 3° episódio da 3a temporada da #jornadadojardineiro está disponível nas plataformas de áudio e vídeo.
Em qual estágio de conversão está o gargalo do seu empreendimento rural?
#gerenciamentoholístico #gestãoimpactopositivo #planejamentorural #empreendedorismorural
"A chave para gerar renda não está nas coisas que você vende, mas em como você reinveste o dinheiro ganhado." (Allan Savory)
A cadeia de produção primária tem 3 estágios: conversão de recursos (luz solar e água em vegetação), conversão de produtos (vegetação em produtos) e conversão de produtos em dinheiro (comercialização).
Nosso desafio não está em aumentar a produtividade, mas em cortar custos e aumentar a margem de lucro para que possamos sustentar vidas dignas, autônomas e saudáveis no campo. São os gastos acumulados que ameaçam a viabilidade dos empreendimentos rurais, não a falta de produtividade (Hutchings). Por isso, devemos correr de consultores e serviços de extensão que falam o tempo todo em aumentar produtividade. Produtividade a que custo? De muito insumo químico? De longas horas solitárias de trabalho? Da saúde do solo? Da perda de biodiversidade? O que precisamos é de boas margens de lucro vindas de empreendimentos que melhoram a saúde ecológica do lugar e nos propiciam uma vida boa e digna!
A grande maioria das pessoas que tem ética e conhecimento ecológicos, para além do desafio de cortar custos, vem o desafio da comercialização. Para pequenos e médios produtores rurais, a comercialização por meio da venda direta também é um dos maiores desafios, mas ela traz a chance de uma 4a conversão: de produtos de alta qualidade em reputação.
O 3° episódio da 3a temporada da #jornadadojardineiro está disponível nas plataformas de áudio e vídeo.
Em qual estágio de conversão está o gargalo do seu empreendimento rural?
#gerenciamentoholístico #gestãoimpactopositivo #planejamentorural #empreendedorismorural
O que é o dinheiro? Existem outras tipos de dinheiro e formas de capital com os quais podemos viabilizar mais rapidamente vidas e empreendimentos rurais com ética ecológica? Essas são algumas das questões que venho abordando na 3a Temporada da Jornada do Jardineiro, junto com a necessidade de nos organizarmos financeiramente para não ficarmos dependentes do voto de cabresto (voto que garante algumas políticas públicas, empurra goela abaixo uma série de incoerências éticas da "esquerda") ou da "benevolência corporativa" (editais pseudo-socioambientais usados por grandes empresas para minerar dados dos que trabalham com ética ecológica). Fica evidente que precisamos investir no tecido social e empreender de forma autônoma as soluções para materializarmos essa vida com ética ecológica. Fica evidente também que precisamos reaprender a cooperar e colaborar (trabalhar juntos) com urgência. Mas isso traz ainda mais desafios: como nos organizar legalmente para ampararmos a dignidade e reconhecermos, em pé de igualdade, as formas de capital envolvidos nessas parcerias? Como garantir que "a corda não vá arrebentar do lado mais fraco", com as pessoas já vulnerabilizadas e fragilizadas pela falta de capital finaneiro? Para buscar respostas para essas perguntas, eu conversei com o advogado, mestre de jiu-jitso Zen e forrozeiro Alexândre Girão. O Alê, como é mais conhecido pelos amigos, tem se dedicado a elaboração de acordos legais que resolvem essas questões e por isso podem acelerar a transição das pessoas, assim como a viabilidade de quem vive no campo e precisa de cada vez mais parcerias. Ter um Contexto Holístico que informe os estatutos e os contratos é essencial. Assim como assinar os termos que rezam o desfazimento das parcerias no momento em que assinamos o começo. Obrigado Alê, por enfatizar a necessidade de enfrentarmos algumas burocracias como forma de auto-cuidado e desenvolvimento pessoal!
O que é o dinheiro? Existem outras tipos de dinheiro e formas de capital com os quais podemos viabilizar mais rapidamente vidas e empreendimentos rurais com ética ecológica? Essas são algumas das questões que venho abordando na 3a Temporada da Jornada do Jardineiro, junto com a necessidade de nos organizarmos financeiramente para não ficarmos dependentes do voto de cabresto (voto que garante algumas políticas públicas, empurra goela abaixo uma série de incoerências éticas da "esquerda") ou da "benevolência corporativa" (editais pseudo-socioambientais usados por grandes empresas para minerar dados dos que trabalham com ética ecológica). Fica evidente que precisamos investir no tecido social e empreender de forma autônoma as soluções para materializarmos essa vida com ética ecológica. Fica evidente também que precisamos reaprender a cooperar e colaborar (trabalhar juntos) com urgência. Mas isso traz ainda mais desafios: como nos organizar legalmente para ampararmos a dignidade e reconhecermos, em pé de igualdade, as formas de capital envolvidos nessas parcerias? Como garantir que "a corda não vá arrebentar do lado mais fraco", com as pessoas já vulnerabilizadas e fragilizadas pela falta de capital finaneiro? Para buscar respostas para essas perguntas, eu conversei com o advogado, mestre de jiu-jitso Zen e forrozeiro Alexândre Girão. O Alê, como é mais conhecido pelos amigos, tem se dedicado a elaboração de acordos legais que resolvem essas questões e por isso podem acelerar a transição das pessoas, assim como a viabilidade de quem vive no campo e precisa de cada vez mais parcerias. Ter um Contexto Holístico que informe os estatutos e os contratos é essencial. Assim como assinar os termos que rezam o desfazimento das parcerias no momento em que assinamos o começo. Obrigado Alê, por enfatizar a necessidade de enfrentarmos algumas burocracias como forma de auto-cuidado e desenvolvimento pessoal!
“Precisamos desconfiar do modo de ver a filosofia do individualismo como a fonte ao invés do resultado do bem estar material. Mais, deveríamos esperar que as crenças e valores que se desenvolveram com uma base energética crescente, provavelmente serão disfuncionais - até destrutivas - em um mundo com a energia limitada e decrescente.” (Holmgren, 2002.p.2) Colocando de outro modo, retornaremos a modos mais coletivos e cooperativos de manutenção da vida. Essa mudança de paradigma, que enxerga a associação com outros humanos não como “complicada”, mas como natural e necessária, ainda dentro do sistema vigente e preparando outro viver, é a maior mudança que precisamos fazer e a que tem maior retorno (resultados) pelo que foi investido. Nesse segundo episódio da terceira temporada da Jornada do Jardineiro abordamos duas estratégias essenciais para quem empreende com ética ecológica e social: - os 3 tipos de dinheiro, de papel, mineral e solar, como uma maneira de pensar a gestão de negócios rurais que melhoram a saúde do território (Savory); - e as 8 formas de capital, como formas de criar parcerias mais justas e horizontais em torno da vida e empreendimentos rurais que preparam esse futuro mais cooperativo e comunitário (Landua e Roland) #8formasdecapital #gerenciamentoholístico #empreendedorismorural #jornadadojardineiro #declínioenergético
“Precisamos desconfiar do modo de ver a filosofia do individualismo como a fonte ao invés do resultado do bem estar material. Mais, deveríamos esperar que as crenças e valores que se desenvolveram com uma base energética crescente, provavelmente serão disfuncionais - até destrutivas - em um mundo com a energia limitada e decrescente.” (Holmgren, 2002.p.2) Colocando de outro modo, retornaremos a modos mais coletivos e cooperativos de manutenção da vida. Essa mudança de paradigma, que enxerga a associação com outros humanos não como “complicada”, mas como natural e necessária, ainda dentro do sistema vigente e preparando outro viver, é a maior mudança que precisamos fazer e a que tem maior retorno (resultados) pelo que foi investido. Nesse segundo episódio da terceira temporada da Jornada do Jardineiro abordamos duas estratégias essenciais para quem empreende com ética ecológica e social: - os 3 tipos de dinheiro, de papel, mineral e solar, como uma maneira de pensar a gestão de negócios rurais que melhoram a saúde do território (Savory); - e as 8 formas de capital, como formas de criar parcerias mais justas e horizontais em torno da vida e empreendimentos rurais que preparam esse futuro mais cooperativo e comunitário (Landua e Roland) #8formasdecapital #gerenciamentoholístico #empreendedorismorural #jornadadojardineiro #declínioenergético
É sensato seguirmos apostando em soluções macro (que ignoram as nuances de cada território) vindas da macropolítica, tendo tantas evidências de que o sistema vigente está cada vez mais cooptado pelas corporações?
As evidências compiladas nas últimas décadas confirmam a melhora ou a decadência da autonomia, saúde e dignidade das pessoas comuns?
Nessa terceira temporada da #jornadadojardineiro eu abordo um assunto espinhento para o socioambiental e grande parte dos produtores agroecológicos no Brasil: a necessidade de protagonizarmos a dimensão econômica do nosso viver com ética ecológica e sem contar com políticas públicas e editais corporativos para que tenhamos sucesso.
É sensato seguirmos apostando em soluções macro (que ignoram as nuances de cada território) vindas da macropolítica, tendo tantas evidências de que o sistema vigente está cada vez mais cooptado pelas corporações?
As evidências compiladas nas últimas décadas confirmam a melhora ou a decadência da autonomia, saúde e dignidade das pessoas comuns?
Nessa terceira temporada da #jornadadojardineiro eu abordo um assunto espinhento para o socioambiental e grande parte dos produtores agroecológicos no Brasil: a necessidade de protagonizarmos a dimensão econômica do nosso viver com ética ecológica e sem contar com políticas públicas e editais corporativos para que tenhamos sucesso.
"O dinheiro está para o tecido social como a água para a paisagem. É o agente de transporte, o delineador e carreador das trocas. Como água, não é o montante total de dinheiro entrando para uma comunidade que conta; é o número de usos e deveres para os quais nós podemos direcionar o dinheiro e o número de ciclos de uso que mede a disponibilidade de determinado dinheiro." "Nós deveríamos desenvolver ou criar riqueza, assim como desenvolvemos paisagens, nos concentrando na conservação da energia e dos recursos naturais (diminuindo a necessidade de ganho), desenvolvendo recursos procriativos (proliferando florestas, pradarias e ecossistemas), reduzindo a criação de recursos degenerativos (estradas, monumentos, cidades) e constantemente nos desinvestindo de qualquer riqueza excedente para esses fins. " (Mollison, 1988. p.534). A injustiça do nosso tempo é que as pessoas que menos tem condições de investir em uma vida autônoma e saudável, são as que mais tem necessidade de fazê-lo! Mas independente da condição econômica, para vivermos bem no campo precisamos gastar o menos possível, evitar dívidas que coloquem nosso viver em risco e planejar serviços e produtos que nos remunerem justamente. Nesse último episódio da segunda temporada da Jornada do Jardineiro abordamos as camadas #9Economia e #10Energia da EPLC. Nota: A aula magna do David Holmgren "Desenho para prevenção, combate e resiliência contra queimadas" alcançou bastante gente interessada em praticar as soluções graças ao apoio do Sérgio Pamplona, Jorge Timmermann, Nilson Dias, equipe do NEPerma, alunos e amigos que compartilharam em suas redes. Muito obrigado a todos vocês! Uma pena que muitas pessoas com bastante alcance nas redes e um discurso de abundância, não conseguiram compartilhar sua autoridade recomendando a aula.
"O dinheiro está para o tecido social como a água para a paisagem. É o agente de transporte, o delineador e carreador das trocas. Como água, não é o montante total de dinheiro entrando para uma comunidade que conta; é o número de usos e deveres para os quais nós podemos direcionar o dinheiro e o número de ciclos de uso que mede a disponibilidade de determinado dinheiro." "Nós deveríamos desenvolver ou criar riqueza, assim como desenvolvemos paisagens, nos concentrando na conservação da energia e dos recursos naturais (diminuindo a necessidade de ganho), desenvolvendo recursos procriativos (proliferando florestas, pradarias e ecossistemas), reduzindo a criação de recursos degenerativos (estradas, monumentos, cidades) e constantemente nos desinvestindo de qualquer riqueza excedente para esses fins. " (Mollison, 1988. p.534). A injustiça do nosso tempo é que as pessoas que menos tem condições de investir em uma vida autônoma e saudável, são as que mais tem necessidade de fazê-lo! Mas independente da condição econômica, para vivermos bem no campo precisamos gastar o menos possível, evitar dívidas que coloquem nosso viver em risco e planejar serviços e produtos que nos remunerem justamente. Nesse último episódio da segunda temporada da Jornada do Jardineiro abordamos as camadas #9Economia e #10Energia da EPLC. Nota: A aula magna do David Holmgren "Desenho para prevenção, combate e resiliência contra queimadas" alcançou bastante gente interessada em praticar as soluções graças ao apoio do Sérgio Pamplona, Jorge Timmermann, Nilson Dias, equipe do NEPerma, alunos e amigos que compartilharam em suas redes. Muito obrigado a todos vocês! Uma pena que muitas pessoas com bastante alcance nas redes e um discurso de abundância, não conseguiram compartilhar sua autoridade recomendando a aula.
Entre a abordagem química degradante e a biológica preconizada por cientistas como Ana Primavesi e Albert Howard, Yeomans encontrou uma interveção mecânica, hídrica e geomorfológica que junto com a integração de corredores florestais e o manejo apropriado dos animais, conseguia criar mais de 20cm de solo vivo e saudável em poucos anos. Esse episódio fala da camada #8solo na EPLC. "Mesmo com todas as nossas conquistas, devemos a nossa existência aos 15cm de solo superior e à chuva". A história do declínio das civilizações passa sempre pela soberba, extrativismo e desconexão com o chão que pisamos. "Essa camada é feminina, tem alma, abriga a vida. Recebe sementes que nela criam raízes. Se renova a cada 28 dias com o passar da lua. Seus cabelos, a vegetação, colhem a energia do sol com a qual ela alimenta do micro à megafauna. A água da chuva, que escorre em seus cabelos chega às suas fendas recarrega lençóis freáticos, rios e lagos, mas antes mata a sede de todos que habitam nela. Como uma mãe, sempre guarda um pouco para a providência. "Com o sol, a água e toda a biodiversidade essa camada gera TODOS OS NUTRIENTES que amparam a vida dá uma função saudável as paisagens. Relacionamentos de interdependência complexos onde um não pode funcionar bem sem os outros. Onde o dar de todos cria algo novo, maior e misterioso. "Não devemos pisar nessa camada, mas habitá-la. Ao vê-la descoberta ardendo ao sol ou queimando de frio, devemos cobrí-la. E antes de tirarmos o que queremos, precisamos nutrí-la. Nutrida ela dá mais do que precisamos! Tem cheiro doce! Amada, cresce em mistério e complexidade. Ela recebe o sol, purifica a água, gera e nutre a vida. O substantivo masculino não dá conta de representá-la! Os trechos acima são do texto "Solo um Substantivo Feminino" e cabem bem para descrever esse episódio sobre a camada 8 da EPLC na #jornadadojardineiro #escaladepermanênciadalinhachave
Entre a abordagem química degradante e a biológica preconizada por cientistas como Ana Primavesi e Albert Howard, Yeomans encontrou uma interveção mecânica, hídrica e geomorfológica que junto com a integração de corredores florestais e o manejo apropriado dos animais, conseguia criar mais de 20cm de solo vivo e saudável em poucos anos. Esse episódio fala da camada #8solo na EPLC. "Mesmo com todas as nossas conquistas, devemos a nossa existência aos 15cm de solo superior e à chuva". A história do declínio das civilizações passa sempre pela soberba, extrativismo e desconexão com o chão que pisamos. "Essa camada é feminina, tem alma, abriga a vida. Recebe sementes que nela criam raízes. Se renova a cada 28 dias com o passar da lua. Seus cabelos, a vegetação, colhem a energia do sol com a qual ela alimenta do micro à megafauna. A água da chuva, que escorre em seus cabelos chega às suas fendas recarrega lençóis freáticos, rios e lagos, mas antes mata a sede de todos que habitam nela. Como uma mãe, sempre guarda um pouco para a providência. "Com o sol, a água e toda a biodiversidade essa camada gera TODOS OS NUTRIENTES que amparam a vida dá uma função saudável as paisagens. Relacionamentos de interdependência complexos onde um não pode funcionar bem sem os outros. Onde o dar de todos cria algo novo, maior e misterioso. "Não devemos pisar nessa camada, mas habitá-la. Ao vê-la descoberta ardendo ao sol ou queimando de frio, devemos cobrí-la. E antes de tirarmos o que queremos, precisamos nutrí-la. Nutrida ela dá mais do que precisamos! Tem cheiro doce! Amada, cresce em mistério e complexidade. Ela recebe o sol, purifica a água, gera e nutre a vida. O substantivo masculino não dá conta de representá-la! Os trechos acima são do texto "Solo um Substantivo Feminino" e cabem bem para descrever esse episódio sobre a camada 8 da EPLC na #jornadadojardineiro #escaladepermanênciadalinhachave
As primeiras cercas fixas eram cercas vivas mantidas pelos proprietários ou artesãos especializados. Durante muito tempo usamos cercas de pedra, quase sempre construídas por trabalho escravo. Com o advento da cerca de arame farpado no final do século 19, conseguimos cercar melhor as propriedade. Com isso, gradualmente abandonamos as cercas e passamos a usar as de arame, causando grandes danos aos ecossistemas e movimentos migratórios dos animais. A habilidade de desconsiderar cercas existentes enquanto desenhamos é essencial para conseguirmos criar fluxos mais energeticamente eficientes na prioridade (Dan Palmer). O Yeomans confirma essa noção quando dizia que “a maioria dos produtores só acerta o lugar da cerca perimetral.” As cercas são investimentos caros. Seu posicionamento, orientação em relação ao relevo, ao sol e o tipo de produção, podem melhorar ou piorar o funcionamento, a lucratividade e a qualidade de vida em uma propriedade. Quanto mais móveis, eficientes, adaptadas ao contexto de cada um, melhor. Episódio sobre #7cercasesubdivisões disponível nas plataformas de áudio e vídeo.
As primeiras cercas fixas eram cercas vivas mantidas pelos proprietários ou artesãos especializados. Durante muito tempo usamos cercas de pedra, quase sempre construídas por trabalho escravo. Com o advento da cerca de arame farpado no final do século 19, conseguimos cercar melhor as propriedade. Com isso, gradualmente abandonamos as cercas e passamos a usar as de arame, causando grandes danos aos ecossistemas e movimentos migratórios dos animais. A habilidade de desconsiderar cercas existentes enquanto desenhamos é essencial para conseguirmos criar fluxos mais energeticamente eficientes na prioridade (Dan Palmer). O Yeomans confirma essa noção quando dizia que “a maioria dos produtores só acerta o lugar da cerca perimetral.” As cercas são investimentos caros. Seu posicionamento, orientação em relação ao relevo, ao sol e o tipo de produção, podem melhorar ou piorar o funcionamento, a lucratividade e a qualidade de vida em uma propriedade. Quanto mais móveis, eficientes, adaptadas ao contexto de cada um, melhor. Episódio sobre #7cercasesubdivisões disponível nas plataformas de áudio e vídeo.
Até relativamente pouco tempo atrás os recursos para construção de edificações econômicas e multifuncionais tinham que vir da própria propriedade ou da biorregião e o maior insumo era o conhecimento de hidráulica, arquitetura e engenharia. Enquanto foi assim, o conhecimento tradicional nos ensinava a construir com recursos renováveis, com autonomia e soberania de insumos e ferramentas com eficiência energética; tanto em relação aos meios de construção quanto ao conforto térmico. A regionalidade nos ensinava rapidamente sobre a biocapacidade tornando o esgotamento de recursos ou o saneamento mal feito uma punição quase que imediata. Da revolução verde para cá, as edificações de moradia e produção passaram a custar um percentual muito alto da liquidez dos empreendimentos rurais. É possível dizer que a propaganda da escala industrial usa o custo das edificações de produção para amarrar o produtor rural em um financiamento onde ele perde o domínio de sua propriedade. No papel a propriedade é do produtor, mas na prática é do banco que cria uma plataforma de escoamento para as corporações mineradoras, farmacêuticas e petroquímicas. Produtores rurais de sucesso concentram seus esforços na criação de uma fazenda móvel, onde o capital está no conhecimento, na informação e no manejo e não na infraestrutura. (Salatin)
Até relativamente pouco tempo atrás os recursos para construção de edificações econômicas e multifuncionais tinham que vir da própria propriedade ou da biorregião e o maior insumo era o conhecimento de hidráulica, arquitetura e engenharia. Enquanto foi assim, o conhecimento tradicional nos ensinava a construir com recursos renováveis, com autonomia e soberania de insumos e ferramentas com eficiência energética; tanto em relação aos meios de construção quanto ao conforto térmico. A regionalidade nos ensinava rapidamente sobre a biocapacidade tornando o esgotamento de recursos ou o saneamento mal feito uma punição quase que imediata. Da revolução verde para cá, as edificações de moradia e produção passaram a custar um percentual muito alto da liquidez dos empreendimentos rurais. É possível dizer que a propaganda da escala industrial usa o custo das edificações de produção para amarrar o produtor rural em um financiamento onde ele perde o domínio de sua propriedade. No papel a propriedade é do produtor, mas na prática é do banco que cria uma plataforma de escoamento para as corporações mineradoras, farmacêuticas e petroquímicas. Produtores rurais de sucesso concentram seus esforços na criação de uma fazenda móvel, onde o capital está no conhecimento, na informação e no manejo e não na infraestrutura. (Salatin)
Nossos sistemas de produção vegetal e animal, assim como empreendimentos que não estão no setor primário, devem estar a serviço da nossa viabilidade, qualidade de vida e saúde do território ao mesmo tempo.
O território rural é a base a partir da qual nós podemos criar viabilidade à partir da eficiência energética e aumento da biocapacidade. Em todo ecossistema, quando os 4 processos ecossistêmicos funcionam bem, a sucessão ecológica aporta cada vez mais espécies de longo prazo e de maior porte.
É esse excedente ecológico que devemos transformar em viabilidade. Quando não desenhamos nossos sistemas de produção para funcionar assim, passamos a ter que compensar com insumos as agressões contra os processos ecossistêmicos e o cabo de guerra contra a sucessão ecológica.
Quando pensamos primeiro as camadas #1Clima, a #2Geografia, #3Água e #4Acessos otimizamos o fluxo solar energético (pelo aspecto e a localização), a eficiência energética (pela topografia) e a irrigação (por gravidade). Aliada com os princípios de cobertura de solo e decomposição biológica da matéria orgânica (ciclagem de nutrientes), de estratificação (fluxo solar energético), de infiltração da água de chuva (apoiada pelos dois anteriores), a EPLC nos torna mais eficientes na utilização dos sistemas de produção para otimizar a saúde ecológica do lugar.
Esse é o episódio n.06, da segunda temporada da Jornada do Jardineiro, sobre a camada #5SistemasdeProdução Já disponível nas plataformas de áudio e vídeo.
Nossos sistemas de produção vegetal e animal, assim como empreendimentos que não estão no setor primário, devem estar a serviço da nossa viabilidade, qualidade de vida e saúde do território ao mesmo tempo.
O território rural é a base a partir da qual nós podemos criar viabilidade à partir da eficiência energética e aumento da biocapacidade. Em todo ecossistema, quando os 4 processos ecossistêmicos funcionam bem, a sucessão ecológica aporta cada vez mais espécies de longo prazo e de maior porte.
É esse excedente ecológico que devemos transformar em viabilidade. Quando não desenhamos nossos sistemas de produção para funcionar assim, passamos a ter que compensar com insumos as agressões contra os processos ecossistêmicos e o cabo de guerra contra a sucessão ecológica.
Quando pensamos primeiro as camadas #1Clima, a #2Geografia, #3Água e #4Acessos otimizamos o fluxo solar energético (pelo aspecto e a localização), a eficiência energética (pela topografia) e a irrigação (por gravidade). Aliada com os princípios de cobertura de solo e decomposição biológica da matéria orgânica (ciclagem de nutrientes), de estratificação (fluxo solar energético), de infiltração da água de chuva (apoiada pelos dois anteriores), a EPLC nos torna mais eficientes na utilização dos sistemas de produção para otimizar a saúde ecológica do lugar.
Esse é o episódio n.06, da segunda temporada da Jornada do Jardineiro, sobre a camada #5SistemasdeProdução Já disponível nas plataformas de áudio e vídeo.
Estradas rurais mal posicionadas no relevo acarretam muitos gastos extras com manutenção, desgaste de veículos, dificuldade de acesso e prejuizo com erosão (e.g. solo que se esvai em ravinas e voçorocas). Enxergar as estradas como "telhados" do terreno captando água para ser redistribuida e armazenada em pontos específicos levou o Bill Zeedyk a aconselhar sempre que "é melhor uma estrada mal feita no lugar certo que uma estrada bem feita no lugar errado".
A EPLC nos ensina a enxergar a estrada como sistemas de capitação e distribuição de água e de orientação dos serviços (e.g. encanamentos, eletricidade e serviços em geral). O estudo do #1clima, da #2Geografia e da #3Água nas camadas anteriores orienta a implementação das estradas alinhadas pelas cumeeiras ou pelas curvas de nível. Os canais de conservação de água, a #LinhaChave , as valas de irrigação por inundação e o posicionamento das barragens nas áreas mais planas na propriedade dialogam diretamente com o posicionamento das estradas.
Em suma, as estradas são estruturas relativamente muito fixas (camada #4 das 8 originais) que devem ser bem planejadas, implementadas e mantidas. Elas tem papel importante no sucesso energético, econômico e hídrico da propriedade.
#escaladepermanênciadalinhachave #4acessoseserviços #planejamentodepropriedadesrurais
Estradas rurais mal posicionadas no relevo acarretam muitos gastos extras com manutenção, desgaste de veículos, dificuldade de acesso e prejuizo com erosão (e.g. solo que se esvai em ravinas e voçorocas). Enxergar as estradas como "telhados" do terreno captando água para ser redistribuida e armazenada em pontos específicos levou o Bill Zeedyk a aconselhar sempre que "é melhor uma estrada mal feita no lugar certo que uma estrada bem feita no lugar errado".
A EPLC nos ensina a enxergar a estrada como sistemas de capitação e distribuição de água e de orientação dos serviços (e.g. encanamentos, eletricidade e serviços em geral). O estudo do #1clima, da #2Geografia e da #3Água nas camadas anteriores orienta a implementação das estradas alinhadas pelas cumeeiras ou pelas curvas de nível. Os canais de conservação de água, a #LinhaChave , as valas de irrigação por inundação e o posicionamento das barragens nas áreas mais planas na propriedade dialogam diretamente com o posicionamento das estradas.
Em suma, as estradas são estruturas relativamente muito fixas (camada #4 das 8 originais) que devem ser bem planejadas, implementadas e mantidas. Elas tem papel importante no sucesso energético, econômico e hídrico da propriedade.
#escaladepermanênciadalinhachave #4acessoseserviços #planejamentodepropriedadesrurais
Os animais bem manejados também plantam água! A descoberta de como nosso manejo dos animais pode impactar positivamente o ciclo da água em nossas propriedades é do Alan Savory (@asavory2018 ) ecologista Zimbabuano que vem há mais de 6 décadas usando animais para recuperar ecossistemas que vinham sendo desertificados pelo manejo industrial e pela biologia da conservação.
Para garantirmos água limpa e viabilidade econômica na produção agrícola para as próximas gerações, precisamos produzir alimentos melhorando cada vez mais a ciclagem de nutrientes no solo e o ciclo da água em nossas propriedades.
Precisamos maximizar a capacidade de fotossíntese e a biodiversidade de nossos sistemas, mas para isso precisamos ter acesso a água em um contexto em que as mudanças e o controle climático dificultam muito para a produção primária. Esse quadro de negligência com a saúde do solo e do ciclo hidrológico em nossas propriedades tem causado um processo acelerado de desertificação e longos períodos de estiagem alternados com enxurradas repentinas em muitos lugares.
Assim como os sistemas agroflorestais, a pecuária bem manejada tem papel central na recuperação do ciclo hidrológico, mas o manejo precisa ser natural.
A água, camada 3 da EPLC é o tema dessa convers com o @victorciintra_ nesse episódio mais recente da da Jornada do Jardineiro. Também disponível nas plataformas de áudio.
Conto com o seu apoio para levar esse cuidado com a água para o maior número possível de pessoas dispostas a viver com ética ecológica ;)
#água #3Água #jornadadojardineiro
Os animais bem manejados também plantam água! A descoberta de como nosso manejo dos animais pode impactar positivamente o ciclo da água em nossas propriedades é do Alan Savory (@asavory2018 ) ecologista Zimbabuano que vem há mais de 6 décadas usando animais para recuperar ecossistemas que vinham sendo desertificados pelo manejo industrial e pela biologia da conservação.
Para garantirmos água limpa e viabilidade econômica na produção agrícola para as próximas gerações, precisamos produzir alimentos melhorando cada vez mais a ciclagem de nutrientes no solo e o ciclo da água em nossas propriedades.
Precisamos maximizar a capacidade de fotossíntese e a biodiversidade de nossos sistemas, mas para isso precisamos ter acesso a água em um contexto em que as mudanças e o controle climático dificultam muito para a produção primária. Esse quadro de negligência com a saúde do solo e do ciclo hidrológico em nossas propriedades tem causado um processo acelerado de desertificação e longos períodos de estiagem alternados com enxurradas repentinas em muitos lugares.
Assim como os sistemas agroflorestais, a pecuária bem manejada tem papel central na recuperação do ciclo hidrológico, mas o manejo precisa ser natural.
A água, camada 3 da EPLC é o tema dessa convers com o @victorciintra_ nesse episódio mais recente da da Jornada do Jardineiro. Também disponível nas plataformas de áudio.
Conto com o seu apoio para levar esse cuidado com a água para o maior número possível de pessoas dispostas a viver com ética ecológica ;)
#água #3Água #jornadadojardineiro
Entender como a água se comporta no relevo é fundamental para desenvolvermos um cuidado ético! A Geografia da Linha Chave aborda o relevo pelo entendimento de linhas primordiais. O nível do mar é a linha à partir da qual entendemos altitudes. Os talvegues são as linhas de escoamento de água; por meio das quais os continentes devolvem as águas para o mar. Esse acúmulo de águas nos talvegues se dá porque a água sempre escorre perpendicular (a 90°) à curva de nível. E as cumeeiras, são as linhas divisoras de água no relevo e, por consequência, são lugares mais secos e com menos sedimentos (solos mais rasos). Essas três linhas acontecem naturalmente. O lugar, em um talvegue, onde a água vem de um movimento rápido com potencial erosivo para um de deposição de sedimentos é o Ponto Chave. Desse ponto o Yeomans derivou a Linha Chave. A Linha Chave é um conceito humano que pode ser utilizado em conjunto com as outras linhas naturais para melhorar a hidrologia, prevenir erosão e maximizar a produção nos terrenos onde intervimos. O Ponto Chave é o ponto a partir do qual temos o melhor custo benefício entre movimento de solo e quantidade de água armazenada. Acima desse ponto é possível armazenar água em açudes de contorno (ou de curva de nível) localizados em cumeeiras ou açudes de sela (entre duas protuberâncias na linhas de uma cumeeira). Abaixo da Linha Chave Yeomans traçava uma outra linha em curva de nível para irrigar tratos de terra por inundação. Essas linhas são conceituais. A junção das linhas naturais com as conceituais permitem entender o terreno em 4 áreas: uma de captação de água, uma de armazenamento, uma de utilização e uma de reaproveitamento. E leitura do relevo por meio das ordens (principal, primária, secundária, etc.), das linhas divisoras (cumeeiras) e das linhas de escoamento de água nos permite derivar o que Yeomans denominou Unidades Primárias de Terreno.
Entender como a água se comporta no relevo é fundamental para desenvolvermos um cuidado ético! A Geografia da Linha Chave aborda o relevo pelo entendimento de linhas primordiais. O nível do mar é a linha à partir da qual entendemos altitudes. Os talvegues são as linhas de escoamento de água; por meio das quais os continentes devolvem as águas para o mar. Esse acúmulo de águas nos talvegues se dá porque a água sempre escorre perpendicular (a 90°) à curva de nível. E as cumeeiras, são as linhas divisoras de água no relevo e, por consequência, são lugares mais secos e com menos sedimentos (solos mais rasos). Essas três linhas acontecem naturalmente. O lugar, em um talvegue, onde a água vem de um movimento rápido com potencial erosivo para um de deposição de sedimentos é o Ponto Chave. Desse ponto o Yeomans derivou a Linha Chave. A Linha Chave é um conceito humano que pode ser utilizado em conjunto com as outras linhas naturais para melhorar a hidrologia, prevenir erosão e maximizar a produção nos terrenos onde intervimos. O Ponto Chave é o ponto a partir do qual temos o melhor custo benefício entre movimento de solo e quantidade de água armazenada. Acima desse ponto é possível armazenar água em açudes de contorno (ou de curva de nível) localizados em cumeeiras ou açudes de sela (entre duas protuberâncias na linhas de uma cumeeira). Abaixo da Linha Chave Yeomans traçava uma outra linha em curva de nível para irrigar tratos de terra por inundação. Essas linhas são conceituais. A junção das linhas naturais com as conceituais permitem entender o terreno em 4 áreas: uma de captação de água, uma de armazenamento, uma de utilização e uma de reaproveitamento. E leitura do relevo por meio das ordens (principal, primária, secundária, etc.), das linhas divisoras (cumeeiras) e das linhas de escoamento de água nos permite derivar o que Yeomans denominou Unidades Primárias de Terreno.
Você já parou para pensar em como o seu estado emocional pode influenciar a forma como você percebe e interage com o mundo ao seu redor? No episódio 2, mergulhamos fundo no conceito de "clima da mente", discutindo como o nosso estado emocional e psicológico afeta a vida cotidiana, tanto em ambientes urbanos quanto rurais. Exploramos como essas emoções e mentalidades impactam não só a nós individualmente, mas também as comunidades em que vivemos.
Além disso, falamos sobre o clima em um sentido mais amplo e geográfico. Discutimos como o clima afeta diretamente nossos ecossistemas, influenciando a agricultura, a urbanização e as atividades humanas em geral. Analisamos as diferentes zonas climáticas do mundo, como tropical, temperado, polar e árido, e como cada uma dessas zonas influencia a vida das pessoas, determinando o tipo de vegetação e fauna, assim como as práticas sociais e econômicas predominantes.
Também discutimos o impacto das mudanças climáticas e como elas estão alterando padrões climáticos, resultando em eventos extremos como secas e inundações, que têm consequências significativas para nossas vidas e para a saúde do planeta. Abordamos ainda a existência de microclimas, pequenas variações dentro de uma mesma região, que são influenciadas por fatores locais como montanhas e corpos d'água, e como esses microclimas afetam a biodiversidade e as atividades humanas.
Você já parou para pensar em como o seu estado emocional pode influenciar a forma como você percebe e interage com o mundo ao seu redor? No episódio 2, mergulhamos fundo no conceito de "clima da mente", discutindo como o nosso estado emocional e psicológico afeta a vida cotidiana, tanto em ambientes urbanos quanto rurais. Exploramos como essas emoções e mentalidades impactam não só a nós individualmente, mas também as comunidades em que vivemos.
Além disso, falamos sobre o clima em um sentido mais amplo e geográfico. Discutimos como o clima afeta diretamente nossos ecossistemas, influenciando a agricultura, a urbanização e as atividades humanas em geral. Analisamos as diferentes zonas climáticas do mundo, como tropical, temperado, polar e árido, e como cada uma dessas zonas influencia a vida das pessoas, determinando o tipo de vegetação e fauna, assim como as práticas sociais e econômicas predominantes.
Também discutimos o impacto das mudanças climáticas e como elas estão alterando padrões climáticos, resultando em eventos extremos como secas e inundações, que têm consequências significativas para nossas vidas e para a saúde do planeta. Abordamos ainda a existência de microclimas, pequenas variações dentro de uma mesma região, que são influenciadas por fatores locais como montanhas e corpos d'água, e como esses microclimas afetam a biodiversidade e as atividades humanas.
Acredito que quanto mais tivermos pessoas vivendo vidas dignas no campo, amando e cuidando de seus territórios, melhores serão nossas chances de voltarmos a atuar melhorando os lugares onde vivemos. Não acredito que consigamos reverter os estragos já feito até aqui pela elite financeira, mas paradoxalmente, quanto mais pessoas adotarem um estilo de vida frugal e autônomo voluntariamente, melhor conseguiremos amparar as pessoas quando a escassez energética causar ainda mais crises, controle e injustiças nos centros urbanos populoso. Paradoxalmente também, quanto menos ligados nos movimentos homogêneos (de esquerda ou de direita), quanto menos capital investido nos bancos, quanto menos trabalho na sistema vigente e quanto menos consumo na economia ortodoxa, maior são nossas chances de inspirar mudanças na pequena escala e, em rede, esse desinvestir no modelo industrial talvez seja o suficiente para quebrá-lo (Holmgren, 2015). É com sonho dispretencioso na escala e ambicioso no cuidado com as pessoas e os territórios que lanço a segunda temporada da Jornada do Jardineiro, dessa vez com os capítulos (relaxadamente) organizados em torno da Escala de Permanência da Linha Chave. Vamos conversar desde os desafios do 'clima da mente' (Doherty, 2017) e das mudanças climáticas, até a saúde do solo, passando pela autonomia hídrica (fundamental daqui para frente), pelas estradas, os sistemas de produção, de moradia e as cercas. Receber e responder os comentários e emails vai ser um prazer (como foi na primeira temporada).
Acredito que quanto mais tivermos pessoas vivendo vidas dignas no campo, amando e cuidando de seus territórios, melhores serão nossas chances de voltarmos a atuar melhorando os lugares onde vivemos. Não acredito que consigamos reverter os estragos já feito até aqui pela elite financeira, mas paradoxalmente, quanto mais pessoas adotarem um estilo de vida frugal e autônomo voluntariamente, melhor conseguiremos amparar as pessoas quando a escassez energética causar ainda mais crises, controle e injustiças nos centros urbanos populoso. Paradoxalmente também, quanto menos ligados nos movimentos homogêneos (de esquerda ou de direita), quanto menos capital investido nos bancos, quanto menos trabalho na sistema vigente e quanto menos consumo na economia ortodoxa, maior são nossas chances de inspirar mudanças na pequena escala e, em rede, esse desinvestir no modelo industrial talvez seja o suficiente para quebrá-lo (Holmgren, 2015). É com sonho dispretencioso na escala e ambicioso no cuidado com as pessoas e os territórios que lanço a segunda temporada da Jornada do Jardineiro, dessa vez com os capítulos (relaxadamente) organizados em torno da Escala de Permanência da Linha Chave. Vamos conversar desde os desafios do 'clima da mente' (Doherty, 2017) e das mudanças climáticas, até a saúde do solo, passando pela autonomia hídrica (fundamental daqui para frente), pelas estradas, os sistemas de produção, de moradia e as cercas. Receber e responder os comentários e emails vai ser um prazer (como foi na primeira temporada).
Vivemos um tempo em que a maioria fala de direitos e quase ninguém fala de deveres ou responsabilidades. Um tempo em que as tecnologias não vem para facilitar o trabalho humano, mas nos dar a falsa sensação de que podemos viver sem limites biofísicos. Um tempo em que as pessoas dizem amar e querer proteger a natureza, mas que ao invés de aspirarmos por pertença e intimidade com nosso território, aspiramos por 'liberdade geográfica'. Nenhuma quantidade de tecnologia pode substituir satisfatoriamente a inteligência humana rural. Uma cultura agrária saudável tem memória ancestral, conhecimentos, valores e aspirações. Ela revela os limites humanos, esclarece nossos laços inescapáveis com a Terra e uns com os outros e assegura que enxerguemos as restrições necessárias e que nosso trabalho (para com a terra) fosse feito e bem feito (Wendell Berry no Simpósio 'Agricultura para um Planeta Pequeno' em Spokane, Washington, 1974). Precisamos de um propósito claro, que nos torne capaz de ver com muita clareza o futuro de nossas propriedades se quisermos ser bem sucedidos em nossas relações, nosso cuidado com a terra e nossa economia. Sem esse propósito bem definido e sem essa visão de um legado de sucesso integral, a maioria das pessoas vai passar sua vida no campo correndo de um lado para outro, resolvendo pepinos eternos e sem nunca saber se está realmente construindo a vida desejada e preparando a propriedade para as próximas gerações. Esses são os temas do último episódio da Jornada do Jardineiro. Espero, com muito carinho, que os temas abordados tenham somado no caminho de cada um de vocês que escolheram protagonizar suas vidas cuidando das pessoas e da natureza.
Vivemos um tempo em que a maioria fala de direitos e quase ninguém fala de deveres ou responsabilidades. Um tempo em que as tecnologias não vem para facilitar o trabalho humano, mas nos dar a falsa sensação de que podemos viver sem limites biofísicos. Um tempo em que as pessoas dizem amar e querer proteger a natureza, mas que ao invés de aspirarmos por pertença e intimidade com nosso território, aspiramos por 'liberdade geográfica'. Nenhuma quantidade de tecnologia pode substituir satisfatoriamente a inteligência humana rural. Uma cultura agrária saudável tem memória ancestral, conhecimentos, valores e aspirações. Ela revela os limites humanos, esclarece nossos laços inescapáveis com a Terra e uns com os outros e assegura que enxerguemos as restrições necessárias e que nosso trabalho (para com a terra) fosse feito e bem feito (Wendell Berry no Simpósio 'Agricultura para um Planeta Pequeno' em Spokane, Washington, 1974). Precisamos de um propósito claro, que nos torne capaz de ver com muita clareza o futuro de nossas propriedades se quisermos ser bem sucedidos em nossas relações, nosso cuidado com a terra e nossa economia. Sem esse propósito bem definido e sem essa visão de um legado de sucesso integral, a maioria das pessoas vai passar sua vida no campo correndo de um lado para outro, resolvendo pepinos eternos e sem nunca saber se está realmente construindo a vida desejada e preparando a propriedade para as próximas gerações. Esses são os temas do último episódio da Jornada do Jardineiro. Espero, com muito carinho, que os temas abordados tenham somado no caminho de cada um de vocês que escolheram protagonizar suas vidas cuidando das pessoas e da natureza.
Um pouco sobre planejamento, um pouco sobre dúvidas práticas e específicas, um fechamento explicando como vocês todos são muito importantes e fazem parte da minha visão de futuro e mais um tantão de perguntas que vocês enviaram e respondi com muito carinho. Não esperava tanta interação e essa foi uma surpresa muito gostosa para mim. Vamos desde de tamanho ideal de propriedades, soluções práticas para quem quer viabilizar mais pessoas em suas propriedades até dúvidas bem específicas sobre qual profissão viabiliza a transição mais rapidamente. Foi um bate papo bem solto, que caminhou por várias direções com a ajuda e participação do "Vitão" Cintra. Tão bom e com tantas perguntas que vai ter parte dois do "me pergunte qualquer coisa" daqui umas semanas. Peço que cada um compartilhe com sua curadoria em ajudando a levar esse trabalho para mais pessoas. Muito obrigado minha gente!
Um pouco sobre planejamento, um pouco sobre dúvidas práticas e específicas, um fechamento explicando como vocês todos são muito importantes e fazem parte da minha visão de futuro e mais um tantão de perguntas que vocês enviaram e respondi com muito carinho. Não esperava tanta interação e essa foi uma surpresa muito gostosa para mim. Vamos desde de tamanho ideal de propriedades, soluções práticas para quem quer viabilizar mais pessoas em suas propriedades até dúvidas bem específicas sobre qual profissão viabiliza a transição mais rapidamente. Foi um bate papo bem solto, que caminhou por várias direções com a ajuda e participação do "Vitão" Cintra. Tão bom e com tantas perguntas que vai ter parte dois do "me pergunte qualquer coisa" daqui umas semanas. Peço que cada um compartilhe com sua curadoria em ajudando a levar esse trabalho para mais pessoas. Muito obrigado minha gente!
Temos a cultura de negligenciar etapas importantes como mapeamento, planos de viabilidade e de negócio e planejamento da propriedade. Essa mesma cultura enaltece como heróis e heroínas as pessoas que tem uma vida sofrida em nome da agricultura familiar agroecológica e depois não entende porque não consegue reverter o êxodo rural. A Agroecologia, a Aermacultura, o Gerenciamento Holístico e a Escala de Permanência são ciências do desenho ecológico que abordam o planejamento de áreas ou propriedades. Paradoxalmente, a maioria das pessoas que vive no campo sofre de falência afetiva e econômica, de uma vida trabalhosa e sem tempo, exatamente pela falta de planejamento. Nesse 7° episódio da Jornada do Jardineiro eu e o Victor conversamos sobre porque eu uso a EPLC e não a Permacultura para planejar propriedades, eu falo sobre os primeiros passos mais práticos para planejar uma propriedade que se encaixe com a sua Digital de Complexidade e compartilho os erros mais comuns na compra e/ou funcionamento de uma propriedade rural. É com muito carinho e intuito de que as pessoas vivam da melhor forma possível no campo, que solto essa conversa recheada de lições destiladas ao longos dos anos. Meu caminho foi mais fácil por conta dos mentores que encontrei e minha missão, cumprindo o papel de sucessão, é facilitar o de quem caminha comigo. Faça seu mapa com o Vitor da Cardeal: https://www.instagram.com/cardealmap?igsh=bWcxdHNoZXZ1aDE5
Temos a cultura de negligenciar etapas importantes como mapeamento, planos de viabilidade e de negócio e planejamento da propriedade. Essa mesma cultura enaltece como heróis e heroínas as pessoas que tem uma vida sofrida em nome da agricultura familiar agroecológica e depois não entende porque não consegue reverter o êxodo rural. A Agroecologia, a Aermacultura, o Gerenciamento Holístico e a Escala de Permanência são ciências do desenho ecológico que abordam o planejamento de áreas ou propriedades. Paradoxalmente, a maioria das pessoas que vive no campo sofre de falência afetiva e econômica, de uma vida trabalhosa e sem tempo, exatamente pela falta de planejamento. Nesse 7° episódio da Jornada do Jardineiro eu e o Victor conversamos sobre porque eu uso a EPLC e não a Permacultura para planejar propriedades, eu falo sobre os primeiros passos mais práticos para planejar uma propriedade que se encaixe com a sua Digital de Complexidade e compartilho os erros mais comuns na compra e/ou funcionamento de uma propriedade rural. É com muito carinho e intuito de que as pessoas vivam da melhor forma possível no campo, que solto essa conversa recheada de lições destiladas ao longos dos anos. Meu caminho foi mais fácil por conta dos mentores que encontrei e minha missão, cumprindo o papel de sucessão, é facilitar o de quem caminha comigo. Faça seu mapa com o Vitor da Cardeal: https://www.instagram.com/cardealmap?igsh=bWcxdHNoZXZ1aDE5
Existe uma diferença enorme entre gestão e prática, entre princípios e prática. Nossos sistemas de produção ou os serviços que prestamos são práticas. O alinhamento da nossa vida com os princípios é ética ecológica é uma questão de termos uma gestão integral. A maioria das pessoas que vivem (ou querem viver) no campo não conseguem entender a importância de ter uma estrutura de gestão porque não tem um propósito claro, definido. "Viver no campo" não é um propósito, é uma condição. "Viver em segurança financeira, melhorando a saúde das pessoas, das relações sociais e dos ecossistemas em nosso território" é um propósito claro, que qualifica a vida que queremos levar e a função que escolhemos ter. A partir de um propósito claro e integral, a importância de uma estrutura de gestão se torna evidente: como posso medir que estou sendo útil para o ecossistema onde vivo?; como posso saber que o que faço e como vivo melhora a vida das pessoas a minha volta?; como desenho estratégias para viver financeiramente seguro enquanto desempenho a vida que desenhei para mim? O propósito nos dá um contexto para agir e se o propósito é integral, precisamos agir de forma a fortalecer a saúde das dimensões social, ecológica e econômica. Fazer muitas tarefas sem conseguir avaliar se elas estão construindo a vida que queremos é a raiz da falta de tempo, que por sua vez é comum de quem, no campo ou não, não tem um propósito e um contexto definidos. Estar o tempo todo ocupado, não significa estar levando uma vida de sucesso. Viver se dedicando a práticas ecológicas, também não. Só um propósito e um contexto integrais podem garantir que o caminho para a vida que queremos levar seja uma amostra dela.
Existe uma diferença enorme entre gestão e prática, entre princípios e prática. Nossos sistemas de produção ou os serviços que prestamos são práticas. O alinhamento da nossa vida com os princípios é ética ecológica é uma questão de termos uma gestão integral. A maioria das pessoas que vivem (ou querem viver) no campo não conseguem entender a importância de ter uma estrutura de gestão porque não tem um propósito claro, definido. "Viver no campo" não é um propósito, é uma condição. "Viver em segurança financeira, melhorando a saúde das pessoas, das relações sociais e dos ecossistemas em nosso território" é um propósito claro, que qualifica a vida que queremos levar e a função que escolhemos ter. A partir de um propósito claro e integral, a importância de uma estrutura de gestão se torna evidente: como posso medir que estou sendo útil para o ecossistema onde vivo?; como posso saber que o que faço e como vivo melhora a vida das pessoas a minha volta?; como desenho estratégias para viver financeiramente seguro enquanto desempenho a vida que desenhei para mim? O propósito nos dá um contexto para agir e se o propósito é integral, precisamos agir de forma a fortalecer a saúde das dimensões social, ecológica e econômica. Fazer muitas tarefas sem conseguir avaliar se elas estão construindo a vida que queremos é a raiz da falta de tempo, que por sua vez é comum de quem, no campo ou não, não tem um propósito e um contexto definidos. Estar o tempo todo ocupado, não significa estar levando uma vida de sucesso. Viver se dedicando a práticas ecológicas, também não. Só um propósito e um contexto integrais podem garantir que o caminho para a vida que queremos levar seja uma amostra dela.
A maioria de nós é testada o tempo inteiro sobre o que não sabemos. A cultura familiar, o sistema escolar, os concursos públicos… nos tornam inseguros em relação aos nossos sonhos, vocações e, em última instância, nossas decisões. No processo de criar uma vida alinhada com nossas vocações, propósito, qualidades de vida e vontade de atuar de forma positiva no território, precisamos confiar no que sabemos e que seremos capazes de aprender o que precisamos a cada passo. Só assim nos tornamos especialistas da própria complexidade. Só assim podemos fazer do caminho uma amostra da vida que estamos construindo. Nesse episódio falamos sobre qual bagagens devemos deixar para trás, incluindo as bagagens culturais, afetivas e relacionais, e o que precisamos levar para nossa jornada em termos de cuidado, de olhar, de dedicação e ética. Falamos também sobre a importância de termos não só um Contexto Holístico, mas o registro das nossas decisões, o contexto no qual foram tomadas e o futuro (temporal e físico) que pretendemos construir com elas. A jornada é para a vida toda. Precisamos ser gentis com nós mesmos, encontrar em nosso diálogo interno o mesmo apoio que damos para os amigos queridos. Tudo isso com uma visão muito clara, detalhada e integral do futuro que estamos construindo para manter a persistência, a adaptabilidade e o impacto positivo durante a jornada. Fico no aguardo das perguntas e comentários, assim como da curadoria de vocês no compartilhamento desse trabalho de plantar pessoas no campo. Obrigado pela companhia na jornada!
A maioria de nós é testada o tempo inteiro sobre o que não sabemos. A cultura familiar, o sistema escolar, os concursos públicos… nos tornam inseguros em relação aos nossos sonhos, vocações e, em última instância, nossas decisões. No processo de criar uma vida alinhada com nossas vocações, propósito, qualidades de vida e vontade de atuar de forma positiva no território, precisamos confiar no que sabemos e que seremos capazes de aprender o que precisamos a cada passo. Só assim nos tornamos especialistas da própria complexidade. Só assim podemos fazer do caminho uma amostra da vida que estamos construindo. Nesse episódio falamos sobre qual bagagens devemos deixar para trás, incluindo as bagagens culturais, afetivas e relacionais, e o que precisamos levar para nossa jornada em termos de cuidado, de olhar, de dedicação e ética. Falamos também sobre a importância de termos não só um Contexto Holístico, mas o registro das nossas decisões, o contexto no qual foram tomadas e o futuro (temporal e físico) que pretendemos construir com elas. A jornada é para a vida toda. Precisamos ser gentis com nós mesmos, encontrar em nosso diálogo interno o mesmo apoio que damos para os amigos queridos. Tudo isso com uma visão muito clara, detalhada e integral do futuro que estamos construindo para manter a persistência, a adaptabilidade e o impacto positivo durante a jornada. Fico no aguardo das perguntas e comentários, assim como da curadoria de vocês no compartilhamento desse trabalho de plantar pessoas no campo. Obrigado pela companhia na jornada!
Nesse episódio da Jornada do Jardineiro eu trago uma pergunta importante para refletirmos: é possível construir ética ecológica vivendo uma vida energeticamente deficitária? Vivemos um tempo em que a maioria que diz se importar com a natureza consegue no máximo praticar um ambientalismo de sacrifícios… Escovas de dente de bambu da Colgate (compradas nos supermercados), banhos de 4 minutos enquanto o agronegócio usa 80% da água do país, alimentação ‘orgânica’, mas sem conhecer quem produz… Esse tipo de ‘esforço’, como bem explica o Krenak, é uma busca egoista. Tem muito mais a ver com aplacar a culpa e sinalizar um “estou fazendo o que posso” do que com realmente agir onde podemos ser eficazes. Só no campo podemos empreender com ética ecológica criando excedentes energéticos. E você não precisa começar comprando uma propriedade para empreender dessa maneira. Nesse episódio da Jornada do Jardineiro eu converso sobre empreendimentos rurais que trazem excedentes para o solo, para as plantas, para os animais mantendo a dignidade e qualidade de vida das pessoas. Argumento que a viabilidade verdadeira (para a economia familiar e local) é uma função do aumento da biocapacidade, da melhora da saúde dos processos ecossistêmicos. A conversa é sobre empreendimentos que para além de cuidar da saúde da propriedade, criam vidas dignas, autônomas e soberanas para as pessoas que os protagonizam.
Nesse episódio da Jornada do Jardineiro eu trago uma pergunta importante para refletirmos: é possível construir ética ecológica vivendo uma vida energeticamente deficitária? Vivemos um tempo em que a maioria que diz se importar com a natureza consegue no máximo praticar um ambientalismo de sacrifícios… Escovas de dente de bambu da Colgate (compradas nos supermercados), banhos de 4 minutos enquanto o agronegócio usa 80% da água do país, alimentação ‘orgânica’, mas sem conhecer quem produz… Esse tipo de ‘esforço’, como bem explica o Krenak, é uma busca egoista. Tem muito mais a ver com aplacar a culpa e sinalizar um “estou fazendo o que posso” do que com realmente agir onde podemos ser eficazes. Só no campo podemos empreender com ética ecológica criando excedentes energéticos. E você não precisa começar comprando uma propriedade para empreender dessa maneira. Nesse episódio da Jornada do Jardineiro eu converso sobre empreendimentos rurais que trazem excedentes para o solo, para as plantas, para os animais mantendo a dignidade e qualidade de vida das pessoas. Argumento que a viabilidade verdadeira (para a economia familiar e local) é uma função do aumento da biocapacidade, da melhora da saúde dos processos ecossistêmicos. A conversa é sobre empreendimentos que para além de cuidar da saúde da propriedade, criam vidas dignas, autônomas e soberanas para as pessoas que os protagonizam.
Curso Gestão Impacto Positivo (Aprenda a desenvolver um Contexto Holístico para tomar decisões que trazem sucesso ecológico, social e econômico para sua vida): https://euricovianna.com.br/curso-gestao-impacto-positivo/ Existe uma diferença muito grande entra prática e gestão. Os sistemas de produção são uma prática, mas a gestão é composta por um conjunto de decisões. A maioria das pessoas nem faz essa distinção. Esse episódio da Jornada do Jardineiro se chama "A Grande Decisão de Mudar de Vida, e nele abordamos a diferença entre prática e gestão e compartilhamos muitos dos erros mais comuns que as pessoas cometem ao decidirem levar uma vida em conexão com a natureza. Há milênios nós sabemos pensar de forma integral, mas o problema é que não fazemos a gestão, não tomamos nossas decisões de forma integral. Praticamente todos nós, no ato da decisão, decide sobre uma ação para saciar um desejo, suprir uma necessidade ou resolver um problema. Essa é uma observação do Savory que descreve muito bem porque muita gente tem muitos problemas não previstos quando decidem se mudar para o campo, assim como descreve porque a maioria das pessoas que já vivem no campo, diz se importar com a saúde ecológica do lugar, mas não consegue produzir com o rigor da ética ecológica. Durante o podcast também destrinchamos como tomamos decisões e porque nossa forma de decidir é reducionista e reativa e passamos a discutir como constituir empreendimentos com gestão integral (ecológica, econômica e social). Estudando uma gestão integral e o planejamento antes de fazer essa mudança, podemos entender nosso contexto, que é único. Dessa forma, economizamos muitos erros, tempo, energia e recursos e nosso alimento e nossas ocupações se tornam um constante regenerar da biocapacidade do lugar que escolhemos viver.
Curso Gestão Impacto Positivo (Aprenda a desenvolver um Contexto Holístico para tomar decisões que trazem sucesso ecológico, social e econômico para sua vida): https://euricovianna.com.br/curso-gestao-impacto-positivo/ Existe uma diferença muito grande entra prática e gestão. Os sistemas de produção são uma prática, mas a gestão é composta por um conjunto de decisões. A maioria das pessoas nem faz essa distinção. Esse episódio da Jornada do Jardineiro se chama "A Grande Decisão de Mudar de Vida, e nele abordamos a diferença entre prática e gestão e compartilhamos muitos dos erros mais comuns que as pessoas cometem ao decidirem levar uma vida em conexão com a natureza. Há milênios nós sabemos pensar de forma integral, mas o problema é que não fazemos a gestão, não tomamos nossas decisões de forma integral. Praticamente todos nós, no ato da decisão, decide sobre uma ação para saciar um desejo, suprir uma necessidade ou resolver um problema. Essa é uma observação do Savory que descreve muito bem porque muita gente tem muitos problemas não previstos quando decidem se mudar para o campo, assim como descreve porque a maioria das pessoas que já vivem no campo, diz se importar com a saúde ecológica do lugar, mas não consegue produzir com o rigor da ética ecológica. Durante o podcast também destrinchamos como tomamos decisões e porque nossa forma de decidir é reducionista e reativa e passamos a discutir como constituir empreendimentos com gestão integral (ecológica, econômica e social). Estudando uma gestão integral e o planejamento antes de fazer essa mudança, podemos entender nosso contexto, que é único. Dessa forma, economizamos muitos erros, tempo, energia e recursos e nosso alimento e nossas ocupações se tornam um constante regenerar da biocapacidade do lugar que escolhemos viver.
A vida no campo é complexa e para conseguirmos navegar essa complexidade e protagonizarmos a vida que queremos é preciso uma gestão integral e o planejamento da propriedade com base no desenho ecológico. "A Complexidade da Vida Rural" é o segundo episódio da Jornada do Jardineiro e nele nós compartilhamos os erros mais comuns das pessoas que decidem ir para o campo e como podemos economizar muito tempo, energia e dinheiro estudando uma gestão integral e o desenho ecológico antes de fazer essa transição. O viver no campo é composto por vários viveres... Arte, logística, comércio, turismo, e educação, por exemplo, estão entre as opções de empreendimento que podem compor uma vida rural digna e com ética ecológica. Nem tudo no campo é sobre a produção primária, mas entender o que o lugar produz naturalmente é uma lição de sensibilidade, conexão e sabedoria que harmoniza nossa produção e serviços com as aptidões climáticas, ecológicas, do solo e da cultura da região. Estudando uma gestão integral e o planejamento antes de fazer essa mudança, podemos entender nosso contexto, que é único. Dessa forma, economizamos muitos erros, tempo, energia e recursos e nosso alimento e nossas ocupações se tornam um constante regenerar da biocapacidade do lugar que escolhemos viver.
A vida no campo é complexa e para conseguirmos navegar essa complexidade e protagonizarmos a vida que queremos é preciso uma gestão integral e o planejamento da propriedade com base no desenho ecológico. "A Complexidade da Vida Rural" é o segundo episódio da Jornada do Jardineiro e nele nós compartilhamos os erros mais comuns das pessoas que decidem ir para o campo e como podemos economizar muito tempo, energia e dinheiro estudando uma gestão integral e o desenho ecológico antes de fazer essa transição. O viver no campo é composto por vários viveres... Arte, logística, comércio, turismo, e educação, por exemplo, estão entre as opções de empreendimento que podem compor uma vida rural digna e com ética ecológica. Nem tudo no campo é sobre a produção primária, mas entender o que o lugar produz naturalmente é uma lição de sensibilidade, conexão e sabedoria que harmoniza nossa produção e serviços com as aptidões climáticas, ecológicas, do solo e da cultura da região. Estudando uma gestão integral e o planejamento antes de fazer essa mudança, podemos entender nosso contexto, que é único. Dessa forma, economizamos muitos erros, tempo, energia e recursos e nosso alimento e nossas ocupações se tornam um constante regenerar da biocapacidade do lugar que escolhemos viver.
Quero convidar você para ouvir/assistir e participar da Jornada do Jardineiro - do êxodo urbano ao bem viver no campo, um podcast inédito com 9 episódios onde compartilho com você a minha leitura da paisagem cultural, econômica e energética e o porquê o viver no campo é uma das soluções mais importantes que podemos adotar para as crises do nosso tempo.
Para esse podcast eu conto com a participação especial do Victor Cintra (o Vitão), que trabalha comigo na produção do meu podcast e canal, para fazer a ponte entre você e eu. Ao longo dos 9 episódios o Vitão vai trazer seus comentários, dúvidas e perguntas para dentro dessa jornada que traz o viver no campo como solução para a crise política, econômica, cultural e ecológica que vivemos. Abrindo essa série nós trazemos “O Colapso e o Êxodo Urbano” no EP.01.
Nesse primeiro episódio eu te empresto a minha leitura da paisagem política, energética, agronômica, sanitária e cultural para mostrar que já vivemos um colapso. As crises que vivemos só não são apresentadas dessa forma porque não é vantajoso para a elite financeira que tenta controlar as narrativas. Mas não vamos ficar só na constatação do ruim que está posto, vamos falar também de como ver nosso tempo dessa forma abre possibilidades poderosas e eficazes para o nosso protagonismo coletivo.
A Jornada do Jardineiro: do êxodo urbano ao bem viver no campo vai ao ar toda sexta feira, as 19h pelas próximas 9 semanas. Você pode deixar suas dúvidas, perguntas e comentários aqui, por email, ou na sessão de comentários dos episódios.
Quero convidar você para ouvir/assistir e participar da Jornada do Jardineiro - do êxodo urbano ao bem viver no campo, um podcast inédito com 9 episódios onde compartilho com você a minha leitura da paisagem cultural, econômica e energética e o porquê o viver no campo é uma das soluções mais importantes que podemos adotar para as crises do nosso tempo.
Para esse podcast eu conto com a participação especial do Victor Cintra (o Vitão), que trabalha comigo na produção do meu podcast e canal, para fazer a ponte entre você e eu. Ao longo dos 9 episódios o Vitão vai trazer seus comentários, dúvidas e perguntas para dentro dessa jornada que traz o viver no campo como solução para a crise política, econômica, cultural e ecológica que vivemos. Abrindo essa série nós trazemos “O Colapso e o Êxodo Urbano” no EP.01.
Nesse primeiro episódio eu te empresto a minha leitura da paisagem política, energética, agronômica, sanitária e cultural para mostrar que já vivemos um colapso. As crises que vivemos só não são apresentadas dessa forma porque não é vantajoso para a elite financeira que tenta controlar as narrativas. Mas não vamos ficar só na constatação do ruim que está posto, vamos falar também de como ver nosso tempo dessa forma abre possibilidades poderosas e eficazes para o nosso protagonismo coletivo.
A Jornada do Jardineiro: do êxodo urbano ao bem viver no campo vai ao ar toda sexta feira, as 19h pelas próximas 9 semanas. Você pode deixar suas dúvidas, perguntas e comentários aqui, por email, ou na sessão de comentários dos episódios.
Links que eu mencionei: Curso - https://euricovianna.com.br/curso-gestao-impacto-positivo/ Oficina sobre Gestão Holística com Parlamentares do Zimbabue - https://euricovianna.com.br/o-que-aconteceria-com-a-agricultura-se-nossa-gestao-fosse-holistica-um-estudo-de-caso-em-politicas-publicas-com-parlamentares-no-zimbabue/ O que é uma pecuária bem manejada - https://euricovianna.com.br/o-que-significa-pecuaria-corretamente-manejada/ Muita gente vem adotando o termo "regenerativo" para dar uma conotação de 'mais que sustentável'. A questão é que para ser realmente regenerativo o empreendimento ou ação precisa descrever claramente como vai melhorar a dimensão social de todos os envolvidos em toda a cadeia de produção, toda a faula, flora, solo e biodiversidade do ecossistema onde se viabiliza e a economia familiar e local em primeiro plano. O gerenciamento holístico de pastagens usa o manejo animal imitando a natureza para cortar custos com reformas, insumos e maquinário. Quando usa um recurso externo, se faz a pergunta se é um recurso que vem do aumento da biocapacidade e se cria dependência ou não de um recurso externo (uso cíclico). É muito cômodo pegar termos que vem de fora e torcer para usar a favor do marketing verde e do próprio viés, mas não é honesto. Se é para citar o trabalho do Savory que mencionem também as partes que não convém para a própria agenda. Nós precisamos muito da pecuária para recuperar o que já degradamos até aqui. Mas precisamos de uma pecuária a serviço da soberania alimentar, das pessoas e da economia local. Abaixo eu disponibilizo dois links para artigos do próprio Savory, traduzidos para o português. Um sobre o que a pecuária bem manejada e outro sobre o usa da tomada de decisão holística para desenvolver políticas públicas para agricultura e pecuária. Vale a leitura para não cair nem na falácia do marketing verde, nem do ambientalismo raso que acha possível uma agricultura sem animais.
Links que eu mencionei: Curso - https://euricovianna.com.br/curso-gestao-impacto-positivo/ Oficina sobre Gestão Holística com Parlamentares do Zimbabue - https://euricovianna.com.br/o-que-aconteceria-com-a-agricultura-se-nossa-gestao-fosse-holistica-um-estudo-de-caso-em-politicas-publicas-com-parlamentares-no-zimbabue/ O que é uma pecuária bem manejada - https://euricovianna.com.br/o-que-significa-pecuaria-corretamente-manejada/ Muita gente vem adotando o termo "regenerativo" para dar uma conotação de 'mais que sustentável'. A questão é que para ser realmente regenerativo o empreendimento ou ação precisa descrever claramente como vai melhorar a dimensão social de todos os envolvidos em toda a cadeia de produção, toda a faula, flora, solo e biodiversidade do ecossistema onde se viabiliza e a economia familiar e local em primeiro plano. O gerenciamento holístico de pastagens usa o manejo animal imitando a natureza para cortar custos com reformas, insumos e maquinário. Quando usa um recurso externo, se faz a pergunta se é um recurso que vem do aumento da biocapacidade e se cria dependência ou não de um recurso externo (uso cíclico). É muito cômodo pegar termos que vem de fora e torcer para usar a favor do marketing verde e do próprio viés, mas não é honesto. Se é para citar o trabalho do Savory que mencionem também as partes que não convém para a própria agenda. Nós precisamos muito da pecuária para recuperar o que já degradamos até aqui. Mas precisamos de uma pecuária a serviço da soberania alimentar, das pessoas e da economia local. Abaixo eu disponibilizo dois links para artigos do próprio Savory, traduzidos para o português. Um sobre o que a pecuária bem manejada e outro sobre o usa da tomada de decisão holística para desenvolver políticas públicas para agricultura e pecuária. Vale a leitura para não cair nem na falácia do marketing verde, nem do ambientalismo raso que acha possível uma agricultura sem animais.
O maior desafio dos empreendimentos com ética ecológica (e social) é, na verdade, multifacetado e envolve variáveis que embora estejam interligadas, precisam ser avaliadas dentro do contexto específico de cada empreendimento/família/região/capacidade financeira, etc. Com o risco cada vez maior de novas interrupções nos sistemas alimentares por crises sanitárias, políticas, econômicas e energéticas, o “desafio guarda-chuva”, digamos assim, é fazer com que os empreendimentos tenham uma função econômica, ecológica e social importantes em sua bio-região. Esses empreendimentos, em sua grande maioria, partem de um paradigma dentro do qual nosso viver está à serviço do bem comum, dos ecossistemas, das pessoas e sua cultura de autonomia e resiliência local. É importante, também, que esses empreendimentos combinem com o contexto (integral) de cada família, que estejam atrelados as suas paixões, que possam ser iniciados sem dívidas (ou com a menor dívida possível) e que capitalizem a capacidade de construir relacionamentos com a clientela local, complemente outros empreendimentos e que gere vendas/serviços repetidos (Groves, 2020). Trechos da oficina presencial na propriedade modelo da @co.futures em Serra Negra, SP, para cafeicultores, apicultores, neorurais e estudantes de agroecologia. A oficina teórica e prática teve como fios condutores a Gestão Holística e a Escala de Permanência da Linha Chave (EPLC). Com essas abordagens fiz uma leitura das paisagens social, ecológica e econômica da propriedade. Para oficinas sobre gestão e planejamento rurais com ética ecológica, nos mande uma mensagem.
O maior desafio dos empreendimentos com ética ecológica (e social) é, na verdade, multifacetado e envolve variáveis que embora estejam interligadas, precisam ser avaliadas dentro do contexto específico de cada empreendimento/família/região/capacidade financeira, etc. Com o risco cada vez maior de novas interrupções nos sistemas alimentares por crises sanitárias, políticas, econômicas e energéticas, o “desafio guarda-chuva”, digamos assim, é fazer com que os empreendimentos tenham uma função econômica, ecológica e social importantes em sua bio-região. Esses empreendimentos, em sua grande maioria, partem de um paradigma dentro do qual nosso viver está à serviço do bem comum, dos ecossistemas, das pessoas e sua cultura de autonomia e resiliência local. É importante, também, que esses empreendimentos combinem com o contexto (integral) de cada família, que estejam atrelados as suas paixões, que possam ser iniciados sem dívidas (ou com a menor dívida possível) e que capitalizem a capacidade de construir relacionamentos com a clientela local, complemente outros empreendimentos e que gere vendas/serviços repetidos (Groves, 2020). Trechos da oficina presencial na propriedade modelo da @co.futures em Serra Negra, SP, para cafeicultores, apicultores, neorurais e estudantes de agroecologia. A oficina teórica e prática teve como fios condutores a Gestão Holística e a Escala de Permanência da Linha Chave (EPLC). Com essas abordagens fiz uma leitura das paisagens social, ecológica e econômica da propriedade. Para oficinas sobre gestão e planejamento rurais com ética ecológica, nos mande uma mensagem.
Quando na década de 80 Wendell Berry se negou a adotar o computador pessoal para escrever, muitas pessoas o criticaram e alguns jornais até soltaram notas em tom condescendente, fazendo chacota como fazem os departamentos de marketing das corporações que ridicularizaram as pessoas que levantaram dúvidas sobre o uso de sementes transgênicas. Berry disse que se alguém provasse para ele que “O Inferno de Dante” teria sido melhor escrito por conta do uso de um computador pessoal, ele passaria a usar um. Nós também não deveríamos estar comendo alimentos transgênicos até que nos provassem que são nutricionalmente, socialmente, ecologicamente e economicamente melhor para as pessoas e os pequenos produtores. O mesmo vale para as Inteligências Artificiais. Já temos evidência de sobra desde a revolução industrial, passando pela revolução verde e a robótica/automação, para entender que praticamente tudo que nos é oferecido como “comodidade” tem preços altíssimos em nossa autonomia. Nesse trabalho eu comento o livro Durable Traded (Ofícios Duradouros) do Rory Goves. Ele estudou 60 profissões ou ofícios que perduraram a revolução industrial, as guerras, o advento da internet e que provavelmente vai vencer o teste da banalização das pessoas pela IA.
Quando na década de 80 Wendell Berry se negou a adotar o computador pessoal para escrever, muitas pessoas o criticaram e alguns jornais até soltaram notas em tom condescendente, fazendo chacota como fazem os departamentos de marketing das corporações que ridicularizaram as pessoas que levantaram dúvidas sobre o uso de sementes transgênicas. Berry disse que se alguém provasse para ele que “O Inferno de Dante” teria sido melhor escrito por conta do uso de um computador pessoal, ele passaria a usar um. Nós também não deveríamos estar comendo alimentos transgênicos até que nos provassem que são nutricionalmente, socialmente, ecologicamente e economicamente melhor para as pessoas e os pequenos produtores. O mesmo vale para as Inteligências Artificiais. Já temos evidência de sobra desde a revolução industrial, passando pela revolução verde e a robótica/automação, para entender que praticamente tudo que nos é oferecido como “comodidade” tem preços altíssimos em nossa autonomia. Nesse trabalho eu comento o livro Durable Traded (Ofícios Duradouros) do Rory Goves. Ele estudou 60 profissões ou ofícios que perduraram a revolução industrial, as guerras, o advento da internet e que provavelmente vai vencer o teste da banalização das pessoas pela IA.
Esse vídeo é o primeiro de uma série onde vocês vão acompanhar minha jornada com os ovinos e dois objetivos muito importantes: construir minha soberania alimentar (quero consumir uma carne de altíssima qualidade) e diversificar minhas fontes de renda (dentro de um plano de negócio de alguns anos). A pecuária bem manejada e integrada é essencial para a autonomia, resiliência e viabilidade das pequenas propriedades rurais. Os ovinos são animais de pequeno porte, fácil manejo e ciclo de produção mais rápido. Eles também tem uma capacidade incrível de ganhar peso e saúde pastejando plantas que muitos consideram "ervas daninhas". Todas essas qualidades também servem para melhorar a saúde do solo e manter controlada a vegetação da propriedade, acumulando as funções de produzir carne, leite (a depender da raça), lã e fibra (o couro) enquanto se melhora a saúde ecológica da propriedade. Além de tudo isso, segundo estudos do Miguel Altieri, propriedades agroecológicas que tem animais bem integrados chegam a usar 20x menos combustíveis fósseis! A saúde física agradece a economia de horas na roçadeira srsrs
Esse vídeo é o primeiro de uma série onde vocês vão acompanhar minha jornada com os ovinos e dois objetivos muito importantes: construir minha soberania alimentar (quero consumir uma carne de altíssima qualidade) e diversificar minhas fontes de renda (dentro de um plano de negócio de alguns anos). A pecuária bem manejada e integrada é essencial para a autonomia, resiliência e viabilidade das pequenas propriedades rurais. Os ovinos são animais de pequeno porte, fácil manejo e ciclo de produção mais rápido. Eles também tem uma capacidade incrível de ganhar peso e saúde pastejando plantas que muitos consideram "ervas daninhas". Todas essas qualidades também servem para melhorar a saúde do solo e manter controlada a vegetação da propriedade, acumulando as funções de produzir carne, leite (a depender da raça), lã e fibra (o couro) enquanto se melhora a saúde ecológica da propriedade. Além de tudo isso, segundo estudos do Miguel Altieri, propriedades agroecológicas que tem animais bem integrados chegam a usar 20x menos combustíveis fósseis! A saúde física agradece a economia de horas na roçadeira srsrs
🔗 Link para inscrição: https://euricovianna.com.br/inscricoes-black-friday-2023/
O que mudaria na agricultura e pecuária se o objetivo for a saúde do solo, das plantas, dos animais e das pessoas?
O ensaio Resolvendo por Padrões, publicado pela primeira vez em 1981, por Wendell Berry se propõe a responder essa pergunta.
No ensaio Berry argumenta que temos 3 tipos de solução: - Uma que causa uma série ramificada de novos problemas - Uma que piora imediatamente o problema que quer resolver - e um tipo que causa uma série de outras soluções porque tem como contexto a saúde do solo, das plantas, dos animais, das pessoas e das comunidades agrícolas. Ele está falando de soluções que resolvem um problema na agricultura melhorando os padrões biológicos, sociais e econômicos nas nossas vidas. Essa capacidade de enxergar padrões para gerir, desenhar sistemas ou resolver problemas não é uma exclusividade do Berry, embora poucos vejam o trabalho dele como o de um pensador do desenho ecológico. Christopher Alexander escreveu Uma Linguagem de Padrões, na arquitetura, com objetivos semelhantes. David Holmgren cunhou o princípio Desenhe dos Padrões para os detalhes, na Permacultura e, mais recentemente, organizou o manual Retrosuburbia baseado em 3 padrões: o biológico, o construido e o comportamental. Um dos insights do Allan Savory, que criou o Gerenciamento Holístico, é que a Natureza opera em Todos e Padrões. Nesse podcast eu faço o exercício de explorar o trabalho do Wendell Berry, como um trabalho que dialoga com a gestão holística, porque tem um contexto para suas decisões e soluções e com o desenho ecológico, porque porque deriva princípios e diretrizes para o planejamento à partir desse contexto.
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O que mudaria na agricultura e pecuária se o objetivo for a saúde do solo, das plantas, dos animais e das pessoas?
O ensaio Resolvendo por Padrões, publicado pela primeira vez em 1981, por Wendell Berry se propõe a responder essa pergunta.
No ensaio Berry argumenta que temos 3 tipos de solução: - Uma que causa uma série ramificada de novos problemas - Uma que piora imediatamente o problema que quer resolver - e um tipo que causa uma série de outras soluções porque tem como contexto a saúde do solo, das plantas, dos animais, das pessoas e das comunidades agrícolas. Ele está falando de soluções que resolvem um problema na agricultura melhorando os padrões biológicos, sociais e econômicos nas nossas vidas. Essa capacidade de enxergar padrões para gerir, desenhar sistemas ou resolver problemas não é uma exclusividade do Berry, embora poucos vejam o trabalho dele como o de um pensador do desenho ecológico. Christopher Alexander escreveu Uma Linguagem de Padrões, na arquitetura, com objetivos semelhantes. David Holmgren cunhou o princípio Desenhe dos Padrões para os detalhes, na Permacultura e, mais recentemente, organizou o manual Retrosuburbia baseado em 3 padrões: o biológico, o construido e o comportamental. Um dos insights do Allan Savory, que criou o Gerenciamento Holístico, é que a Natureza opera em Todos e Padrões. Nesse podcast eu faço o exercício de explorar o trabalho do Wendell Berry, como um trabalho que dialoga com a gestão holística, porque tem um contexto para suas decisões e soluções e com o desenho ecológico, porque porque deriva princípios e diretrizes para o planejamento à partir desse contexto.
Link para Black Friday: https://euricovianna.com.br/inscricoes-black-friday-2023/ "Junto com o resto da sociedade, a agricultura estabelecida mudou sua ênfase e até mesmo seu interesse da qualidade para a quantidade e, juntamente com o resto da sociedade, não conseguiu ver que a longo prazo, quantidade é inseparável da qualidade. Buscar apenas a quantidade, é destruir nos produtores as qualidades que são a única garantia da quantidade. O que preserva a abundância é a excelência. Quais são os resultados desse tipo de pensamento?" Hoje eu vou ler um trecho do discurso do poeta e escritor agrário Wendell Berry sobre cultura e agricultura, apresentado para o Simpósio 'Agricultura para um Planeta Pequeno' em 1974 para responder essa pergunta. Também quero usar a obra dele para refletir quais as consequências da política agrícola do Lula/PT que concedeu um recorde histórico de subsídios para o modelo industrial e um recorde de falta de apoio para a reforma agrária dentro da história dos governos do partido que fez campanha usando a base do Movimento dos Sem Terra para nossa cultura e os 33 milhões de pessoas que estão passando passando fome.
Link para Black Friday: https://euricovianna.com.br/inscricoes-black-friday-2023/ "Junto com o resto da sociedade, a agricultura estabelecida mudou sua ênfase e até mesmo seu interesse da qualidade para a quantidade e, juntamente com o resto da sociedade, não conseguiu ver que a longo prazo, quantidade é inseparável da qualidade. Buscar apenas a quantidade, é destruir nos produtores as qualidades que são a única garantia da quantidade. O que preserva a abundância é a excelência. Quais são os resultados desse tipo de pensamento?" Hoje eu vou ler um trecho do discurso do poeta e escritor agrário Wendell Berry sobre cultura e agricultura, apresentado para o Simpósio 'Agricultura para um Planeta Pequeno' em 1974 para responder essa pergunta. Também quero usar a obra dele para refletir quais as consequências da política agrícola do Lula/PT que concedeu um recorde histórico de subsídios para o modelo industrial e um recorde de falta de apoio para a reforma agrária dentro da história dos governos do partido que fez campanha usando a base do Movimento dos Sem Terra para nossa cultura e os 33 milhões de pessoas que estão passando passando fome.
Inscrição Oficina Bem Viver no Campo: Bem viver no campo - Eurico Vianna Trechos de uma interação explicando como as cadeias tróficas e a ciclagem de nutrientes fazem parte dos mecanismos naturais que criam abundância para aportar cada vez mais animais de grande porte e como podemos usar esse entendimento para criar empreendimentos ecológicos e lucrativos integrando animais na escala local. O fato de sermos um mamífero primata da megafauna que ocupa o topo das cadeias tróficas como predador não é o que causa os problemas ambientais e climáticos.
Onças, guepardos, jacarés, leões, ursos, tubarões, etc. são predadores do topo da cadeia alimentar, mas ao predar eles ciclam nutrientes, equilibram e melhoram os ecossistemas. Eles não são mais, nem menos evoluídos que outros animais. Apenas compõem o Todo que pulsa, se complexifica e cria abundância com os ciclos de vida e morte. Sem uma gestão que entenda o papel central dos animais na restauração ecológica e produção de alimentos saudáveis, não conseguimos enxergar soluções locais para os problemas ambientais e climáticos que assegurem a soberania alimentar, autonomia, saúde e resiliência das pessoas comuns.
É por não ter alfabetização ecológica e energética que muitas pessoas (algumas bem intencionadas, outras de má fé mesmo) dizem que as soluções descentralizadas que integram a pecuária "não tem escala". O que não tem escala é a imaginação das pessoas que não conseguem enxergar o universo de possibilidades que temos quando aprendemos a integrar animais para melhorar os processos ecossistêmicos; um deles, inclusive, é a dinâmica das comunidades (as ligações de benefício mútuo entre as espécies).
Sem enxergar como é possível operar nessa abundância, acabam insistindo em socializar sacrifícios.
Não é abdicando de nosso lugar nas cadeias tróficas que vamos conseguir regenerar o que foi degradado até aqui. É ocupando nosso lugar e agindo em harmonia com os ecossistemas, como todos os outros seres vivos fazem, que podemos criar abundância. E é a partir dela que podemos nos viabilizar para morar no campo e atuar na ecologia.
Inscrição Oficina Bem Viver no Campo: Bem viver no campo - Eurico Vianna Trechos de uma interação explicando como as cadeias tróficas e a ciclagem de nutrientes fazem parte dos mecanismos naturais que criam abundância para aportar cada vez mais animais de grande porte e como podemos usar esse entendimento para criar empreendimentos ecológicos e lucrativos integrando animais na escala local. O fato de sermos um mamífero primata da megafauna que ocupa o topo das cadeias tróficas como predador não é o que causa os problemas ambientais e climáticos.
Onças, guepardos, jacarés, leões, ursos, tubarões, etc. são predadores do topo da cadeia alimentar, mas ao predar eles ciclam nutrientes, equilibram e melhoram os ecossistemas. Eles não são mais, nem menos evoluídos que outros animais. Apenas compõem o Todo que pulsa, se complexifica e cria abundância com os ciclos de vida e morte. Sem uma gestão que entenda o papel central dos animais na restauração ecológica e produção de alimentos saudáveis, não conseguimos enxergar soluções locais para os problemas ambientais e climáticos que assegurem a soberania alimentar, autonomia, saúde e resiliência das pessoas comuns.
É por não ter alfabetização ecológica e energética que muitas pessoas (algumas bem intencionadas, outras de má fé mesmo) dizem que as soluções descentralizadas que integram a pecuária "não tem escala". O que não tem escala é a imaginação das pessoas que não conseguem enxergar o universo de possibilidades que temos quando aprendemos a integrar animais para melhorar os processos ecossistêmicos; um deles, inclusive, é a dinâmica das comunidades (as ligações de benefício mútuo entre as espécies).
Sem enxergar como é possível operar nessa abundância, acabam insistindo em socializar sacrifícios.
Não é abdicando de nosso lugar nas cadeias tróficas que vamos conseguir regenerar o que foi degradado até aqui. É ocupando nosso lugar e agindo em harmonia com os ecossistemas, como todos os outros seres vivos fazem, que podemos criar abundância. E é a partir dela que podemos nos viabilizar para morar no campo e atuar na ecologia.
O que a História contada pelos vencedores pode esconder? Existe uma diferença enorme entre uma teoria que visa explicar o passado e o que de fato aconteceu. O problema é que como explicamos o passado pode limitar nossa percepção de que futuro é possível construir. Muitas das teorias que visam explicar a evolução da História da humanidade e da civilização ocidental se baseavam mais em especulações do que em evidências. Dois erros graves decorrem disso. O primeiro é projetar vieses ocidentais da era da revolução industrial por toda a História e a diversidade cultural e geográfica do planeta. O segundo é confundir as teorias com a infinidade de possibilidades que podem ter se manifestado como realidade. Trabalhos recentes nos campos da arqueologia, antropologia, paleantropologia e História revelam que por milhares de anos as comunidades agrárias foram mais livres, mais abundantes e mais igualitárias do que nos fazer crer algumas teorias. Nesse podcast eu trago alguns exemplos que deixam bem claro que uma vida rural, politica e economicamente descentralizada não é apenas “uma alternativa”. Muito mais que isso, esse viver é provavelmente o único capaz de combinar diversidade (cultural e biológica), abundância e justiça social e econômica com métricas e indicadores de autonomia, dignidade, saúde e resiliência para todos. Talvez por isso mesmo a História não seja contada com base nessas evidências…
O que a História contada pelos vencedores pode esconder? Existe uma diferença enorme entre uma teoria que visa explicar o passado e o que de fato aconteceu. O problema é que como explicamos o passado pode limitar nossa percepção de que futuro é possível construir. Muitas das teorias que visam explicar a evolução da História da humanidade e da civilização ocidental se baseavam mais em especulações do que em evidências. Dois erros graves decorrem disso. O primeiro é projetar vieses ocidentais da era da revolução industrial por toda a História e a diversidade cultural e geográfica do planeta. O segundo é confundir as teorias com a infinidade de possibilidades que podem ter se manifestado como realidade. Trabalhos recentes nos campos da arqueologia, antropologia, paleantropologia e História revelam que por milhares de anos as comunidades agrárias foram mais livres, mais abundantes e mais igualitárias do que nos fazer crer algumas teorias. Nesse podcast eu trago alguns exemplos que deixam bem claro que uma vida rural, politica e economicamente descentralizada não é apenas “uma alternativa”. Muito mais que isso, esse viver é provavelmente o único capaz de combinar diversidade (cultural e biológica), abundância e justiça social e econômica com métricas e indicadores de autonomia, dignidade, saúde e resiliência para todos. Talvez por isso mesmo a História não seja contada com base nessas evidências…
Autonomia não é sobre ter cada vez mais liberdade no sentido empregado pela sociedade de consumo. Tão pouco devemos construir autonomia para nos tornarmos cada vez menos independentes da sociedade. Devemos construir autonomia para que outras pessoas possam contar com o nosso viver na medida em que elas acordam para o fato de que os poderes políticos e econômicos centralizados nos tornam cada vez mais vulneráveis e dependentes. Resiliência, por outro lado, é a capacidade que temos de passar por crises ou mesmo sabotagens e perseguições porque nosso viver incomoda o status quo, e conseguir reestabelecer a ordem e o fluxo que escolhemos ter para o nosso viver. A certeza do caminho trás resiliência emocional; porque é preciso ter fé em nós mesmos! Saber que o caminho escolhido não é o mais fácil trás apreciação das boas companhias que se alinham na missão. Testemunhar a velocidade com a qual a grande escala industrial e capitalista rouba a transcendência das pessoas e usurpa a Vida da natureza se torna um ótimo insumo para plantar e cuidar de outro viver no território imediato. Essas são lições que o Vovô Maninho passou para mim com muita paciência, singeleza e despretensão e agora compartilho com vocês. Agora, passar essas lições para frente também é responsabilidade de vocês 😉
Autonomia não é sobre ter cada vez mais liberdade no sentido empregado pela sociedade de consumo. Tão pouco devemos construir autonomia para nos tornarmos cada vez menos independentes da sociedade. Devemos construir autonomia para que outras pessoas possam contar com o nosso viver na medida em que elas acordam para o fato de que os poderes políticos e econômicos centralizados nos tornam cada vez mais vulneráveis e dependentes. Resiliência, por outro lado, é a capacidade que temos de passar por crises ou mesmo sabotagens e perseguições porque nosso viver incomoda o status quo, e conseguir reestabelecer a ordem e o fluxo que escolhemos ter para o nosso viver. A certeza do caminho trás resiliência emocional; porque é preciso ter fé em nós mesmos! Saber que o caminho escolhido não é o mais fácil trás apreciação das boas companhias que se alinham na missão. Testemunhar a velocidade com a qual a grande escala industrial e capitalista rouba a transcendência das pessoas e usurpa a Vida da natureza se torna um ótimo insumo para plantar e cuidar de outro viver no território imediato. Essas são lições que o Vovô Maninho passou para mim com muita paciência, singeleza e despretensão e agora compartilho com vocês. Agora, passar essas lições para frente também é responsabilidade de vocês 😉
O Marco Temporal e a CPI do MST precisam ser entendidos como um esforço muito bem articulado das indústrias da transgenia, das petroquímicas e farmacêuticas, das mineradoras, das mineradoras de dados e dos bancos para subjugar todo o território brasileiro. Por um lado, a direita usa o palco e as estruturas do Estado para validar a entrega do território e a soberania nacional para as corporações (que patrocinam as candidaturas e compram a lealdade desses parla-mercenários). Do outro lado, uma pseudo-esquerda colonizada se revela completamente incoerente ao tentar defender ao mesmo tempo a reforma agrária e os recordes de financiamento do governo atual para os setores que mais se beneficiam com a falta da reforma agrária - o agro, as petroquímicas e mineradoras. Qualquer análise imparcial do comportamento dos dois lados envolvidos e das evidências de quem os governos PT realmente apoiam (como, por exemplo, o apoio recorde ao agro), facilmente chega à conclusão de que é tudo um circo, um truque de ilusionismo, um jogo que já começa com ganhadores definidos. Pagamos um preço altíssimo por termos feito campanha baseada "no menos pior" e na esperança, ao invés de nas evidências dos governos PT anteriores. Muito mais eficiente do que acompanhar todo esse teatro como se fosse real é nos juntarmos ao MST, é criarmos pertencimento a um território ao ponto de lutarmos até a morte por ele.
O Marco Temporal e a CPI do MST precisam ser entendidos como um esforço muito bem articulado das indústrias da transgenia, das petroquímicas e farmacêuticas, das mineradoras, das mineradoras de dados e dos bancos para subjugar todo o território brasileiro. Por um lado, a direita usa o palco e as estruturas do Estado para validar a entrega do território e a soberania nacional para as corporações (que patrocinam as candidaturas e compram a lealdade desses parla-mercenários). Do outro lado, uma pseudo-esquerda colonizada se revela completamente incoerente ao tentar defender ao mesmo tempo a reforma agrária e os recordes de financiamento do governo atual para os setores que mais se beneficiam com a falta da reforma agrária - o agro, as petroquímicas e mineradoras. Qualquer análise imparcial do comportamento dos dois lados envolvidos e das evidências de quem os governos PT realmente apoiam (como, por exemplo, o apoio recorde ao agro), facilmente chega à conclusão de que é tudo um circo, um truque de ilusionismo, um jogo que já começa com ganhadores definidos. Pagamos um preço altíssimo por termos feito campanha baseada "no menos pior" e na esperança, ao invés de nas evidências dos governos PT anteriores. Muito mais eficiente do que acompanhar todo esse teatro como se fosse real é nos juntarmos ao MST, é criarmos pertencimento a um território ao ponto de lutarmos até a morte por ele.
Desconstruindo o editorial da BBC do Brasil que embarcou na propaganda corporativa contra a carne. Na verdade essa propaganda é para redesenhar os sistemas alimentares e as pessoas ficarão reféns das mesmas corporações, mas obrigadas a consumir as carnes vegetais e de laboratório e as proteínas de inseto. Fica claro também quando analisamos pelo viés da dignidade das pessoas e dos ecossistemas, que esse tipo de editorial não é sobre questões ecológicas, mas sobre como usar essas questões para controlar o comportamento e a dieta da população usando a a consciência e a culpa ambiental que as pessoas tem.
Desconstruindo o editorial da BBC do Brasil que embarcou na propaganda corporativa contra a carne. Na verdade essa propaganda é para redesenhar os sistemas alimentares e as pessoas ficarão reféns das mesmas corporações, mas obrigadas a consumir as carnes vegetais e de laboratório e as proteínas de inseto. Fica claro também quando analisamos pelo viés da dignidade das pessoas e dos ecossistemas, que esse tipo de editorial não é sobre questões ecológicas, mas sobre como usar essas questões para controlar o comportamento e a dieta da população usando a a consciência e a culpa ambiental que as pessoas tem.
O "sucesso" da Mari no corporativo causou muitos traumas, estresse e doenças. Cansada do mundo que define sucesso pelo estrato da conta bancária e não leva em conta a saúde das pessoas e dos ecossistemas, ela saiu para construir outros mundos. Mundos em o sucesso é medido pelo tamanho da generosidade, da capacidade de cooperar e ser empático com as outras pessoas.
Nessa nova etapa a Mari está dirigindo, produzindo e apresentando o podcast "A Construtora de Mundos" e ela não está interessada na sua produtividade..., mas está preocupada com a sua "humanidade", com as atividades, ações e cuidades que nos tornam humanos. Um podcast para refletirmos sobre como construir no presente os futuros que queremos ver e viver.
Mari foi minha aluna da Mentoria Impacto Positivo e eu fico muito feliz de ter alguma "culpa" nessa nova fase dedicada as tantas vocações que ela tem para construir mundos melhores no social e no ecológico. Nossa conversa vai desde as pessoas viciadas em bater metas, o reducionismo e a nocividade do mundo corporativo até o que nos define como humanos.
O "sucesso" da Mari no corporativo causou muitos traumas, estresse e doenças. Cansada do mundo que define sucesso pelo estrato da conta bancária e não leva em conta a saúde das pessoas e dos ecossistemas, ela saiu para construir outros mundos. Mundos em o sucesso é medido pelo tamanho da generosidade, da capacidade de cooperar e ser empático com as outras pessoas.
Nessa nova etapa a Mari está dirigindo, produzindo e apresentando o podcast "A Construtora de Mundos" e ela não está interessada na sua produtividade..., mas está preocupada com a sua "humanidade", com as atividades, ações e cuidades que nos tornam humanos. Um podcast para refletirmos sobre como construir no presente os futuros que queremos ver e viver.
Mari foi minha aluna da Mentoria Impacto Positivo e eu fico muito feliz de ter alguma "culpa" nessa nova fase dedicada as tantas vocações que ela tem para construir mundos melhores no social e no ecológico. Nossa conversa vai desde as pessoas viciadas em bater metas, o reducionismo e a nocividade do mundo corporativo até o que nos define como humanos.
Seja só no ocidente ou em uma análise mais ampla da história do colapso das diversas civilizações que antecederam a nossa, em praticamente todas as frentes, o movimento ambiental tem sido derrotado toda vez que insurge. Mas o que podemos aprender com o fracasso das pessoas que insurgem em defesa dos povos e dos sistemas que apoiam a vida no planeta?
Nesse podcast eu questiono a suposta história do movimento ambiental, argumento que a fixação na grande escala é o que reforça a percepção de fracasso e busco inspirações nas vidas e obras de Darcy Ribeiro e David Holmgren.
Ouça ou assista até o final para entender melhor as lições das pessoas que insurgem.
#podcastimpactopositivo #davidholmgren #darcyribeiro #movimentoambiental
Seja só no ocidente ou em uma análise mais ampla da história do colapso das diversas civilizações que antecederam a nossa, em praticamente todas as frentes, o movimento ambiental tem sido derrotado toda vez que insurge. Mas o que podemos aprender com o fracasso das pessoas que insurgem em defesa dos povos e dos sistemas que apoiam a vida no planeta?
Nesse podcast eu questiono a suposta história do movimento ambiental, argumento que a fixação na grande escala é o que reforça a percepção de fracasso e busco inspirações nas vidas e obras de Darcy Ribeiro e David Holmgren.
Ouça ou assista até o final para entender melhor as lições das pessoas que insurgem.
#podcastimpactopositivo #davidholmgren #darcyribeiro #movimentoambiental
As mesmas corporações que transformaram a agricultura em uma plataforma de escoamento para produtos petroquímicos e da mineração estão piorando nossos sistemas alimentares ainda mais. Agora usando sua consciência ecológica (ou culpa em alguns casos), essas empresas querem monitorar a emissão de gases de efeito estufa presentes nos sistemas alimentares (que elas criaram) para te convencer a comer insetos e carnes de laboratório.
Com argumentos pseudo-ambientais o plano é sacrificar mais de 200 mil vacas só na Irlanda! Mas cuidado - SPOILER ALERT!! - o plano é indenizar produtores rurais COM DINHEIRO PÚBLICO para que se aposentem com o compromisso de não voltar para a atividade, deixando o território para ser concentrado pelas empresas posteriormente.
Por que os bilhões de Euros usados nesse programa não são empregados em um programa de transição agroecológica que possa assegurar ao mesmo tempo a densidade nutricional, a resiliência e a viabilidade ecológica na produção de laticínios? Assista ou ouça o podcast para entender melhor o que está sendo proposto e como isso afeta o seu alimento!
As mesmas corporações que transformaram a agricultura em uma plataforma de escoamento para produtos petroquímicos e da mineração estão piorando nossos sistemas alimentares ainda mais. Agora usando sua consciência ecológica (ou culpa em alguns casos), essas empresas querem monitorar a emissão de gases de efeito estufa presentes nos sistemas alimentares (que elas criaram) para te convencer a comer insetos e carnes de laboratório.
Com argumentos pseudo-ambientais o plano é sacrificar mais de 200 mil vacas só na Irlanda! Mas cuidado - SPOILER ALERT!! - o plano é indenizar produtores rurais COM DINHEIRO PÚBLICO para que se aposentem com o compromisso de não voltar para a atividade, deixando o território para ser concentrado pelas empresas posteriormente.
Por que os bilhões de Euros usados nesse programa não são empregados em um programa de transição agroecológica que possa assegurar ao mesmo tempo a densidade nutricional, a resiliência e a viabilidade ecológica na produção de laticínios? Assista ou ouça o podcast para entender melhor o que está sendo proposto e como isso afeta o seu alimento!
Platão, o renomado filósofo grego, preservou a lenda de Atlântida em 2 de seus diálogos. Essas obras relatam a viagem de seu antepassado Sólon ao Egito, onde ele encontrou registros escritos sobre essa ilha lendária com os sacerdotes locais. A descrição de Atlântida revela uma civilização tão ou mais avançada tecnologicamente que a nossa, assim como um conhecimento profundo dos princípios do planejamento rural.
Essa lenda nos traz valiosas lições sobre a soberba tecnológica e a importância de viver em harmonia com a natureza. No vídeo, abordo como essas lições milenares se conectam com o planejamento ecológico da sua propriedade rural. Afinal, somos os responsáveis por cuidar dos lugares onde vivemos de forma a criar uma poupança ecológica para nossos descendentes.
Espero que essa conexão entre os diálogos de Platão, o mito de Atlântida e o planejamento ecológico da sua propriedade rural desperte em vocês uma nova perspectiva sobre como viver em harmonia com a natureza. Afinal, somos parte desse incrível sistema e temos a responsabilidade de melhorá-lo com o passar das nossas vidas.
PS: Se você se interessou por esse assunto e deseja aprofundar seus conhecimentos em gestão ambiental, gostaria de convidá-lo a participar do curso "Gestão Impacto Positivo". Nele, você aprenderá a criar e implementar estratégias ecológicas em seu negócio ou propriedade rural.
Platão, o renomado filósofo grego, preservou a lenda de Atlântida em 2 de seus diálogos. Essas obras relatam a viagem de seu antepassado Sólon ao Egito, onde ele encontrou registros escritos sobre essa ilha lendária com os sacerdotes locais. A descrição de Atlântida revela uma civilização tão ou mais avançada tecnologicamente que a nossa, assim como um conhecimento profundo dos princípios do planejamento rural.
Essa lenda nos traz valiosas lições sobre a soberba tecnológica e a importância de viver em harmonia com a natureza. No vídeo, abordo como essas lições milenares se conectam com o planejamento ecológico da sua propriedade rural. Afinal, somos os responsáveis por cuidar dos lugares onde vivemos de forma a criar uma poupança ecológica para nossos descendentes.
Espero que essa conexão entre os diálogos de Platão, o mito de Atlântida e o planejamento ecológico da sua propriedade rural desperte em vocês uma nova perspectiva sobre como viver em harmonia com a natureza. Afinal, somos parte desse incrível sistema e temos a responsabilidade de melhorá-lo com o passar das nossas vidas.
PS: Se você se interessou por esse assunto e deseja aprofundar seus conhecimentos em gestão ambiental, gostaria de convidá-lo a participar do curso "Gestão Impacto Positivo". Nele, você aprenderá a criar e implementar estratégias ecológicas em seu negócio ou propriedade rural.
O N.E.A.P é uma prática lúdica e didática que quando utilizada durante o processo de planejamento aumenta muito a chance de sucesso com os sistemas implementados. Mas o que é melhor - ela pode virar uma espécie de checklist durante o processo de desenho que acelera muito aprendizado e o desenvolvimento do pensamento sistêmico de quem está começando.
Outro benefício dessa dica é destruir esse mito que diz que sucesso no plantio ou produção é um dom natural. Entre as pessoas muito boas em uma área e as excelentes a diferença é de no máximo 20%. Então se você ainda não é muito bom, não é dom natural que te falta - é estudo, prática e persistência!
O N.E.A.P é uma prática lúdica e didática que quando utilizada durante o processo de planejamento aumenta muito a chance de sucesso com os sistemas implementados. Mas o que é melhor - ela pode virar uma espécie de checklist durante o processo de desenho que acelera muito aprendizado e o desenvolvimento do pensamento sistêmico de quem está começando.
Outro benefício dessa dica é destruir esse mito que diz que sucesso no plantio ou produção é um dom natural. Entre as pessoas muito boas em uma área e as excelentes a diferença é de no máximo 20%. Então se você ainda não é muito bom, não é dom natural que te falta - é estudo, prática e persistência!
Quais foram as consequências de termos embarcado em uma campanha pela “esperança”? O que acontece quando temos o foco no problema ao invés das soluções? Trago esses questionamentos nesse vídeo sob o prisma de uma gestão integral e proativa ao invés de uma reducionista e reativa (que precisa resolver problemas criados pelas próprias decisões). Por fim proponho inspirarmos políticas pessoais com métricas e indicadores fidedignos e claros para as camadas sociais e ecológicas e que toda atividade econômica sirva para trazer dignidade e qualidade de vida para as pessoas e regeneração para os ecossistemas.
Quais foram as consequências de termos embarcado em uma campanha pela “esperança”? O que acontece quando temos o foco no problema ao invés das soluções? Trago esses questionamentos nesse vídeo sob o prisma de uma gestão integral e proativa ao invés de uma reducionista e reativa (que precisa resolver problemas criados pelas próprias decisões). Por fim proponho inspirarmos políticas pessoais com métricas e indicadores fidedignos e claros para as camadas sociais e ecológicas e que toda atividade econômica sirva para trazer dignidade e qualidade de vida para as pessoas e regeneração para os ecossistemas.
A alimentação, a energia e a economia estão sendo usadas para controlar sua vida e as mesmas organizações que desenham esses sistemas lucram com sua vulnerabilidade e dependência.
A moradia digna, a alimentação saudável e sem veneno, a água limpa, a saúde autônoma e a mobilidade são as 5 áreas mais importantes no desenho de uma transição para implementar hábitos ecológicos.
Esses novos hábitos trazem mais saúde, conexão com a natureza e mais resiliência no caso de colapso ecológico, energético ou econômico.
Para desenhar e realizar sua transição ecológica nas cidades com um método exclusivo e prático é só acessar esse link - https://go.hotmart.com/O73924313L
A alimentação, a energia e a economia estão sendo usadas para controlar sua vida e as mesmas organizações que desenham esses sistemas lucram com sua vulnerabilidade e dependência.
A moradia digna, a alimentação saudável e sem veneno, a água limpa, a saúde autônoma e a mobilidade são as 5 áreas mais importantes no desenho de uma transição para implementar hábitos ecológicos.
Esses novos hábitos trazem mais saúde, conexão com a natureza e mais resiliência no caso de colapso ecológico, energético ou econômico.
Para desenhar e realizar sua transição ecológica nas cidades com um método exclusivo e prático é só acessar esse link - https://go.hotmart.com/O73924313L
Ambientalistas, nutricionistas e profissionais de saúde tem afirmado que não existe pecuária verdadeiramente sustentável. Esse vídeo é uma resposta a esse tipo de material que tem sido veiculado nas redes sociais, em especial ao vídeo da nutricionista vegana Alessandra Luglio (@aleluglio ) que diz que "Não existe PECUÁRIA SUSTENTÁVEL."
Trago aqui alguns dados, referências e questionamentos para pensarmos juntos sistemas alimentares que sejam regenerativos para os ecossistemas, para as pessoas envolvidas na produção e consumo e para a economia local. Mas sistemas que garantam a #soberaniaalimentar , o direito de todos escolherem como querem se alimentar dentro de sistemas de produção agroecológicos e o #onivorismoético .
Deixem seus comentários e perguntas para enriquecermos o debate garantindo o direito de escolha de todos e todas sobre o seu alimento e o modelo de gestão e produção com a qual ele é produzido.
Link do artigo no meu site: https://euricovianna.com.br/2019/03/12/o-que-significa-pecuaria-manejada-corretamente/
Ambientalistas, nutricionistas e profissionais de saúde tem afirmado que não existe pecuária verdadeiramente sustentável. Esse vídeo é uma resposta a esse tipo de material que tem sido veiculado nas redes sociais, em especial ao vídeo da nutricionista vegana Alessandra Luglio (@aleluglio ) que diz que "Não existe PECUÁRIA SUSTENTÁVEL."
Trago aqui alguns dados, referências e questionamentos para pensarmos juntos sistemas alimentares que sejam regenerativos para os ecossistemas, para as pessoas envolvidas na produção e consumo e para a economia local. Mas sistemas que garantam a #soberaniaalimentar , o direito de todos escolherem como querem se alimentar dentro de sistemas de produção agroecológicos e o #onivorismoético .
Deixem seus comentários e perguntas para enriquecermos o debate garantindo o direito de escolha de todos e todas sobre o seu alimento e o modelo de gestão e produção com a qual ele é produzido.
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Link para o curso: https://euricovianna.com.br/curso-gestao-impacto-positivo/
Comentando a carta aberta para o Bill Gates sobre alimentação, produção e África.
Nós, 50 organizações dedicadas à justiça e soberania alimentar no mundo todo, gostaríamos que você soubesse que não existe escassez de soluções e inovações práticas vindas de produtores e produtoras rurais e organizações africanas. Nós te convidamos a recuar para aprender com quem está no campo.
Carta publicada pela Community Alliance for Global Justice/AGRA Watch, Alliance for Food Sovereignty in Africa dia 10 de novembro de 2022 - Tradução livre Eurico Vianna, PhD. November 10, 2022
Link para o curso: https://euricovianna.com.br/curso-gestao-impacto-positivo/
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Comentando a carta aberta para o Bill Gates sobre alimentação, produção e África.
Nós, 50 organizações dedicadas à justiça e soberania alimentar no mundo todo, gostaríamos que você soubesse que não existe escassez de soluções e inovações práticas vindas de produtores e produtoras rurais e organizações africanas. Nós te convidamos a recuar para aprender com quem está no campo.
Carta publicada pela Community Alliance for Global Justice/AGRA Watch, Alliance for Food Sovereignty in Africa dia 10 de novembro de 2022 - Tradução livre Eurico Vianna, PhD. November 10, 2022
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Quando apresento minhas críticas a tudo que está acontecendo na atualidade muitas pessoas me chamam (em tom acusatório) de "sonhador" ou "idealista" e dizem que a visão de mundo que trago é utópica. Eu acredito que "utópico" é seguirmos no modelo atual que é completamente ecocida e exige um crescimento econômico infinito em um planeta com recursos finditos. Então resolvi compartilhar uns sonhos e perguntas nessa interação.
https://euricovianna.com.br/curso-gestao-impacto-positivo/
#gestãoimpactopositivo #tomadadedecisãoholística #transiçãoecológicanascidades
Quando apresento minhas críticas a tudo que está acontecendo na atualidade muitas pessoas me chamam (em tom acusatório) de "sonhador" ou "idealista" e dizem que a visão de mundo que trago é utópica. Eu acredito que "utópico" é seguirmos no modelo atual que é completamente ecocida e exige um crescimento econômico infinito em um planeta com recursos finditos. Então resolvi compartilhar uns sonhos e perguntas nessa interação.
https://euricovianna.com.br/curso-gestao-impacto-positivo/
#gestãoimpactopositivo #tomadadedecisãoholística #transiçãoecológicanascidades
"Segundo estudo, 57% dos deputados e 48% dos senadores eleitos em 2014 receberam dinheiro da indústria de alimentos. Os dados foram publicados pela ACT Promoção da Saúde e pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) no Dossiê Big Food, que explicita táticas da indústria para dominar o mercado para priorizar a venda de ultraprocessados. O problema é que esses alimentos, agora mais baratos que arroz e feijão, têm valor nutricional baixíssimo e ameaçam a saúde do brasileiro".
Essa notícia está diretamente relacionada com dois assuntos que abordo com frequência nas minhas redes.
A primeira dessas discussões é sobre o quanto vale investirmos nosso tempo, energia e recursos na macropolítica terceirizando nossa agência para políticos dentro de um sistema já corrompido pelo poder das corporações.
A segunda é a ideia urbana e colonizadora promovida na maioria das vezes por ambientalistas de escritório de que uma das coisas mais importantes a se fazer para combater o desmatamento e as mudanças climáticas é diminuir o consumo da carne. Comer menos carne, para a grande maioria das pessoas, significa uma dieta menos nutritiva, da mesma maneira que a reportagem argumenta que comer menos arroz com feijão e mais ultraprocessados coloca as pessoas em risco alimentar e nutricional.
Além desses dois eixos eu comento as 6 estratégias de manipulação reveladas pelo Dossiê Big Food que as corporações usam para seguir impunes enquanto lucram com alimentos que geram doenças graves, até mortes, e a degradação ambiental.
Ressalto também que o modo de operação das corporações do agro e dos ultraprocessados é o mesmo! Elas fazem parte dos mesmos grupos que transformam a agricultura em plataforma de escoamento para produtos das mineradoras, petroquímica e transgenia e o corpo humano em plataforma de escoamento para indústria dos ultraprocessados e farmacêuticas.
Sintomático do nossos tempos de perseguição ao pensamento crítico, ecológico e sistêmico, o YouTube não autorizou a publicação desse vídeo. Por isso, reforço o pedido que todos se inscrevam no canal do Telegram e na mala direta do site para que possamos manter contato caso o canal seja banido.
Link para curso Transição Ecológica nas Cidades: http://euricovianna.com.br/transicao-ecologica-nas-cidades/
"Segundo estudo, 57% dos deputados e 48% dos senadores eleitos em 2014 receberam dinheiro da indústria de alimentos. Os dados foram publicados pela ACT Promoção da Saúde e pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) no Dossiê Big Food, que explicita táticas da indústria para dominar o mercado para priorizar a venda de ultraprocessados. O problema é que esses alimentos, agora mais baratos que arroz e feijão, têm valor nutricional baixíssimo e ameaçam a saúde do brasileiro".
Essa notícia está diretamente relacionada com dois assuntos que abordo com frequência nas minhas redes.
A primeira dessas discussões é sobre o quanto vale investirmos nosso tempo, energia e recursos na macropolítica terceirizando nossa agência para políticos dentro de um sistema já corrompido pelo poder das corporações.
A segunda é a ideia urbana e colonizadora promovida na maioria das vezes por ambientalistas de escritório de que uma das coisas mais importantes a se fazer para combater o desmatamento e as mudanças climáticas é diminuir o consumo da carne. Comer menos carne, para a grande maioria das pessoas, significa uma dieta menos nutritiva, da mesma maneira que a reportagem argumenta que comer menos arroz com feijão e mais ultraprocessados coloca as pessoas em risco alimentar e nutricional.
Além desses dois eixos eu comento as 6 estratégias de manipulação reveladas pelo Dossiê Big Food que as corporações usam para seguir impunes enquanto lucram com alimentos que geram doenças graves, até mortes, e a degradação ambiental.
Ressalto também que o modo de operação das corporações do agro e dos ultraprocessados é o mesmo! Elas fazem parte dos mesmos grupos que transformam a agricultura em plataforma de escoamento para produtos das mineradoras, petroquímica e transgenia e o corpo humano em plataforma de escoamento para indústria dos ultraprocessados e farmacêuticas.
Sintomático do nossos tempos de perseguição ao pensamento crítico, ecológico e sistêmico, o YouTube não autorizou a publicação desse vídeo. Por isso, reforço o pedido que todos se inscrevam no canal do Telegram e na mala direta do site para que possamos manter contato caso o canal seja banido.
Link para curso Transição Ecológica nas Cidades: http://euricovianna.com.br/transicao-ecologica-nas-cidades/
O movimento ambiental é muito mais antigo do que nos fazem acreditar.
A noção de que ele tenha nascido nos EUA é só mais uma das maneiras sutis como somos colonizados. Há milênios as pessoas que vivem mais integralmente com seus territórios nos alertam sobre a degradação da expansão urbana em todos os continentes. Mas então, por quê a história da civilização ocidental e do aumento exponencial da degradação ambiental andam de mãos dadas?
Por quê nosso ativismo político-ambiental parece inútil frente a tanta degradação?
Esse trecho do material do curso Transições Ecológicas nas Cidades traz uma reflexão sobre como a história do movimento ambiental que nos é apresentada faz parte de um projeto colonizador e como povos originários vem ensinando sobre como viver em harmonia com os territórios que ocupamos há milênios (sem serem ouvidos).
Também compartilho a Síndrome do Parquinho de Areia, uma fábula sobre como falhar ou ter sucesso no movimento ambiental, do doutor em Ciências Sociais Interdisciplinares e futurista Michael Marien.
Sigam a #transiçõesecológicasnascidades para mais vídeos com reflexões sobre como podemos planejar, articular, integrar e promover melhor a transição ecológica nas várias áreas do nosso viver, seja nas cidades ou no campo.
Link para mais informações sobre o curso e inscrições aqui - http://euricovianna.com.br/transicao-ecologica-nas-cidades/
Essas são reflexões que trago no #transiçãoecológicanascidades
Para acompanhar o canal do Podcast no Telegram acesse - https://t.me/impactopositivocomeuricovianna
O movimento ambiental é muito mais antigo do que nos fazem acreditar.
A noção de que ele tenha nascido nos EUA é só mais uma das maneiras sutis como somos colonizados. Há milênios as pessoas que vivem mais integralmente com seus territórios nos alertam sobre a degradação da expansão urbana em todos os continentes. Mas então, por quê a história da civilização ocidental e do aumento exponencial da degradação ambiental andam de mãos dadas?
Por quê nosso ativismo político-ambiental parece inútil frente a tanta degradação?
Esse trecho do material do curso Transições Ecológicas nas Cidades traz uma reflexão sobre como a história do movimento ambiental que nos é apresentada faz parte de um projeto colonizador e como povos originários vem ensinando sobre como viver em harmonia com os territórios que ocupamos há milênios (sem serem ouvidos).
Também compartilho a Síndrome do Parquinho de Areia, uma fábula sobre como falhar ou ter sucesso no movimento ambiental, do doutor em Ciências Sociais Interdisciplinares e futurista Michael Marien.
Sigam a #transiçõesecológicasnascidades para mais vídeos com reflexões sobre como podemos planejar, articular, integrar e promover melhor a transição ecológica nas várias áreas do nosso viver, seja nas cidades ou no campo.
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Essas são reflexões que trago no #transiçãoecológicanascidades
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O que você faria com sua energia e criatividade se não precisasse dedicá-los o tempo todo para garantir o básico da sobrevivência?
Durante a maior parte de nossa evolução a dádiva, o dom, o escambo e a cooperação foram os atributos que permitiram a sobrevivência e a evolução da nossa espécie.
Durante esse tempo, ao contrário do que a narrativa oficial nos faz acreditar, tínhamos mais tempo para amar, brincar, contemplar e ser natureza. Nos últimos 250 anos o monoteísmo do mercado que idolatra e celebra o deus dinheiro passou a dominar nosso viver. Foi durante esse período que o suprir de nossas necessidades básicas, passou a degradar a dignidade e a saúde humana e da natureza.
Link para o canal do telegram para ser avisado em primeira mão e ter desconto para os próximos cursos, incluindo o #culturadadádiva que estou preparando aqui: https://t.me/impactopositivocomeurico...
E aí, compartilha comigo como seria sua vida se não precisasse dedicar seu tempo, energia e criatividade para garantir sua sobrevivência?
#economiaecologica #culturadadádiva #transição #mentirasdocapitalismo
Para apoiar a produção do Podcast Impacto Positivo visite: https://apoia.se/impactopositivo ou envie um PIX para podcastimpactopositivo@gmail.com
O que você faria com sua energia e criatividade se não precisasse dedicá-los o tempo todo para garantir o básico da sobrevivência?
Durante a maior parte de nossa evolução a dádiva, o dom, o escambo e a cooperação foram os atributos que permitiram a sobrevivência e a evolução da nossa espécie.
Durante esse tempo, ao contrário do que a narrativa oficial nos faz acreditar, tínhamos mais tempo para amar, brincar, contemplar e ser natureza. Nos últimos 250 anos o monoteísmo do mercado que idolatra e celebra o deus dinheiro passou a dominar nosso viver. Foi durante esse período que o suprir de nossas necessidades básicas, passou a degradar a dignidade e a saúde humana e da natureza.
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O Ministério da Agricultura comemora os 79.3 bilhões de dólares em exportação do agronegócio no primeiro semestre de 2022 enquanto mais de 33 milhões de brasileiros passam fome! Isso deixa bem claro que nossas instituições não estão mais a serviço da autonomia e saúde da população. Nesse episódio eu comento essa realidade absurdamente desumana e compartilho um texto que escrevi em 2017 compilando o trabalho e dados de pesquisa dos doutores em agronomia e agroecólogos Miguel Altieri e Pablo Tittonell.
O trabalho deles deixa claro que precisamos adotar sistemas de produção alimentar que não dependam de combustíveis fósseis e que sejam verdadeiramente regenerativos no social (com reforma agrária e dignidade para quem vive no campo), no ambiental (com sistemas diversificados, multiestratificados que produzem cobrindo o solo e são energeticamente superavitários) e no econômico (deixando os recursos gerados nas biorregiões que produziram esse alimento nutritivo e sem veneno).
Se você tem aprendido algo ou se beneficiado com o conteúdo que produzo, eu te convido a 'bugar' o algoritmo dessas redes que só apoiam conteúdo alienante compartilhando meu trabalho com suas recomendações para os seus contatos.
Já sou muito grato pela companhia e apoio de todos vocês até aqui! Sigamos!
#agronegócio #agroecologia #fome #agriculturafamiliar
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O Ministério da Agricultura comemora os 79.3 bilhões de dólares em exportação do agronegócio no primeiro semestre de 2022 enquanto mais de 33 milhões de brasileiros passam fome! Isso deixa bem claro que nossas instituições não estão mais a serviço da autonomia e saúde da população. Nesse episódio eu comento essa realidade absurdamente desumana e compartilho um texto que escrevi em 2017 compilando o trabalho e dados de pesquisa dos doutores em agronomia e agroecólogos Miguel Altieri e Pablo Tittonell.
O trabalho deles deixa claro que precisamos adotar sistemas de produção alimentar que não dependam de combustíveis fósseis e que sejam verdadeiramente regenerativos no social (com reforma agrária e dignidade para quem vive no campo), no ambiental (com sistemas diversificados, multiestratificados que produzem cobrindo o solo e são energeticamente superavitários) e no econômico (deixando os recursos gerados nas biorregiões que produziram esse alimento nutritivo e sem veneno).
Se você tem aprendido algo ou se beneficiado com o conteúdo que produzo, eu te convido a 'bugar' o algoritmo dessas redes que só apoiam conteúdo alienante compartilhando meu trabalho com suas recomendações para os seus contatos.
Já sou muito grato pela companhia e apoio de todos vocês até aqui! Sigamos!
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Empresas como Bayer, Basf, Syngenta, JBS, Cargill e Nestlé mantiveram 278 reuniões com o alto escalão do governo Bolsonaro. Além da participação direta no lobby do agronegócio, essas multinacionais atuam em associações que financiam o Instituto Pensar Agro. Isso é o que revela o relatório "Os Financiadores da Boiada: como as multinacionais do agronegócio sustentam a bancada ruralista e patrocinam o desmonte socioambiental", divulgado dia 18 de julho pelo portal De Olho nos Ruralistas.
Nessa curadoria eu resgato as falas do ex-Ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles sobre como o governo deveria encomendar pareceres ambientais favoráveis ao desmonte das leis de proteção ambiental que além de regulamentar reservas, parques e áreas de proteção, também regulam a agricultura.
Na sequência eu converso sobre o que esse relatório revela sobre o modelo democrático atual e como a centralização do território Brasileiro permite que os sistemas alimentares sejam transformados em plataformas de escoamento de produtos das corporações petroquímicas e mineradoras!
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Empresas como Bayer, Basf, Syngenta, JBS, Cargill e Nestlé mantiveram 278 reuniões com o alto escalão do governo Bolsonaro. Além da participação direta no lobby do agronegócio, essas multinacionais atuam em associações que financiam o Instituto Pensar Agro. Isso é o que revela o relatório "Os Financiadores da Boiada: como as multinacionais do agronegócio sustentam a bancada ruralista e patrocinam o desmonte socioambiental", divulgado dia 18 de julho pelo portal De Olho nos Ruralistas.
Nessa curadoria eu resgato as falas do ex-Ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles sobre como o governo deveria encomendar pareceres ambientais favoráveis ao desmonte das leis de proteção ambiental que além de regulamentar reservas, parques e áreas de proteção, também regulam a agricultura.
Na sequência eu converso sobre o que esse relatório revela sobre o modelo democrático atual e como a centralização do território Brasileiro permite que os sistemas alimentares sejam transformados em plataformas de escoamento de produtos das corporações petroquímicas e mineradoras!
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Nos últimos 70 anos aproximadamente nós abandonamos uma dieta rica em gorduras e proteínas animais para uma rica em carboidratos, alimentos ultraprocessados e óleos vegetais extraídos de sementes.
Aos poucos, perdemos nossa flexibilidade metabólica, aquela capacidade de ora funcionar digerindo carboidratos e ora gorduras para manter nosso metabolismo em equilíbrio. Mesmo as dietas supostamente saudáveis, equilibradas e com refeições de 3 em e horas tem falhado em reverter quadros de obesidade, diabetes e tantas outras doenças crônicas.
Essas mudanças estão todas diretamente relacionadas à maneira como o lobby de grandes corporações passou a influenciar os sistemas alimentares do mundo todo e nada tem a ver com saúde e soberania alimentar para a população.
Nesse podcast eu converso com o Dr. Cláudio Brasil, autor do livro A Guerra Contra a Carne: monopólios, poder e doença. O livro foi organizado em 4 partes. A primeira desmistifica acusações de que a carne faz mal para a saúde. A segunda expõe a agenda contra a carne. As indústrias de ultraprocessados, as farmacêuticas e o agronegócio são chamadas de A Máquina de fazer doentes na terceira parte. E, por fim, o livro conduz o leitor de volta para a Trilha da Saúde.
Nossa conversa seguiu aproximadamente esse roteiro, mas cobriu também o trabalho do Dr Cláudio em um pronto socorro público e o sucesso que teve cuidando de pacientes durante a última crise s4anit4ria com muito sucesso usando tratamento pr3coc3 e uma dieta com alimentos de boa procedência, sem açúcar e maior ingestão de proteínas animais e uma suplementação vitamínica quando necessário.
Por razões óbvias, a versão em vídeo foi postada apenas no canal do podcast no Odysee.
Comente, recomende e participe da comunidade do https://apoia.se/impactopositivo ou envie um PIX para podcastimpactopositivo@gmail.com
Nos últimos 70 anos aproximadamente nós abandonamos uma dieta rica em gorduras e proteínas animais para uma rica em carboidratos, alimentos ultraprocessados e óleos vegetais extraídos de sementes.
Aos poucos, perdemos nossa flexibilidade metabólica, aquela capacidade de ora funcionar digerindo carboidratos e ora gorduras para manter nosso metabolismo em equilíbrio. Mesmo as dietas supostamente saudáveis, equilibradas e com refeições de 3 em e horas tem falhado em reverter quadros de obesidade, diabetes e tantas outras doenças crônicas.
Essas mudanças estão todas diretamente relacionadas à maneira como o lobby de grandes corporações passou a influenciar os sistemas alimentares do mundo todo e nada tem a ver com saúde e soberania alimentar para a população.
Nesse podcast eu converso com o Dr. Cláudio Brasil, autor do livro A Guerra Contra a Carne: monopólios, poder e doença. O livro foi organizado em 4 partes. A primeira desmistifica acusações de que a carne faz mal para a saúde. A segunda expõe a agenda contra a carne. As indústrias de ultraprocessados, as farmacêuticas e o agronegócio são chamadas de A Máquina de fazer doentes na terceira parte. E, por fim, o livro conduz o leitor de volta para a Trilha da Saúde.
Nossa conversa seguiu aproximadamente esse roteiro, mas cobriu também o trabalho do Dr Cláudio em um pronto socorro público e o sucesso que teve cuidando de pacientes durante a última crise s4anit4ria com muito sucesso usando tratamento pr3coc3 e uma dieta com alimentos de boa procedência, sem açúcar e maior ingestão de proteínas animais e uma suplementação vitamínica quando necessário.
Por razões óbvias, a versão em vídeo foi postada apenas no canal do podcast no Odysee.
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Dois países com histórias muito distintas têm saído nos noticiários da mídia corporativa e redes sociais ligadas ao agronegócio brasileiro - o Sri Lanka e a Holanda, ambos em função da crise alimentar global que se instala, mas com história e função na geopolítica atual bem diferentes. As mídias bancadas pelo agronegócio (e as redes sociais compostas por ele) vêm usando o caso do Sri Lanka e da Holanda para argumentar que sem a agricultura industrial não podemos alimentar a população mundial.
O Sri Lanka está vivendo uma verdadeira revolução depois que o governo tentou implantar (sem nenhum plano de transição) uma agricultura 100% orgânica. Na Holanda pecuaristas do laticínio, apoiados por produtores rurais de todo tipo, pararam o país em uma manifestação que usa tratores e caminhões para para bloquear estradas e centros de distribuição de alimentos protestando contra leis ambientais.
Nesse vídeo eu contextualizo a crise alimentar global em relação a esses países hora tão semelhantes e hora tão diferentes do Brasil. Faço isso comentando a crise energética e geopolítica que vivemos e fazendo perguntas importantes em relação ao tipo de gestão e sistemas alimentares que com os quais queremos garantir uma das áreas mais importantes do nosso viver - a soberania alimentar.
Comente, compartilhe e se inscreva para apoiar a produção desse conteúdo.
#crisealimentar #srilanka #pecuária #reformaagrária #transição
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Dois países com histórias muito distintas têm saído nos noticiários da mídia corporativa e redes sociais ligadas ao agronegócio brasileiro - o Sri Lanka e a Holanda, ambos em função da crise alimentar global que se instala, mas com história e função na geopolítica atual bem diferentes. As mídias bancadas pelo agronegócio (e as redes sociais compostas por ele) vêm usando o caso do Sri Lanka e da Holanda para argumentar que sem a agricultura industrial não podemos alimentar a população mundial.
O Sri Lanka está vivendo uma verdadeira revolução depois que o governo tentou implantar (sem nenhum plano de transição) uma agricultura 100% orgânica. Na Holanda pecuaristas do laticínio, apoiados por produtores rurais de todo tipo, pararam o país em uma manifestação que usa tratores e caminhões para para bloquear estradas e centros de distribuição de alimentos protestando contra leis ambientais.
Nesse vídeo eu contextualizo a crise alimentar global em relação a esses países hora tão semelhantes e hora tão diferentes do Brasil. Faço isso comentando a crise energética e geopolítica que vivemos e fazendo perguntas importantes em relação ao tipo de gestão e sistemas alimentares que com os quais queremos garantir uma das áreas mais importantes do nosso viver - a soberania alimentar.
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Para apoiar a produção do Podcast Impacto Positivo visite: https://apoia.se/impactopositivo ou envie um PIX para podcastimpactopositivo@gmail.com
A história da evolução humana, pelo menos nos últimos 30 mil anos, não pode ser contada sem reconhecer a simbiose entre caninos e a nossa espécie.
Quando saudável, é uma relação com múltiplos benefícios mútuos. Desde os primórdios como caçadores e coletores essa relação facilita o prover de alimentos para ambos. A lealdade canina também nos alegra e protege. Em muitas realidades a domesticação dos animais herbívoros não seria viável sem nossos fiéis companheiros.
Hoje as similaridades entre a saúde dos cães e gatos e a nossa são fascinantes! Os desafios para a construção de um estilo de vida saudável, com uma alimentação bio-apropriada, sem venenos e rica em nutrientes, a necessidade de exercícios e uma medicina holística de qualidade são enormes para humanos e nossos companheiros caninos e felinos.
Nesse podcast eu converso com o médico veterinário, corredor e amante da nutrição bio-apropriada para humanos e animais Artur Vasconcelos sobre alimentação, saúde e pets.
Nossa conversa está disponível em várias plataformas em vídeo e áudio. Apoie, comente e compartilhe!
#alimentaçãobioapropriada #vidasaudável #pets
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A história da evolução humana, pelo menos nos últimos 30 mil anos, não pode ser contada sem reconhecer a simbiose entre caninos e a nossa espécie.
Quando saudável, é uma relação com múltiplos benefícios mútuos. Desde os primórdios como caçadores e coletores essa relação facilita o prover de alimentos para ambos. A lealdade canina também nos alegra e protege. Em muitas realidades a domesticação dos animais herbívoros não seria viável sem nossos fiéis companheiros.
Hoje as similaridades entre a saúde dos cães e gatos e a nossa são fascinantes! Os desafios para a construção de um estilo de vida saudável, com uma alimentação bio-apropriada, sem venenos e rica em nutrientes, a necessidade de exercícios e uma medicina holística de qualidade são enormes para humanos e nossos companheiros caninos e felinos.
Nesse podcast eu converso com o médico veterinário, corredor e amante da nutrição bio-apropriada para humanos e animais Artur Vasconcelos sobre alimentação, saúde e pets.
Nossa conversa está disponível em várias plataformas em vídeo e áudio. Apoie, comente e compartilhe!
#alimentaçãobioapropriada #vidasaudável #pets
Para apoiar a produção do Podcast Impacto Positivo visite: https://apoia.se/impactopositivo ou envie um PIX para podcastimpactopositivo@gmail.com
A moradia, a alimentação, a água, a saúde e a mobilidade são as áreas mais essenciais das nossas vidas. Organizações muito poderosas estabelecem seus monopólios e nos alienam oferecendo comodidades sem revelar que lucram com nossa vulnerabilidade e dependência. Na verdade, pagamos por elas com nosso tempo de vida, saúde e autonomia.
Nas últimas semanas eu venho divulgando um curso sobre o manejo regenerativo da água que traz abordagens inéditas para o Brasil e muita gente entrou em contato perguntando porquê a água deve ser o elemento central do planejamento rural. Enquanto eu estruturava uma resposta técnica para essa dúvida, eu senti que devia compartilhar com as pessoas as razões pelas quais eu me dedico ao planejamento rural.
Nesse vídeo eu parto de uma análise mais ampla do cenário econômico, geopolítico e energético para defender a necessidade de nos organizarmos em redes locais para suprir as nossas necessidades mais básicas, no caso uma vida saudável e autônoma no campo que começa com o planejamento da nossa resiliência e autonomia hídrica e alimentar.
Esse vídeo mostra como nossas vidas estão sendo planejadas por corporações que lucram com a vulnerabilidade, a dependência e a doença e aponta alternativas que passam pelo protagonismo coletivo, a transição e a agricultura familiar agroecológica.
Inscrições encerradas!
A moradia, a alimentação, a água, a saúde e a mobilidade são as áreas mais essenciais das nossas vidas. Organizações muito poderosas estabelecem seus monopólios e nos alienam oferecendo comodidades sem revelar que lucram com nossa vulnerabilidade e dependência. Na verdade, pagamos por elas com nosso tempo de vida, saúde e autonomia.
Nas últimas semanas eu venho divulgando um curso sobre o manejo regenerativo da água que traz abordagens inéditas para o Brasil e muita gente entrou em contato perguntando porquê a água deve ser o elemento central do planejamento rural. Enquanto eu estruturava uma resposta técnica para essa dúvida, eu senti que devia compartilhar com as pessoas as razões pelas quais eu me dedico ao planejamento rural.
Nesse vídeo eu parto de uma análise mais ampla do cenário econômico, geopolítico e energético para defender a necessidade de nos organizarmos em redes locais para suprir as nossas necessidades mais básicas, no caso uma vida saudável e autônoma no campo que começa com o planejamento da nossa resiliência e autonomia hídrica e alimentar.
Esse vídeo mostra como nossas vidas estão sendo planejadas por corporações que lucram com a vulnerabilidade, a dependência e a doença e aponta alternativas que passam pelo protagonismo coletivo, a transição e a agricultura familiar agroecológica.
Inscrições encerradas!
Dando sequencia a uma série de conversas com o Victor Mal e o Jerome Sensier da ONG Rizomar, nesse episódio gravado para os podcasts Impacto Positivo e Café Colaspo retomamos o tema da insustentabilidade dos centros urbanos e conversamos sobre os desafios que enfrentamos para tecer redes de transição e encubar negócios regenerativos que possam fixar as pessoas com viabilidade econômica, ecológica e social em biorregiões saudáveis.
Também conversamos sobre a relação de eficiência energética entre o foco na macropolítica ou no engajamento com as relações e território imediatos. Entre muitos outros tópicos discutidos, também tocamos na necessidade de tecermos redes com foco nas necessidades sociais, econômicas e ecológicas locais ao invés de primariamente pelas ideológias políticas vigentes.
Vale à pena conferir esse papo com visões complementares sobre a necessidade de um êxodo urbano planejado e ações locais em rede e outras mais antagônicas sobre, por exemplo, o que priorizar em um ano de eleição.
#podcastimpactopositivo #cafécolapso #transição #biorregionalismo
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Para acompanhar meu trabalho em uma plataforma sem censura siga o canal do Podcast no Telegram - https://t.me/impactopositivocomeurico...
Dando sequencia a uma série de conversas com o Victor Mal e o Jerome Sensier da ONG Rizomar, nesse episódio gravado para os podcasts Impacto Positivo e Café Colaspo retomamos o tema da insustentabilidade dos centros urbanos e conversamos sobre os desafios que enfrentamos para tecer redes de transição e encubar negócios regenerativos que possam fixar as pessoas com viabilidade econômica, ecológica e social em biorregiões saudáveis.
Também conversamos sobre a relação de eficiência energética entre o foco na macropolítica ou no engajamento com as relações e território imediatos. Entre muitos outros tópicos discutidos, também tocamos na necessidade de tecermos redes com foco nas necessidades sociais, econômicas e ecológicas locais ao invés de primariamente pelas ideológias políticas vigentes.
Vale à pena conferir esse papo com visões complementares sobre a necessidade de um êxodo urbano planejado e ações locais em rede e outras mais antagônicas sobre, por exemplo, o que priorizar em um ano de eleição.
#podcastimpactopositivo #cafécolapso #transição #biorregionalismo
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Nessa interação ao vivo eu compartilho informações sobre Os 8 Princípios para Coleta de Água de Chuva, que foram elaborados pelo Seu Zephaniah Phiri, um ecologista autodidata e produtor rural e pelo educador ambiental Brad Lancaster e sobre a Sequência de Produção Natural (SPN), um método de restauração de áreas degradadas com foco nos cursos d'água e matas ciliares criado pelo produtor rural australiano Peter Andrews. Além dessas abordagens inéditas no Brasil, eu compartilho também a importância da Escala de Permanência da Linha Chave (EPLC) para a construção da autonomia e resiliência hídrica e energética das propriedades rurais.
O estudo de caso da propriedade do Seu Zephaniah no semiárido Zimbabuano mostra a aplicabilidade dos princípios e práticas apresentados no curso mesmo na escala de intervenções manuais.
As barragens de irrigação e o padrão de plantio em Linha Chave resolvem os problemas gerados pelas secas, enchentes e a erosão captando e redistribuindo a água das chuvas no relevo com elegância energética e funcionalidade para a produção.
A Sequência de Produção Natural (SPN) implementa barragens permeáveis (leaky weirs) para fazer uso das águas de enxurrada na regeneração do solo, vegetação e biodiversidade de áreas ribeirinhas.
Essas abordagens trazem a autonomia e a resiliência hídrica como base para o planejamento rural e durante a interação eu explico porque devemos começar pela água.
Se você ainda não tem uma propriedade rural, esse curso é ainda mais essencial para você, porque te ajuda a desenvolver um olhar mais detalhado com base na resiliência hídrica para buscar seu lugar no mundo.
Vem participar e tirar suas dúvidas ao final da aula. O curso #manejoregenerativodaágua começa dia 08 de julho e está com preço promocional para inscrição até o dia 17/06.
Link para mais informações: https://forms.gle/2FuJvSMXy6GCRcou6
Nessa interação ao vivo eu compartilho informações sobre Os 8 Princípios para Coleta de Água de Chuva, que foram elaborados pelo Seu Zephaniah Phiri, um ecologista autodidata e produtor rural e pelo educador ambiental Brad Lancaster e sobre a Sequência de Produção Natural (SPN), um método de restauração de áreas degradadas com foco nos cursos d'água e matas ciliares criado pelo produtor rural australiano Peter Andrews. Além dessas abordagens inéditas no Brasil, eu compartilho também a importância da Escala de Permanência da Linha Chave (EPLC) para a construção da autonomia e resiliência hídrica e energética das propriedades rurais.
O estudo de caso da propriedade do Seu Zephaniah no semiárido Zimbabuano mostra a aplicabilidade dos princípios e práticas apresentados no curso mesmo na escala de intervenções manuais.
As barragens de irrigação e o padrão de plantio em Linha Chave resolvem os problemas gerados pelas secas, enchentes e a erosão captando e redistribuindo a água das chuvas no relevo com elegância energética e funcionalidade para a produção.
A Sequência de Produção Natural (SPN) implementa barragens permeáveis (leaky weirs) para fazer uso das águas de enxurrada na regeneração do solo, vegetação e biodiversidade de áreas ribeirinhas.
Essas abordagens trazem a autonomia e a resiliência hídrica como base para o planejamento rural e durante a interação eu explico porque devemos começar pela água.
Se você ainda não tem uma propriedade rural, esse curso é ainda mais essencial para você, porque te ajuda a desenvolver um olhar mais detalhado com base na resiliência hídrica para buscar seu lugar no mundo.
Vem participar e tirar suas dúvidas ao final da aula. O curso #manejoregenerativodaágua começa dia 08 de julho e está com preço promocional para inscrição até o dia 17/06.
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A análise de setores e de zonas são dois métodos de desenho muito utilizados na permacultura.
A análise de setores governa energias e elementos de fora para dentro. Funciona como um filtro ao redor de toda a propriedade, convidando ou bloqueando elementos dependendo do contexto.
Você pode querer bloquear um vento que traz agrotóxicos, um cheiro, ruídos ou uma vista desagradáveis. Por outro lado, você pode privilegiar uma vista bonita ou um corredor ecológico, pode priorizar a entrada de brisas refrescantes no verão e receber águas de enxurrada para irrigação passiva.
A análise de zonas governa energias de dentro para fora. Principalmente a energia que as pessoas gastam para manter os sistemas de produção implementados. Nesse caso, avaliamos o quão próxima ou distante fica uma zona de acordo com a frequência que visitamos o sistema e a distância que ele fica da casa.
Essas ferramentas são excelentes e o uso delas por si só já aumenta muito a eficiência energética das propriedades e do trabalho humano.
Mas muito frequentemente eu vejo desenhos e projetos falhos porque não consideram 4 elementos importantes antes da análise de zonas e setores.
O primeiro é a topografia, porque determina o fluxo da água e o segundo é a própria água e a disponibilidade de usá-la por gravidade para produzir ou economizar energia.
O terceiro é o aspecto solar. Casas e sistemas de produção bem posicionados em relação ao sol são mais energeticamente eficientes.
O quarto é a elevação em relação ao nível do mar, porque ela determina fatores climáticos que influenciam no que pode ser produzido e na quantidade de energia necessária para fazer a harmonização climática das edificações.
No curso #manejoregenerativodaágua que começa no dia 8 de Julho, eu compartilho princípios e abordagens que consideram a topografia e a água como fundamentais no planejamento de propriedades rurais. Isso traz mais autonomia e resiliência hídrica e energética e evita erros comuns de planejamento como eu mencionei.
Preços promocionais até o dia 17 de Junho!
Clica no link para inscrições e mais informações e vem com a gente aprender a desenhar propriedades e sistemas regenerativos à partir do entendimento da água!
Link para mais informações sobre o curso: https://forms.gle/2FuJvSMXy6GCRcou6
A análise de setores e de zonas são dois métodos de desenho muito utilizados na permacultura.
A análise de setores governa energias e elementos de fora para dentro. Funciona como um filtro ao redor de toda a propriedade, convidando ou bloqueando elementos dependendo do contexto.
Você pode querer bloquear um vento que traz agrotóxicos, um cheiro, ruídos ou uma vista desagradáveis. Por outro lado, você pode privilegiar uma vista bonita ou um corredor ecológico, pode priorizar a entrada de brisas refrescantes no verão e receber águas de enxurrada para irrigação passiva.
A análise de zonas governa energias de dentro para fora. Principalmente a energia que as pessoas gastam para manter os sistemas de produção implementados. Nesse caso, avaliamos o quão próxima ou distante fica uma zona de acordo com a frequência que visitamos o sistema e a distância que ele fica da casa.
Essas ferramentas são excelentes e o uso delas por si só já aumenta muito a eficiência energética das propriedades e do trabalho humano.
Mas muito frequentemente eu vejo desenhos e projetos falhos porque não consideram 4 elementos importantes antes da análise de zonas e setores.
O primeiro é a topografia, porque determina o fluxo da água e o segundo é a própria água e a disponibilidade de usá-la por gravidade para produzir ou economizar energia.
O terceiro é o aspecto solar. Casas e sistemas de produção bem posicionados em relação ao sol são mais energeticamente eficientes.
O quarto é a elevação em relação ao nível do mar, porque ela determina fatores climáticos que influenciam no que pode ser produzido e na quantidade de energia necessária para fazer a harmonização climática das edificações.
No curso #manejoregenerativodaágua que começa no dia 8 de Julho, eu compartilho princípios e abordagens que consideram a topografia e a água como fundamentais no planejamento de propriedades rurais. Isso traz mais autonomia e resiliência hídrica e energética e evita erros comuns de planejamento como eu mencionei.
Preços promocionais até o dia 17 de Junho!
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